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    <title>DSpace Coleção: Sistema de Produção (CPATC)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/550</link>
    <description>Sistema de Produção (CPATC)</description>
    <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 02:15:32 GMT</pubDate>
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      <title>Sistema de produção de mangaba para a região nordeste do Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155762</link>
      <description>Título: Sistema de produção de mangaba para a região nordeste do Brasil.
Autoria: SILVA JUNIOR, J. F. da; LEDO, A. da S.
Conteúdo: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) é uma espécie frutífera de distribuição ampla, com ocorrência nos Tabuleiros Costeiros, Baixada Litorânea e Cerrados do Brasil. No Nordeste, desempenha um importante papel econômico, social e cultural para as populações do litoral da região. A produção de mangaba é proveniente quase que totalmente do extrativismo, praticado por populações tradicionais constituídas, em sua maioria, por mulheres, autodenominadas “catadoras de mangaba”. As áreas cultivadas têm crescido nos últimos anos na região, bem como no Centro-Oeste, e a mangaba tem alcançado elevados preços no mercado de frutas in natura e na agroindústria. A demanda por sua polpa congelada, sucos e sorvetes vem aumentando em todo o país, com destaque para o Nordeste, mas também nos estados de Minas Gerais, Goiás e Tocantins. A fruta possui sabor e aroma singulares, e boas quantidades de vitamina C e ferro, o que lhe garante um lugar entre os alimentos com qualidades nutracêuticas</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155762</guid>
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      <title>Sistema de produção de mangaba para a Região Nordeste do Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155761</link>
      <description>Título: Sistema de produção de mangaba para a Região Nordeste do Brasil.
Editor(es): SILVA JUNIOR, J. F. da; LEDO, A. da S.
Conteúdo: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) é uma espécie frutífera de distribuição ampla, com ocorrência nos Tabuleiros Costeiros, Baixada Litorânea e Cerrados do Brasil. No Nordeste, desempenha um importante papel econômico, social e cultural para as populações do litoral da região. A produção de mangaba é proveniente quase que totalmente do extrativismo, praticado por populações tradicionais constituídas, em sua maioria, por mulheres, autodenominadas ?catadoras de mangaba?. As áreas cultivadas têm crescido nos últimos anos na região, bem como no Centro-Oeste, e a mangaba tem alcançado elevados preços no mercado de frutas in natura e na agroindústria. A demanda por sua polpa congelada, sucos e sorvetes vem aumentando em todo o país, com destaque para o Nordeste, mas também nos estados de Minas Gerais, Goiás e Tocantins. A fruta possui sabor e aroma singulares, e boas quantidades de vitamina C e ferro, o que lhe garante um lugar entre os alimentos com qualidades nutracêuticas. Para esta publicação, foram reunidos alguns dos maiores especialistas do país em suas áreas de atuação e com experiência na cultura da mangaba nos estados de Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Bahia, Pará e na região do Planalto Central do Brasil. A participação direta da iniciativa privada, sobretudo na industrialização, permitiu que o sistema de produção também fosse validado por esse importante segmento. Com isso, a Embrapa e instituições parceiras disponibilizam aos atores e aos diversos constituintes da cadeia produtiva da mangaba, informações atualizadas para a produção da fruta no Nordeste do Brasil, reunindo as tecnologias geradas e adaptadas disponíveis para a cultura nessa região. Na medida do possível, procurou-se, também, abordar técnicas de manejo relacionadas à produção extrativista, tendo em vista o predomínio desse sistema na produção de mangaba.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Sistema de produção de milho para zona da mata e agreste nordestinos.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1076514</link>
      <description>Título: Sistema de produção de milho para zona da mata e agreste nordestinos.
Editor(es): PACHECO, E. P.
Conteúdo: O milho (Zea mays) é o grão de maior relevância nacional dada a sua importância econômica e social. Essencial para diversas cadeias produtivas alimentares (humana e animal), com intenso efeito multiplicador na geração de renda, congrega uma gama de produtores com níveis tecnológicos completamente diversos. Possui uma capilaridade espacial abrangente no território nacional, com 16.110 milhões de hectares plantados (IBGE, 2016) e dinâmicas regionais que, em alguns aspectos, tendem a se diferenciar substancialmente. Mesmo sendo uma cultura de exportação com tendência a certo grau de homogeneidade nos pacotes tecnológicos adotados, verifica-se, ao nível de produção macrorregional, pólos dinâmicos de sucesso e regiões pouco dinâmicas ou estagnadas em relação ao estado da arte da tecnificação adotada. Alavancada, principalmente, pela demanda externa crescente e intensificada pelas taxas de crescimento do mercado interno, a cultura do milho mostrou-se bastante dinâmica com intenso aumento de produtividade nas zonas fisiográficas da Zona da Mata e Agreste nordestinos. No entanto, para que esse aumento de produtividade seja sustentável, os processos produtivos devem ser organizados em um sistema de produção, que pode ser definido como a integração dos recursos naturais e humanos com tecnologias de sistemas de cultivo disponíveis, que devem ser gerenciados e interligados de forma lógica. Para se cultivar milho utilizando um sistema de produção adequado, deve-se ter conhecimento da inserção de uma determinada região dentro do programa de zoneamento agrícola de risco climático (ZARC), um instrumento técnico utilizado na política agrícola e social do país, para redução do risco de perdas agrícola, a partir do estabelecimento de calendários de plantio em regiões com aptidões edafoclimáticas adequadas. Dentro de um sistema de produção, também deve-se estar atento quanto à escolha das cultivares adequadas, um processo complexo e que exige um grande conhecimento, capacidade de observação e análise das informações disponíveis sobre o ambiente, sobre as cultivares disponíveis e das suas respostas aos diversos fatores do sistema de produção utilizado, como adubação e calagem, tipo de manejo do solo, controle de pragas, controle de doenças e controle de plantas daninhas. Além disso, deve-se considerar a comercialização e o custo de produção, para que essa atividade agrícola seja lucrativa. Portanto, todos esses fatores de produção citados, não devem ser analisados de forma compartimentalizada, mas sim de forma sistêmica, para que as tecnologias disponíveis sejam aplicadas de forma compatível entre elas e coerente com os recursos naturais disponíveis. Considerando que as tecnologias agrícolas são dinâmicas com frequentes lançamentos de novas cultivares, bem como adaptação de novos sistemas de cultivo, em alguns capítulos desta publicação, procura-se orientar o produtor a buscar informações em outras fontes, para que as informações aqui contidas não sejam uma verdade absoluta, mas sim um guia para obtenção de informações atualizadas, a respeito do sistema de produção de milho para a Zona da Mata e Agreste nordestinos.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A cultura do coqueiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1052944</link>
      <description>Título: A cultura do coqueiro.
Editor(es): FONTES, H. R.; FERREIRA, J. M. S.
Conteúdo: No Brasil, a cocoicultura é de fundamental importância, estimando-se que gera emprego e renda no processo de produção, além dos inúmeros empregos indiretos gerados ao longo da cadeia produtiva. Em termos de empregos gerados, estudos na área informam que 1 ha de coco ocupa, em média, três pessoas em emprego direto e que cada emprego direto gera quatro empregos indiretos. De posse dessa relação, e considerando a área colhida no Brasil em 2013, que foi de aproximadamente 257.462 ha, tem-se um total de, pelo menos, 772.386 empregos diretos e 3.089.544 empregos indiretos gerados ao longo da cadeia produto do coco.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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