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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Mandioca e Fruticultura - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Data do documento: 1983
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: MESQUITA, A. L. M.
COELHO JUNIOR, E.
Informaçães Adicionais: ANTONIO LINDEMBERG MARTINS MESQUITA; ENIO COELHO JÚNIOR.
Título: Biologia do pulgão da bananeira, pentalonia nigronervasa Cop., I. forma aptera.
Fonte/Imprenta: Cruz das Almas,BA: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 1983.
Páginas: 16p.
Série: (Embrapa Mandioca e Fruticultura. Boletim de Pesquisa, 2).
Idioma: pt_BR
Notas: Memória.
Conteúdo: O pulgão da bananeira Pentalonia nigronervasa Cop. tem sido constatado em alguns Estados brasileiros, hospedando-se em Musa spp., Caladium spp. e Arum maculatum (MOREIRA,1925; FONSECA, 1934; CALDEIRA & VIEIRA, 1938; SEFER, 1961). Além do dano causado as plantas pela sucção da veia, este afideo constituiu um agente de disseminação da virose da bananeira, conhecida como "Bunchy-top" (OCFEMIA, 1927 E FEAKIN, 1971). Segundo observações de ZECK & EASTwood (1929), os insetos adultos que compõem as colônias, são fenômenos a ladas ou ápteras e se reproduzem por viviparidade partenogenética. Conforme EASPTOP (1979), o numero de ninfas paridas por fêmea áptera gira entre 23-58 e as parições das fêmeas aladas variam de 6 a 29. Segundo os mesmos autores, as ninfas alcançam sua maturidade sexual duas semana após o seu nascimento, a temperatura de 24-28C.
Thesagro: Banana
Doença de Planta.
Ano de Publicação: 1996-09-30
Aparece nas coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPMF)

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