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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Meio-Norte - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Data do documento: 7-Mai-2003
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: NASCIMENTO, M. do P. C. B.
OLIVEIRA, M. E.
MIURA, C. L. Q.
REIS, J. B. de C.
NASCIMENTO, H. T. S. do
LEITE, J. M. B.
LOPES, J. B.
RIBEIRO, V. Q.
Informaçães Adicionais: MARIA DO P. SOCORRO CORTEZ BONA NASCIMENTO, CPAMN; MARIA ELIZABETE OLIVEIRA, CPAMN; CRISTIANA LOBO QUIRINO MIURA, CCA/DZ/UFPI; JOSÉ BENTO DE CARVALHO REIS, CCA/DZ/UFPI; HOSTON TOMAS SANTOS DO NASCIMENTO, CPAMN; JAQUELINE MARIA BARBOSA LEITE, CCA/DZ/UFPI; JOÃO BATISTA LOPES, CCA/DZ/UFPI; VALDENIR QUEIROZ RIBEIRO, CPAMN.
Título: Potencial forrageiro do Pau-ferro.
Edição: 2002
Fonte/Imprenta: Teresina: Embrapa Meio-Norte, 2002.
Páginas: 17 p.
Série: (Embrapa Meio-Norte. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 41).
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Forragem
Pau-ferro
Conteúdo: O pau-ferro (Caesalpinia ferrea) é considerado uma forrageira importante no Nordeste, pela sua adaptação natural à região, como também por fornecer forragem durante a seca. Apesar disso, pouco se sabe sobre sua produtividade e manejo. Esse trabalho foi realizado para avaliar respostas do pau-ferro a três alturas de corte, usando-se como padrão a leucena (Leucaena leucocephala). O trabalho foi instalado em área de Plintossolo, irrigada, em Campo Maior, PI. O solo recebeu o preparo convencional, calagem, gesso agrícola, cobertura morta de palha de carnaúba. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com cinco repetições, cada uma constituída por 20 plantas. As plantas foram cortadas nas alturas de 30, 50 e 100 cm, a intervalos de 120 dias. Foram avaliados o rendimento forrageiro, porcentagem de folhas e de proteína bruta, número de gemas e diâmetro de consumo por ovinos e bovinos. Essas variáveis foram submetidas à análise de variância médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%. Em todos os cortes e alturas estudados, pau-ferro apresentou rendimento forrageiro, porcentual de folhas de proteína inferiores ao de leucena. O número de gemas de pau-ferro foi dez ou mais vezes inferior ao da leucena, o que pode explicar a sua baixa rebrota. O diâmetro de consumo das hastes de pau-ferro atingiu somente cerca da metade do observado em leucena. Portanto, considerando as variáveis estudadas, o potencial forrageiro do pau-ferro é bem inferior ao da leucena, porém recomendam-se estudos sobre a sua produção de vagens, as quais constituem importante suporte forrgeiro na época seca.
Ano de Publicação: 2002
Aparece nas coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAMN)

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