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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorMIRANDA, C. R. de
dc.contributor.authorSILVA, E. O. da
dc.contributor.authorBONEZ, G.
dc.date.accessioned2026-07-15T18:52:27Z-
dc.date.available2026-07-15T18:52:27Z-
dc.date.created2008-03-13
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationDisponível em: http://www.infobibos.com/Artigos2007 3/Suinocultura/Index.htm
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/434851-
dc.descriptionA região do Alto Uruguai Catarinense é formada por pequenos produtores familiares que, principalmente através do processo de integração com as grandes agroindústrias de processamento da carne (Sadia, Seara, Perdigão, Coopercentral e outras), construíram um território que é reconhecido internacionalmente, especialmente, por produzir suínos e aves que são comercializados em todo o Brasil e no mercado internacional. Este processo inicialmente possibilitou o envolvimento de um expressivo contingente de produtores familiares ao mercado, mas com o passar do tempo, principalmente devido ao acirramento da competição em âmbito global que exige escalas de produção cada vez maiores, provocou a exclusão de milhares de suinocultores e trouxe conseqüências ambientais negativas através da grande quantidade de dejetos que são gerados e que não conseguem ser adequadamente manejados. Este problema é hoje considerado como um dos principais problemas ambientais do meio rural catarinense. Diversos programas e ações visando a redução da poluição ambiental da suinocultura têm se desenvolvido na região, mas os resultados obtidos podem ser considerados limitados. Entre as possíveis causas para esse “insucesso” pode-se apontar as seguintes: ausência de uma relação mais estreita entre os aspectos socio-econômicos da agricultura familiar e as questões ambientais; adoção de uma visão tecnicista da problemática ambiental da suinocultura; ausência de uma abordagem de educação ambiental adequada. A gravidade da situação ambiental existente nessa região fez com que o Ministério Público do Estado de Santa Catarina firmasse um Termo de Ajustamento de Condutas da Suinocultura (TAC) envolvendo cerca de 3.000 produtores de suínos, agroindústrias, associações de produtores e o estado em seus diferentes níveis. Através desse Termo foi criado o Comitê do Desenvolvimento Regional da Suinocultura, que é constituído por duas comissões: Comissão Técnica Operacional e Comissão de Educação Ambiental e Comunicação. A comissão de Educação Ambiental e Comunicação constituída por representantes das Prefeituras municipais, escolas, entidade de pesquisa e ensino, extensão rural e agroindústrias está desenvolvendo, há aproximadamente três anos, um trabalho educativo que está apresentando resultados muito interessantes e que serão a seguir apresentados em suas linhas mais gerais.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSuinocultura industrial
dc.subjectTAC
dc.titleSuinocultura industrial e meio ambiente: considerações sobre a experiência de educação ambiental no âmbito do termo de ajustamento de condutas da suinocultura da associação dos municípios do Alto Uruguai Catarinense.
dc.typeArtigo na mídia
dc.subject.thesagroMeio Ambiente
dc.description.notesProjeto n. 03.06.52.000-04. Acesso em: 3 set. 2007.
dc.format.extent24 p.
riaa.ainfo.id434851
riaa.ainfo.lastupdate2026-07-15
dc.contributor.institutionClaudio Rocha de Miranda, Embrapa Suínos e Aves; Elcio Oliveira da Silva, Escola Agrotécnica Federal - Concórdia; Gentil Bonez, Comitê Regional da Suinocultura.
Aparece en las colecciones:Artigo de divulgação na mídia (CNPSA)

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