Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/811013
Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pantanal - Circular Técnica (INFOTECA-E)
Data do documento: 12-Abr-2004
Tipo do Material: Circular Técnica (INFOTECA-E)
Autoria: SILVA, R. A. M. S.
SANCHEZ, V.
DÁVILA, A. M. R.
Informaçães Adicionais: Embrapa Pantanal (Corumbá, MS); FIOCRUZ (Rio de Janeiro, RJ)
Título: Metodologia da criopreservação dos Trypanosomas evansi e Trypanosoma vivax.
Edição: 2003
Fonte/Imprenta: Corumbá: Embrapa Pantanal, 2003.
Páginas: 2 p.
Série: (Embrapa Pantanal. Circular Técnica, 40).
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Criopreservação
Metodologia
Trypanosoma
Criopreservation
Methodology Trypanosomosis
Conteúdo: Várias espécies do gênero Trypanosoma causam doenças parasitárias de considerável importância médica e veterinária em todas as partes da África, Ásia e as Américas. Estes parasitas exibem considerável diversidade genética intraespecífica, variação que tem complicado sua classificação taxonômica. Esta diversidade e variação podem ser definidas em ambos níveis: do genoma e genes individuais. Em razão desta diversidade genética tem se discutido muito sobre a representatividade das cepas mantidas em laboratório quando comparadas com os isolados de campo (Deane et al., 1984). Aparentemente existe uma adaptação do parasita na troca de hospedeiro. Sabe-se que um isolado de campo pode estar constituído por uma população heterogênea de tripanosomas. Nos estudos realizados pelo Laboratório de Sanidade Animal da Embrapa Pantanal foram encontradas variações na infectividade das cepas de T. evansi. Estas foram pouco infectivas em animais de laboratório quando recém isoladas do hospedeiro natural, apresentando um período prepatente de 12 a 43 dias e baixa parasitemia. Após algumas passagens, elas se mostraram mais infectivas com um período prepatente de 2 a 4 dias e uma parasitemia mais alta. Também foram observadas variações biométricas deste parasita nas passagens. Verificou-se que este parasita sofreu alterações morfométricas durante as passagens como provável conseqüência da adaptação ao novo hospedeiro ou seleção de algumas subpopulações. As características biométricas das passagens foram sempre maiores que as do isolado primário (Dávila et al., 1998). As amostras de campo diferiram significativamente dos isolados após várias passagens em animais de laboratório, sendo que quanto maior o número de passagens mais acentuação das diferenças morfológicas. A criopreservação pode contribuir para que sejam mantidas amostras com variabilidade genética original da cepa. Esse trabalho tem por objetivo descrever o método de criopreservação utilizado no Laboratório de Sanidade Animal da Embrapa Pantanal.
Ano de Publicação: 2003
Aparece nas coleções:Circular Técnica (CPAP)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
CT40.pdf30,92 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace