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dc.contributor.authorSILVA, R. A. M. S.pt_BR
dc.contributor.authorSANCHEZ, V.pt_BR
dc.contributor.authorDÁVILA, A. M. R.pt_BR
dc.contributor.otherEmbrapa Pantanal (Corumbá, MS); FIOCRUZ (Rio de Janeiro, RJ).pt_BR
dc.date.accessioned2011-07-15T01:06:55Z-
dc.date.available2011-07-15T01:06:55Z-
dc.date.created2004-04-12pt_BR
dc.date.issued2003pt_BR
dc.identifier.other53862pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/811013pt_BR
dc.descriptionVárias espécies do gênero Trypanosoma causam doenças parasitárias de considerável importância médica e veterinária em todas as partes da África, Ásia e as Américas. Estes parasitas exibem considerável diversidade genética intraespecífica, variação que tem complicado sua classificação taxonômica. Esta diversidade e variação podem ser definidas em ambos níveis: do genoma e genes individuais. Em razão desta diversidade genética tem se discutido muito sobre a representatividade das cepas mantidas em laboratório quando comparadas com os isolados de campo (Deane et al., 1984). Aparentemente existe uma adaptação do parasita na troca de hospedeiro. Sabe-se que um isolado de campo pode estar constituído por uma população heterogênea de tripanosomas. Nos estudos realizados pelo Laboratório de Sanidade Animal da Embrapa Pantanal foram encontradas variações na infectividade das cepas de T. evansi. Estas foram pouco infectivas em animais de laboratório quando recém isoladas do hospedeiro natural, apresentando um período prepatente de 12 a 43 dias e baixa parasitemia. Após algumas passagens, elas se mostraram mais infectivas com um período prepatente de 2 a 4 dias e uma parasitemia mais alta. Também foram observadas variações biométricas deste parasita nas passagens. Verificou-se que este parasita sofreu alterações morfométricas durante as passagens como provável conseqüência da adaptação ao novo hospedeiro ou seleção de algumas subpopulações. As características biométricas das passagens foram sempre maiores que as do isolado primário (Dávila et al., 1998). As amostras de campo diferiram significativamente dos isolados após várias passagens em animais de laboratório, sendo que quanto maior o número de passagens mais acentuação das diferenças morfológicas. A criopreservação pode contribuir para que sejam mantidas amostras com variabilidade genética original da cepa. Esse trabalho tem por objetivo descrever o método de criopreservação utilizado no Laboratório de Sanidade Animal da Embrapa Pantanal.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/37530/1/CT40.pdfpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherCorumbá: Embrapa Pantanal, 2003.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Pantanal - Circular Técnica (INFOTECA-E)pt_BR
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Pantanal. Circular Técnica, 40).pt_BR
dc.subjectMetodologiapt_BR
dc.subjectCriopreservationpt_BR
dc.subjectMethodology Trypanosomosis.pt_BR
dc.titleMetodologia da criopreservação dos Trypanosomas evansi e Trypanosoma vivax.pt_BR
dc.typeCircular Técnica (INFOTECA-E)pt_BR
dc.date.updated2011-07-15T01:06:55Zpt_BR
dc.subject.thesagroCriopreservação.pt_BR
dc.subject.nalthesaurusTrypanosoma.pt_BR
dc.format.extent22 p.pt_BR
dc.ainfo.id811013pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2011-07-14pt_BR
Appears in Collections:Circular Técnica (CPAP)

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