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    <title>DSpace Coleção: Comunicado Técnico (CNPAT)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/72</link>
    <description>Comunicado Técnico (CNPAT)</description>
    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:28:40 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T14:28:40Z</dc:date>
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      <title>Técnica de hibridização fluorescente para detecção de fungos associados à resinose do cajueiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182447</link>
      <description>Título: Técnica de hibridização fluorescente para detecção de fungos associados à resinose do cajueiro.
Autoria: MUNIZ, C. R.; MARTINS, M. V. V.; MONTE GALVINO, M. E. C.; VIEIRA JUNIOR, J. R.; RODRIGUES, S. M. M.; BORDALLO, P. do N.; TETAPING, G. M.; FERNANDES, C. de F.; MESQUITA, A. L. M.; BERSANO, P. R. DE O.
Conteúdo: A resinose é uma doença relevante para o ca- jueiro no Semiárido nordestino, causando danos significativos às plantas afetadas. Geralmente apa - rece em plantas submetidas a estresses e, com o avanço da doença, pode ocorrer amarelecimento das folhas, podridão seca dos ramos e formação de cancros nos ramos lenhosos e no tronco, geralmen- te acompanhados de exsudação de goma e escure- cimento dos tecidos (Figura 1). Fungos do gênero Lasiodiplodia podem sobre- viver em materiais de propagação aparentemente saudáveis, e em ramos de cajueiro sintomáticos é possível observar uma extensa colonização fúngica interna nos tecidos doentes. Apesar da liberação de resina pela planta ser uma manifestação da doença, outros danos, como, por exemplo, os causados por insetos, também são indutores de sua exsudação. A broca-do-tronco do cajueiro, Marshallius anacardii, tem sido também um agente de danos ao cajueiro, no qual induz a liberação de resina. O ataque desse inseto ocasiona sintomas como amarelecimento e queda das folhas, levando à mor- te dos ramos e também da própria planta. Alguns dos sintomas são similares aos da resinose e, muito frequentemente, essas coleobrocas são encontra- das também em plantas que apresentam a doença.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182447</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Barra proteica à base de coproduto da amêndoa de castanha-de-caju.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1180408</link>
      <description>Título: Barra proteica à base de coproduto da amêndoa de castanha-de-caju.
Autoria: MOREIRA, J. D.; SILVA, M. de F. G. da; OLIVEIRA, A. A. P. DE; SOUZA, A. C. R. de; GARRUTI, D. dos S.; BRUNO, L. M.; DIONISIO, A. P.
Conteúdo: Neste trabalho, são descritas as diferentes etapas de obtenção de barra proteica à base de torta parcialmente desengordurada da amêndoa da cas tanha-de-caju, um coproduto da extração de óleo da amêndoa. O processo descrito pode ser utilizado como forma de agregação de valor às amêndoas quebradas e diversificação de produção. Para os consumidores, a disponibilização de barra proteica à base de amêndoa da castanha-de-caju no mercado representa maior diversidade de produtos práticos e de qualidade para consumo. O seu processamento de forma mecanizada gera em torno de 40% de amêndoas quebradas, com valor de mercado inferior ao das amêndoas inteiras. Uma das formas de valorizar esse subproduto é o desenvolvimento de novos produtos (Leal et al., 2023), contemplando o uso de práticas sustentáveis, como evitar a subutilização da matéria-prima e diminuir o impacto negativo ao meio ambiente (Singh et al., 2022). Essas amêndoas quebradas podem ser utili zadas como matéria-prima para extração de óleo, gerando um coproduto com alto valor agregado de excelente qualidade: a torta parcialmente desen- gordurada (TPD). Esse material apresenta uma alta concentração de proteínas (cerca de 30 a 38%), além de fibras alimentares (8 a 11%), contribuindo para melhoria do valor nutricional e nas proprieda- des funcionais e tecnológicas quando incorporado na formulação de novos alimentos (Lima; García; Lima, 2004; Lima et al., 2021). A conscientização do consumidor sobre a importância da ingestão de proteínas tem aumentado nos últimos anos com relação à inclusão de mais alimentos proteicos em sua dieta. Entre as opções disponíveis, as barras de proteína vêm ganhando destaque por oferecerem uma alternativa prática e nutritiva para lanches rápidos (Jang; Chung, 2023). Como resultado, esses produtos têm apresentado um crescimento de mercado promissor, com uma taxa de crescimento anual de 6% projetada para o período de 2022-2029 (Fortune Business Insights, 2022).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Kibe vegetal de fibra de caju, lentilha e macroalga: elaboração e características.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178656</link>
      <description>Título: Kibe vegetal de fibra de caju, lentilha e macroalga: elaboração e características.
