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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Hortaliças - Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Data do documento: 22-Ago-2007
Tipo do Material: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (INFOTECA-E)
Autoria: MIRANDA, B. E. C.
REIS, A.
Informaçães Adicionais: Embrapa Hortaliças, Brasília, DF.
Título: Caracterização de isolados de Phytophthora infestans obtidos de tomateiro.
Edição: 2006
Fonte/Imprenta: Brasília, DF: Embrapa Hortaliças, 2006.
Páginas: 16 p.
Série: (Embrapa Hortaliças. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, 15).
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Tomate
Doença
Fungo
Resistência
Requeima
Fungicida
Phytophthora infestans
Lycopersicon esculentum
Conteúdo: O tomateiro (Solanum lycopersicum L. = Lycopersicon esculentum Mill.) é uma das plantas oleráceas mais cultivadas no Brasil e o seu fruto, o tomate, é uma das olerícolas mais consumidas na mesa do brasileiro e muito usado pela agroindústria. Uma das doenças do tomateiro mais temidas pelos produtores é a requeima, causada pelo fungo Phytophtora infestans, que provoca grande destruição na cultura em pouco tempo. Este trabalho teve o objetivo de caracterizar isolados de P. infestans, coletados de tomateiros, quanto ao grupo de compatibilidade, à virulência e à resistência ao fungicida mefenoxan. Vinte e seis isolados foram caracterizados quanto ao grupo de compatibilidade; 24 foram caracterizados quanto à resistência ao mefenoxan; e determinou-se o espectro de virulência de 14 isolados. Todos os 26 isolados testados foram classificados como do grupo A1 de compatibilidade. Em relação à virulência, todos os isolados foram virulentos à cultivar de tomate 'IPA-5'. A maioria foi virulenta em plantas de tomate com os genes Ph1 (92,86%) ou Ph2 (78,57%) e uma pequena parte dos isolados foram virulentos em plantas com o gene Ph3 (21,43%). Quanto à resistência ao mefenoxan, a freqüência de isolados sensíveis, intermediários e resistentes foram de 16,67%, 16,67% e 66,66%, respectivamente. Há evidências da não-reprodução sexuada e formação de oósporos nos campos de tomate do país, retardando o aparecimento da doença. Devido a um maior número de isolados resistentes ao mefenoxan, o controle da requeima com este fungicida pode ser ineficiente em campo. Uma vez que o patógeno apresentou um amplo espectro de virulência, a utilização de cultivares com resistência vertical a requeima não é recomendada. O manejo integrado da requeima é a forma mais eficaz de se controlar a doença.
Ano de Publicação: 2006
Aparece nas coleções:Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPH)

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