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dc.contributor.authorYOSHIOKA, E. T. O.
dc.contributor.authorCOSTA, R. de A.
dc.contributor.authorBRASILIENSE, A. R. P.
dc.contributor.authorCASTELO, A. S.
dc.contributor.authorDAMASCENO, L. F.
dc.date.accessioned2017-10-26T09:25:41Z-
dc.date.available2017-10-26T09:25:41Z-
dc.date.created2017-10-25
dc.date.issued2017
dc.identifier.citationMacapá: Embrapa Amapá, 2017.
dc.identifier.issn1517-4867
dc.identifier.urihttp://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1078158-
dc.descriptionAcredita-se que, quanto maior o nível proteico de uma dieta, melhor o crescimento dos animais. Entretanto, a quantidade de proteína necessária para o desenvolvimento do animal pode variar com a sua idade. Ainda, poucos estudos foram realizados sobre avaliação do estado fisiológico de tracajás, por meio de análises hematológicas e bioquímicas, como parte da avaliação da condição de saúde desses animais. Este estudo teve como objetivo verificar as alterações das respostas fisiológicas (variáveis hematológicas e bioquímicas) de filhotes de tracajás alimentados com diferentes quantidades de proteína na dieta. Os filhotes foram divididos em quatro grupos: (1) grupo alimentado com ração com 28% de proteína bruta (PB); (2) grupo alimentado com ração com 36% PB; (3) grupo alimentado com ração com 45% PB; e (4) grupo alimentado com ração com 55% PB; e avaliados a cada 30 dias até 120 dias. Hemoglobina e eritrócitos aumentaram, independentemente do nível de proteína na dieta, isto é, devido ao crescimento e desenvolvimento dos animais. Além disso, o hematócrito dos animais alimentados com níveis maiores de proteína aumentou significativamente, comprovando que esses níveis são necessários para manutenção da saúde dos animais, evitando anemia. Tracajás alimentados com rações contendo 45% e 55% PB na sua composição, mostraram aumento de ureia plasmática e, como consequência, houve aumento da concentração de amônia na água de manutenção dos animais. Assim, pode-se concluir que altos índices de proteína na alimentação de filhotes de tracajás não é adequado, visto que quanto maior a quantidade de proteína nessa alimentação, maior o nível de amônia na água de manutenção dos animais. Recomenda-se, na fase inicial de vida dos tracajás em cativeiro, alimentá-los com rações com 36% PB, garantindo saúde, bem-estar e crescimento.
dc.languagept_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Amapá. Boletim de pesquisa e desenvolvimento, 98).
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.titleAvaliação fisiológica de filhotes de tracajás Podocnemis unifilis alimentados com diferentes níveis de proteína nas rações.
dc.typeFolhetos
dc.date.updated2018-04-17T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroReptil
dc.subject.thesagroSanidade animal
dc.subject.thesagroHematologia
dc.subject.thesagroBioquímica
dc.subject.thesagroAnemia nutricional
dc.subject.thesagroCrescimento
dc.subject.thesagroPodocnemis Unifilispt_BR
dc.subject.thesagroTracajápt_BR
dc.format.extent233 p.
riaa.ainfo.id1078158
riaa.ainfo.lastupdate2018-04-17 -03:00:00
dc.contributor.institutionELIANE TIE OBA YOSHIOKA, CPAF-AP; RAFAELLA DE AGUIAR COSTA, Unifap; ALEXANDRE RENATO PINTO BRASILIENSE, Ueap; ANTONIELSON SILVA CASTELO, Ueap; LEANDRO FERNANDES DAMASCENO, CPAF-AP.
Appears in Collections:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAF-AP)

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