Autoria: BENEVIDES, S. D.; CHAGAS, B. A.; DIONISIO, A. P.; MACHADO, T. F.; BRUNO, L. M.; GARRUTI, D. dos S.; WURLITZER, N. J.; SOUZA, F. E. B.; PEREIRA, A. M.
Conteúdo: Dentre os produtos mais utilizados na elaboração de produtos análogos à carne, as leguminosas ganham destaque por seu valor nutricional, que inclui proteínas, fibras, vitaminas e minerais, e por sua capacidade de melhorar textura e aparência. Dentre elas, a lentilha destaca-se por seu alto teor de proteínas e pelo papel fundamental na definição da textura desses produtos (Pacheco; Sadahira, 2022). O desenvolvimento de formulações alimentícias a partir do bagaço de caju tem avançado nos últimos anos, especialmente em estudos promovidos pela Embrapa com a utilização da fibra do caju. Isso ocorre porque o bagaço de caju, resultante da extração do suco, apresenta alto teor de fibra alimentar, podendo contribuir tanto para a textura quanto para o valor nutricional de produtos análogos à carne. Além disso, os produtos à base de fibra de caju contribuem para ampliar o aproveitamento do fruto, gerar renda e diversificar a dieta da população (Maciel, 2022). Outra matéria-prima de grande potencial são as algas, consumidas há séculos e cujo uso como ingredientes alimentares funcionais tem ganhado destaque.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Procedimentos para a formação de mudas de umbu-cajazeira clonadas por estaquia.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178383</link>
      <description>Título: Procedimentos para a formação de mudas de umbu-cajazeira clonadas por estaquia.
Autoria: SOUZA, F. X. de; MENDES, N. V. B.
Conteúdo: Este trabalho apresenta informações obtidas de produtores e de pesquisas com técnicas e procedimentos aplicados na formação de mudas clonadas por estaquia da umbu-cajazeira. A coleta de propágulos para a formação de estacões e de estacas menores deve ser de plantas produtivas, sadias e vigorosas. As podas e os cortes para a retirada dos propágulos devem ser feitos com rigor e cuidados, utilizando-se motosserras, serrotes, ferramentas afiadas e higienizadas, para diminuir os danos à planta e otimizar o rendimento e a qualidade das estacas. Ressalta-se que, tanto os estacões como as estacas menores, devem ser retiradas de caules de plantas adultas de umbu-cajazeira em caducifólia, ou seja, quando estiverem na fase de repouso vegetativo, desfolhadas e com gemas intumescidas, o que, no Semiárido nordestino, geralmente ocorre de agosto a outubro. Os frutos da umbu-cajazeira são do tipo drupa, conhecidos por diversos nomes comuns: cajá, umbu, umbu-cajá, cajá-umbu, cajarana, cajazinha, cajá-amarelo, cajá-do-sertão, umbu-amarelo, entre outros. Essa diversidade de nomes dificulta a identidade nominal, mascara a mensuração do real volume de produção e a importância agrossocioeconômica da umbu-cajazeira. Um exemplo é a comercialização de umbu-cajás nos mercados de Recife, Natal e Fortaleza, onde os frutos são vendidos e nominados como cajá, cajarana e umbu. Porém, apenas uma pequena quantidade é vendida como umbu-cajá ou cajá-umbu. O mesmo ocorre com seus produtos processados no mercado nacional. Portanto, a umbu-cajazeira dá nome e fama ao cajá e ao umbu.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178383</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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