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dc.contributor.authorBRITO, L. G.por
dc.contributor.authorOLIVEIRA, M. C. de S.por
dc.contributor.authorSILVA NETTO, F. G. dapor
dc.contributor.authorCAVALCANTE, F. A.por
dc.contributor.authorSOUZA, G. C. R. depor
dc.contributor.authorBEZERRA, J. E. G.por
dc.contributor.authorMORENO, A.por
dc.contributor.authorSOUZA, C. C. S.por
dc.contributor.otherLuciana Gatto Brito, Embrapa Rondônia; Márcia Cristina de Sena Oliveira, Embrapa Pecuária Sudeste; Francelino Goulart da Silva Netto, Embrapa Rondônia; Francisco Aloísio Cavalcante, Embrapa Acre; Gislaine Cristina Rodrigues de Souza, UNIR; José Eduardo Gisbert Bezerra, FIMCA; Andréia Moreno, Faculdade São Lucas; Crisvaldo Cássio Silva Souza, Faculdade São Lucas.por
dc.date.accessioned2011-04-09T18:46:05Z-
dc.date.available2011-04-09T18:46:05Z-
dc.date.created2008-02-28por
dc.date.issued2007por
dc.identifier.other12213por
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/709108por
dc.descriptionA babesiose bovina, causada pelos protozoários intraerotrocíticos Babesia bovis e B. bigemina tem como principal vetor Rhipicephalus (Boophilus) microplus, sendo este o único vetor biológico da família Babesiidae no Brasil. A babesiose caracteriza-se por febre, anemia, hemoglobinemia, hemoglobinúria e fraqueza, onde alguns casos podem evoluir para a morte, estando a gravidade da enfermidade diretamente relacionada à reação do hospedeiro frente à infecção. As perdas ocasionadas pela babesiose bovina são atribuídas ao menor ganho de peso dos animais, decréscimo na produção de leite, infertilidade de touros, abortos e mortalidade, além das babesioses representarem um obstáculo à introdução de animais provenientes de áreas livres desses parasitas. O presente estudo buscou determinar a prevalência de B. bovis e B. bigemina em amostras de sangue provenientes de rebanhos bovinos criados em oito microrregiões de Rondônia e quatro microrregiões do Acre através da utilização de técnicas diagnósticas pela amplificação de fragmentos de DNA específicos a cada uma das espécies. Verificou-se uma taxa de prevalência para B. bovis de 9,00% e de 3,09% para B. bigemina nas amostras provenientes de Rondônia e de 7,20% para B. bovis e de 0,89% para B. bigemina nas amostras provenientes do Acre. As taxas de prevalência das em todas as microrregiões analisadas caracterizam os estados de Rondônia e Acre como áreas de instabilidade endêmica para B. bovis e B. bigemina, porém tal situação parece não ser a prevalecente nos rebanhos bovinos criados na Amazônia Sul Ocidental dada a abundancia do carrapato dos bovinos durante todo o ano, os quais são responsáveis pela manutenção da parasitemia por B. bovis e B. bigemina nos rebanhos.por
dc.description.uribitstream/CPAF-RO-2009-09/12213/1/bpd46_babesiose-bovina.pdfpor
dc.languagept_BRpor
dc.language.isoporpor
dc.publisherPorto Velho: Embrapa Rondônia, 2007.por
dc.relation.ispartofEmbrapa Rondônia - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)por
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Rondônia. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 46).por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTristeza Parasitária Bovinapor
dc.subjectDoenças parasitárias.por
dc.titleAspectos epidemiológicos da babesiose bovina na amazônia sul ocidental: avaliação molecular.por
dc.typeBoletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)por
dc.date.updated2011-04-10T11:11:11Zpor
dc.subject.thesagroBovinopor
dc.subject.thesagroBabesiosepor
dc.subject.thesagroCarrapato.por
dc.format.extent223 p.por
dc.ainfo.id709108por
dc.ainfo.lastupdate2009-04-16por
Appears in Collections:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAF-RO)

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