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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pantanal - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Data do documento: 8-Jan-2008
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: RESENDE, E.K. de
PEREIRA, R.A.C.
SÓRIO, V.F.
GALVÃO, E.M.
Informaçães Adicionais: Emiko Kawakami de Resende, Embrapa Pantanal; Rosana Aparecida C. Pereira, IBAMA/MS; Valdete Ferreira Sório, CNPq; Elisangela Marques Galvão, CEUC/UFMS.
Título: Biologia da tuvira, Gymnotus cf. carapo (Pisces, Gymnotidae) no baixo Rio Negro, Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.
Edição: 2006
Fonte/Imprenta: Corumbá: Embrapa Pantanal, 2006.
Páginas: 42 p.
Série: (Embrapa Pantanal. Boletim de Pesquisa, 67).
Idioma: pt_BR
Notas: Formato Eletrônico
Palavras-chave: alimentação
peixe
crescimento
Pantanal
reprodução
Conteúdo: A biologia da tuvira, Gymnotus cf. carapo, por seu grande uso como isca viva para a pesca esportiva, foi estudada no baixo rio Negro, onde é coletada pelos isqueiros, pescadores especializados nesse tipo de pescaria. Foram estudados os aspectos relativos à reprodução, alimentação e crescimento, bem como as interrelações com os fatores abióticos. As metodologias utilizadas foram as usuais nesse tipo de pesquisa. É uma espécie que possui respiração aérea acessória, o que lhe permite viver em ambientes quase anóxicos, freqüentados por poucas espécies de peixes. A reprodução ocorre de dezembro a fevereiro/abril de cada ano, com a chegada da inundação na planície. Possui desova parcelada e de acordo com a literatura, os machos escavam o fundo, onde as fêmeas depositam os ovos que os machos cuidam durante as primeiras fases de desenvolvimento. Este tipo de estratégia explica a baixa fecundidade das fêmeas e o pequeno desenvolvimento testicular nos machos. As fêmeas alcançam a maturidade gonadal plena aos 24 cm de comprimento total, o que pode ser utilizado para definição de tamanho mínimo de captura. É uma espécie carnívora generalista que se alimenta de insetos, microcrustáceos e outros peixes que consiga ingerir. No baixo rio Negro predominam exemplares de zero anel, evidenciando tratar-se de área de criadouro. Os anéis de crescimento possuem formação anual e foram encontrados exemplares com até quatro anéis e 42 cm de comprimento total, embora se saiba que existem exemplares com um metro de comprimento. Tolera ampla variação das condições ambientais como pH, temperatura, oxigênio dissolvido, condutividade, alcalinidade e gás carbônico livre.
Ano de Publicação: 2006
Aparece nas coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)

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