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dc.contributor.authorCOSTA, T. C. e C. dapor
dc.contributor.authorCOSTA, L. M. dapor
dc.contributor.otherTHOMAZ CORREA E CASTRO DA COSTA, CNPS; LIOVANDO MARCIANO DA COSTA, Departamento de Solos, UFV.por
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpor
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpor
dc.date.created2010-06-17por
dc.date.issued2005por
dc.identifier.issn1517-2627por
dc.identifier.other14880por
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/855485por
dc.descriptionO meio físico, a localização geográfica, e a história de ocupação de um município contribuem na sua socioeconomia. Do mesmo modo, limitações físicas naturais resultam em pouca alteração antrópica, protegendo áreas que podem vir a ser transformadas em unidades de conservação, sob leis de proteção ambiental. Estas áreas, como por exemplo, parques florestais, apresentam potencial turístico, como uma alternativa socioeconômica. Este trabalho é uma análise comparativa de informações municipais socioeconômicas, históricas e do meio físico, com o objetivo de investigar uma possível influência de parques florestais na socioeconomia de municípios do Estado de Minas Gerais que contém grande parte de suas áreas com topografia acidentada e altitude elevada. Foram selecionados os municípios de Araponga, com o Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, recém criado em 1996; Caparaó, com o Parque Nacional de Caparaó, criado em 1962; e São Roque de Minas, com o Parque Nacional da Serra da Canastra, criado em 1972. São Roque de Minas e Caparaó são Municípios tradicionalmente incluídos na rede turística, o que pode vir a ocorrer com Araponga futuramente. Os resultados mostram que os municípios de Araponga e Caparaó apresentam restrição topográfica, enquanto que as maiores limitações de São Roque são devidas ao solo. Historicamente, a formação de Araponga é semelhante a de Caparaó, em ocupação. Com relação a localização geográfica, Araponga está melhor situada que São Roque de Minas em distância dos grandes centros, mas as condições de acesso são similares. Considerando a socioeconomia, Araponga tem maiores índices de analfabetismo, evasão populacional, menor ICM, menores salários, e pior distribuição de renda. Enfocando o turismo em Caparaó e São Roque de Minas, as taxas de visitação atingiram 28.613 pessoas para o ano de 1999 em Caparaó, correspondendo a mais de 400% da população, e 3.000 pessoas/ano em São Roque de Minas (IBAMA, 1993), que corresponde a 52% da população. Embora não conclusivo, indica-se, pelas informações levantadas, que as piores condições socioeconômicas de Araponga em relação a Caparaó se devam à situação geográfica e a contribuição turística na economia de Caparaó. Já São Roque de Minas tem melhor desenvolvimento que Araponga e Caparaó devido à origem histórica e maior porção de terras menos acidentadas, refletindo na economia pecuária. A contribuição pelo turismo neste município é ainda modesta.por
dc.description.uribitstream/CNPS-2010/14880/1/doc-71-municipios-mg.pdfpor
dc.formatil. color.por
dc.languagept_BRpor
dc.language.isoporpor
dc.publisherRio de Janeiro: Embrapa Solos, 2005.por
dc.relation.ispartofEmbrapa Solos - Documentos (INFOTECA-E)por
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Solos. Documentos, 71).por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectSocioeconomiapor
dc.subjectZoneamentopor
dc.subjectTurismo ecológicopor
dc.subjectUnidades de conservaçãopor
dc.subjectZEEpor
dc.titleAnálise comparativa do meio físico e socioeconômico de três municípios com parques florestais: Araponga, Caparaó e São Roque de Minas - MG.por
dc.typeDocumentos (INFOTECA-E)por
dc.date.updated2017-03-29T11:11:11Zpor
dc.format.extent241 p.por
dc.ainfo.id855485por
dc.ainfo.lastupdate2017-03-29por
Appears in Collections:Série Documentos (CNPS)

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