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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pantanal - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Data do documento: 18-Ago-2004
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: BARROS, A. T. M.
FOIL, L. D.
VAZQUEZ, S. A. de S.
Informaçães Adicionais: Embrapa Pantanal (Corumbá, MS); Louisiana University (Baton Rouge, LA); UFMS. Campus Pantanal (Corumbá, MS)
Título: Mutucas (Diptera: Tabanidae) do Pantanal: abundância relativa e sazonalidade na sub-região da Nhecolândia.
Edição: 2003
Fonte/Imprenta: Corumbá: Embrapa Pantanal, 2003.
Páginas: 18 p.
Série: (Embrapa Pantanal. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 48).
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Mutuca
Inseto
Sazonalidade
Ectoparasita
Eqüino
Tabanídeo
Pantanal
Vetor
Tabanid
Insect
Seasonality
Deer fly
Ectoparasite
Horse
Horse fly
Vector
Conteúdo: De junho/92 a maio/94, capturas de mutucas foram realizadas mensalmente em eqüino e utilizando armadilhas do tipo ?canopy?, na fazenda Nhumirim, subregião da Nhecolândia, Pantanal sul-mato-grossense. Capturas no eqüino foram realizadas do crepúsculo matutino ao vespertino, com o auxílio de redes entomológicas, em ambientes de campo e cerradão (1 dia/ambiente/mês), durante o primeiro ano do estudo. Capturas com armadilhas foram realizadas nos mesmos ambientes (10 dias/ambiente/mês), por dois anos. Foram capturadas 6.274 mutucas ao longo do estudo, pertencentes a 25 espécies, 13 gêneros e 3 subfamílias. A espécies mais abundantes foram Tabanus importunus (44,04%), Tabanus occidentalis (15,95%), Tabanus claripennis (9,98%) e Lepiselaga crassipes (7,60%). Apesar do menor esforço de captura, as coletas no eqüino foram mais eficientes que as realizadas com armadilhas, totalizando 3.442 (54,9%) e 2.832 (45,1%) mutucas, respectivamente. Picos populacionais foram observados próximos ao início do período chuvoso, geralmente entre setembro e novembro (primavera). Entretanto, as mutucas foram relativamente abundantes também durante parte do verão. Os resultados obtidos nestes estudos indicam que mutucas são mais abundantes durante a época chuvosa, particularmente na primavera, considerada a época de maior risco de transmissão mecânica de patógenos por estes vetores.
Ano de Publicação: 2003
Aparece nas coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)

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