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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorMESQUITA, A. L. M.
dc.contributor.authorSILVA, G. A. da
dc.contributor.authorMOTA, M. do S. C. de S.
dc.contributor.authorSOARES, J. V. S.
dc.contributor.authorCYSNE, A. Q.
dc.contributor.authorRODRIGUES, S. M. M.
dc.date.accessioned2025-04-23T19:49:31Z-
dc.date.available2025-04-23T19:49:31Z-
dc.date.created2025-04-23
dc.date.issued2025
dc.identifier.citationFortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2025.
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1175065-
dc.descriptionExistem mais de cem espécies de insetos e ácaros associados ao cajueiro (Anacardium occidentale L.), os quais, em função do hábito e da espécie, estão distribuídos em todos os órgãos da planta. A traça- -das-castanhas (Anacampsis phytomiella, Busck) é uma das pragas mais importantes do período de frutificação em função dos danos provocados nos frutos (castanhas), podendo causar elevados prejuízos ao destruir completamente a amêndoa da castanha-de-caju. Apesar de sua importância, existem poucos defensivos registrados para seu controle no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de biodefensivos na redução dos danos provocados por esse inseto, comparado com a eficiência de controle do Bacillus thuringiensis. O trabalho foi realizado no Campo Experimental da Embrapa Agroindústria Tropical, em Pacajus, CE, tendo sido comparados os seguintes produtos aplicados em pulverizações: 1. Óleo de neem (Azadirachta indica); 2. Óleo de soja (Glycine max); 3. Extrato de alho (Allium sativum); 4. Óleos essenciais de alecrim-pimenta (Lippia sidoides) + Citronela (Cymbopogon winterianus); 5. Inseticida registrado de origem biológica (espinetoram); 6. Inseticida biológico (Bacillus thuringiensis var. kurstaki); e 7. Óleo essencial extraído de citros (Limoneno). Foram utilizadas quatro plantas do Clone ‘CCP 76’ por tratamento. As pulverizações ocorreram semanalmente, totalizando nove aplicações, durante os meses de outubro a dezembro de 2022. As avaliações foram feitas determinando-se a proporção de castanhas atacadas (furadas) do total de castanhas colhidas por planta, e a análise revelou diferenças significativas entre os produtos utilizados. O inseticida biológico à base de B. thuringiensis var. kurstaki apresentou o maior percentual de castanhas furadas (9,26%), significativamente superior aos resultados obtidos para os óleos à base de neem (2,49%), alho (2,91%) e soja (3,32). Esses percentuais representam redução de ataque de 73,12%, 68,58% e 64,15%, respectivamente, relativos ao tratamento com a bactéria.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Agroindústria Tropical. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 258).
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAnacampsis phytomiella
dc.subjectAvaliação de eficiência
dc.titleEfeito de biodefensivos no controle da traça-das-castanhas do cajueiro.
dc.typeFolhetos
dc.subject.thesagroAnacardium Occidentale
dc.subject.nalthesaurusAnacardium
dc.subject.nalthesaurusCashew fruit
dc.description.notesODS 12.
riaa.ainfo.id1175065
riaa.ainfo.lastupdate2025-04-23
dc.contributor.institutionANTONIO LINDEMBERG MARTINS MESQUITA, CNPAT; GABRYELLEN ARAUJO DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ; MARIA DO SOCORRO C DE SOUZA MOTA, CNPAT; JOÃO VICTOR SOUZA SOARES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ; ALEX QUEIROZ CYSNE, CNPAT; SANDRA MARIA MORAIS RODRIGUES, CNPAT.
Aparece en las colecciones:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPAT)

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