<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Communidade: Embrapa Algodão (CNPA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/6</link>
    <description>Embrapa Algodão (CNPA)</description>
    <pubDate>Mon, 25 May 2026 23:07:25 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-25T23:07:25Z</dc:date>
    <item>
      <title>Características bioecológicas para avaliação da qualidade de Chrysoperla externa Hagen, 1861 (Neuroptera: Chrysopidae) em laboratório.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186740</link>
      <description>Título: Características bioecológicas para avaliação da qualidade de Chrysoperla externa Hagen, 1861 (Neuroptera: Chrysopidae) em laboratório.
Autoria: ALMEIDA, R. P. de
Conteúdo: Na avaliação da qualidade de inimigos naturais, os aspectos biológicos e etológicos são de grande utilidade na identificação de organismos de alto desempenho (Almeida, 2020). Testes laboratoriais, no entanto, devem ser implementados antes da incorporação de biocontroladores em programas de controle biológico aumentativo (Vacari et al., 2025). Entre os macrorganismos, quatro espécies de crisopídeos foram registradas no Brasil, sendo Chrysoperla externa Hagen, 1861 (Neuroptera: Chrysopidae) (Figura 1) a mais comum na região Neotropical (Freitas; Penny, 2001; Freitas, 2003). Essa espécie destaca-se por ser um predador polífago de insetos de importância econômica de diversas culturas a exemplo dos ácaros, cochonilhas, pulgões, larvas de lepidópteros, moscas-brancas entre artrópodes de tamanho pequeno e tegumento facilmente perfurável (Gravena; Cunha 1991; Freitas; Fernandes, 1996; Carvalho; Souza, 2000). Sua utilização na lavoura é favorecida devido às facilidades na criação em larga escala (Pappas et al., 2011).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186740</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O fósforo na agricultura: disponibilidade no solo e funções na planta.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186403</link>
      <description>Título: O fósforo na agricultura: disponibilidade no solo e funções na planta.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: Este documento apresenta a dinâmica do fósforo no sistema solo-planta, abordando desde os processos metabólicos e sintomas de deficiência ou excesso até o papel crucial dos microrganismos e da matéria orgânica em sua disponibilidade. São discutidas, ainda, as principais fontes de fósforo e as práticas de adubação, com foco especial no desempenho das culturas de algodão, amendoim, gergelim, mamona e sisal. Mais do que um manual técnico, esta publicação busca incentivar a integração da temática 'fósforo' como prioridade em projetos de pesquisa voltados a solos e nutrição vegetal.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186403</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Agricultura regenerativa: manejo do solo e produção agrícola sustentável.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186407</link>
      <description>Título: Agricultura regenerativa: manejo do solo e produção agrícola sustentável.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: O objetivo da agricultura regenerativa não é restaurar a pré-agricultura nativa, mas alavancar processos ecológicos na natureza com o intuito de melhorar a saúde do sistema agrícola como um todo. O termo “agricultura regenerativa” foi cunhado pela primeira vez por Gabel (1979). Depois, Rodale (1986) desenvolveu ainda mais o conceito para incluir algumas opções que abrangessem uma abordagem holística com foco em melhorias ambientais e sociais, sem o uso de fertilizantes e agrotóxicos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186407</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Podridão das maçãs do algodoeiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184635</link>
      <description>Título: Podridão das maçãs do algodoeiro.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: A podridão das maçãs do algodoeiro é uma patogenia que atinge produtores de algodão do mundo inteiro. Condições climáticas favoráveis como precipitações pluviométricas, umidade relativa do ar e temperatura altas contribuem de sobremaneira para o apodrecimento das maçãs. Trata-se de uma série de doenças causadas por bactérias e fungos que culmina em danos ao fruto, à fibra e à semente. Os patógenos atacam as maçãs do algodoeiro diferentes formas: por lesões provocadas por insetos ou danos mecânicos; através dos estômatos, dos nectários e das suturas de abertura entre os carpelos ou atravessando a parede celular dos frutos. As principais espécies responsáveis por esse dano na cultura do algodão são: Fusarium spp., Diplodia spp., Glomerella gossypii, Xanthomonas spp., Rhizoctonia spp. e Alternaria spp. A doença pode ser agravada por espaçamentos densos de plantio, que restringe o fluxo de ar e a possibilidade de secagem das maçãs. As medidas de controle são: seleção de locais para a instalação da cultura com climas que não propiciem o desenvolvimento da doença; drenagem do solo; seleção de variedades adaptadas à região, com folha tipo Okra, bráctea tipo Frego e ausência de néctar; adubação balanceada e sem excesso de nitrogênio e manejo adequado de pragas.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184635</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

