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dc.contributor.authorSILVA, F. H. B. B. dapt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2002-11-22pt_BR
dc.date.issued2000pt_BR
dc.identifier.citationRio de Janeiro: Embrapa Solos, 2000.pt_BR
dc.identifier.issn1517-2627pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/337616pt_BR
dc.descriptionA avaliação do escoamento das bacias hidrográficas através dos métodos tradicionais torna-se bastante difícil, face aos elevados custos e ao longo período necessário à sua realização. Este trabalho apresenta um método prático e seguro, elaborado a partir do cálculo do L600 de uma bacia hidrográfica, considerando o comportamento hidrológico dos solos da zona semi-árida do Nordeste do Brasil. O coeficiente L600 corresponde a uma lâmina fictícia que escoaria sobre uma superfície ocupada por uma classe de solo ou por uma unidade de mapeamento, que recebesse uma precipitação média anual de 600 mm, na zona semi-árida. O método ora apresentado fornece rapidamente uma avaliação da água escoada das pequenas bacias hidrográficas nas zonas semi-áridas do Nordeste com precipitações médias inferiores a 1.000mm. Seu princípio consiste em determinar a lâmina escoada padrão (L600) a partir das classes de solos ou unidades de mapeamento que ocorrem na bacia hidrográfica de drenagem. Foram tabelados os valores centrais propostos para a L600 padrão das classes de solo de maior representatividade dessa Região, considerando-se as condições naturais médias, isto é, em que as atividades agrícolas e outras ações humanas não erodiram ou modificaram substancialmente os solos. O cálculo da (L600), entretanto, exige correções quanto à influência da cobertura vegetal, de outros açudes a montante do local de medição do escoamento, e de fatores como a geologia do subsolo, o clima e o relevo. A avaliação dos valores de correção deve ser feita por pedólogos experientes na aplicação desta metodologia, haja vista que o valor central da L600 dos Planossolos, que foi fixado em 70mm, pode variar de 10 a 125mm, de acordo com a variação da espessura de seu horizonte superficial (A), bem como com a localização do solo na toposseqüência. Assim, os Planossolos com A espesso e situados na parte mais baixa da toposseqüência terão os menores valores de escoamento. Diante deste fato, procurou-se dar a devida ênfase às características morfológicas e aos outros fatores ambientais que condicionam o comportamento hidrológico dos solos da região semi-árida.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Solos. Documentos, 21).pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectEscoamento superficialpt_BR
dc.subjectRegião semiáridapt_BR
dc.titleMétodo de determinação do escoamento superficial de bacias hidrográficas a partir de levantamentos pedológicos.pt_BR
dc.typeLivrospt_BR
dc.date.updated2016-09-22T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroBacia Hidrográficapt_BR
dc.subject.thesagroLevantamentopt_BR
dc.subject.thesagroMétodopt_BR
dc.subject.thesagroSolopt_BR
dc.format.extent268 p.pt_BR
riaa.ainfo.id337616pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2016-09-22pt_BR
dc.contributor.institutionFLAVIO HUGO BARRETO B DA SILVA, CNPS.pt_BR
Appears in Collections:Série Documentos (CNPS)

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