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Research center of Embrapa/Collection: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Date Issued: 2019
Type of Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Authors: OLIVEIRA, A. P. de
DUSI, D. M. de A.
WALTER, B. M. T.
GOMES, A. C. M. M.
NORONHA, S. E. de
BRAGA, M. B.
COELHO, C. M.
BARROS, L. M. G.
Additional Information: Assussena Pereira de Oliveira, Graduanda em Agronomia, Universidade de Brasília, bolsista PIBIC na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
DIVA MARIA DE ALENCAR DUSI, Cenargen
BRUNO MACHADO TELES WALTER, Cenargen
ANA CRISTINA MENESES M GOMES, Cenargen
SERGIO EUSTAQUIO DE NORONHA, Cenargen
MARCOS BRANDAO BRAGA, CNPH
Cíntia Marques Coelho, Bióloga, doutora em “Plant Sciences”, professora do Departamento de Genética e Morfologia da Universidade de Brasília
LEILA MARIA GOMES BARROS, Cenargen.
Title: Avaliação de espécies do Cerrado quanto à tolerância ao alumínio.
Publisher: Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2019.
Series/Report no.: (Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia / Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 355)
Language: pt_BR
Keywords: Plantas nativas
Solos ácidos
Plantas acumuladoras
Plantas excludentes
Hematoxilina
Native plants
Acidic soils
Hematoxylin
Description: Nos solos ácidos o alumínio (Al) encontra-se na forma de cátions, que são tóxicos para a grande maioria dos vegetais. O Al prejudica o desenvolvimento das raízes tornando as plantas mais suscetíveis a secas e doenças. Nestes solos a calagem é indispensável para cultivos agrícolas. As espécies de plantas do Cerrado toleram altas concentrações de Al e, assim, são fontes de biomoléculas com potencial biotecnológico para a aplicação na obtenção de plantas tolerantes ao Al. O objetivo deste trabalho foi avaliar o mecanismo de tolerância ao Al em espécies arbóreo-arbustivas nativas de uma área de Cerrado, visando apoiar a prospecção de genes e biomoléculas envolvidos com a tolerância ao Al. Foram realizados ensaios histoquímicos com hematoxilina em 31 espécies para determinação do mecanismo de tolerância. Verificou-se que 77,4% das espécies analisadas apresentam o mecanismo de exclusão. Dentre as espécies excludentes de Al, reportamos aqui pela primeira vez o mecanismo de tolerância de treze delas. Também neste trabalho foram descritos pela primeira vez os tecidos acumuladores de Al de Pleroma stenocarpum e Salvertia convallariodora. Não foi encontrada correlação entre a arquitetura das árvores e arbustos e o mecanismo de tolerância, nem tampouco verificou-se alguma correlação filogenética, corroborando os dados da literatura em que não há um padrão filogenético evidente para as espécies tolerantes ao Al.
Data Created: 2020-01-29
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