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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorDELIZA, R.
dc.contributor.authorSANT'ANNA, L. J.
dc.contributor.authorALCANTARA, M. de
dc.contributor.authorMARTINS, I. B.
dc.contributor.authorARES, G.
dc.date.accessioned2026-02-10T06:06:09Z-
dc.date.available2026-02-10T06:06:09Z-
dc.date.created2025-12-31
dc.date.issued2025
dc.identifier.citationRio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos, 2025.
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183271-
dc.descriptionMundialmente, as doenças não transmissíveis (DNT) represen- tam um dos principais desafios de saúde pública, sendo um dos importantes fatores de risco associados às dietas pouco saudáveis, caracterizadas pelo alto consumo de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Os aler- tas nutricionais têm sido adotados em diversos países como estratégia para motivar os consumidores a fazer escolhas mais saudáveis. No Brasil, foi implementado em 2022 o modelo de rotulagem no formato de lupa preta, indicando excesso de gordura saturada, açúcar adicionado e/ou sódio. No entanto, ainda há poucas evidências sobre a percepção e o impacto dessa rotulagem após sua implementação. O presente estudo teve como objetivo analisar as experiências dos consumidores brasileiros com a lupa em dife- rentes momentos do primeiro ano da implementação. Foram conduzidos dois estudos online: (1) logo após o prazo final para a inclusão da lupa em novos produtos lançados no mercado e (2) um ano depois. No total dos dois estu- dos, 1762 participantes responderam a um questionário sobre percepção e uso da lupa. Os dados foram analisados por meio de estatísticas descritivas. Os resultados indicaram um aumento na percepção dos alertas nutricionais ao longo do tempo, porém foi observada uma redução na frequência de par- ticipantes que relataram ter modificado suas escolhas após notar os alertas: 52,4% no Estudo 1 e 45,4% no Estudo 2. No Estudo 2, observou-se uma me- nor busca por produtos similares sem o alerta e, ao mesmo tempo, um au- mento na proporção de participantes que compraram o produto mesmo após visualizar o alerta, indicando uma possível indiferença dos consumidores. Pode-se concluir que os alertas nutricionais têm potencial para influenciar as escolhas alimentares dos consumidores, porém revelaram a necessidade de implementar estratégias complementares, como campanhas de educa- ção nutricional e restrições à publicidade — medidas já recomendadas por organizações internacionais de saúde —para maximizar sua efetividade na contribuição para a promoção de hábitos alimentares mais saudáveis. Termos para indexação: Alertas nutricionais; Embalagem, Informação nutricional, Política pública alimentar.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseries(Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 43).
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAlertas nutricionais
dc.subjectInformação nutricional
dc.subjectPolítica pública alimentar
dc.titleRotulagem nutricional frontal: experiências do consumidor brasileiro.
dc.typeFolhetos
dc.subject.thesagroEmbalagem
dc.description.notesODS 3: saúde e bem estar.
dc.format.extent210 p.
riaa.ainfo.id1183271
riaa.ainfo.lastupdate2026-02-09
dc.contributor.institutionROSIRES DELIZA, CTAA
dc.contributor.institutionLAUDIANE JUSTO SANT’ANNA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIROpor
dc.contributor.institutionMARCELA DE ALCANTARA, FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO DE JANEIROpor
dc.contributor.institutionINAYARA BEATRIZ ARAUJO MARTINS, FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO DE JANEIROpor
dc.contributor.institutionGASTÓN ARES, UNIVERSIDAD DE LA REPÚBLICA.por
Aparece en las colecciones:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CTAA)

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