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    <title>DSpace Coleção: Livro técnico (CPATSA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/502</link>
    <description>Livro técnico (CPATSA)</description>
    <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:22:03 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-22T19:22:03Z</dc:date>
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      <title>Fruteiras temperadas:sistema de produção em ambiente tropical.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174955</link>
      <description>Título: Fruteiras temperadas:sistema de produção em ambiente tropical.
Autoria: LOPES, P. R. C.
Conteúdo: O cultivo de frutíferas de climas subtropical e temperado é uma atividade restrita às regiões Sul e Sudeste do Brasil, devido às limitações climáticas existentes para as outras regiões. Nas zonas de altitude da Região Nordeste (acima de mil metro), as culturas do caquizeiro, pessegueiro e marmeleiro foram exploradas experimentalmente pelo antigo Instituto de Pesquisa Agropecuária do Ministério da Agricultura, nos municípios de Itirucú e Maracás, no estado da Bahia. Nos referidos municípios, o caquizeiro ainda é cultivado por pequenos agricultores em escala comercial. Mais recentemente, no município de Ibicoara, no estado da Bahia, a 1,2 mil metros de altitude, algumas empresas começaram a cultivar a macieira e a ameixeira em escala comercial com bons resultados. Em Petrolina, PE, a Embrapa Semiárido, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf ), iniciou atividades de pesquisa com a pereira, a macieira e o caquizeiro, no intuito de encontrar alternativas de cultivo para as áreas irrigadas. Os experimentos foram instalados no campo experimental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Semiárido, Petrolina, PE) e em áreas de produtores, no município de Petrolina, PE, localizada na coordenada geográfica 9º09'S, 40º22'O, a uma altitude de 365,5 m. Segundo Köeppen, o clima da região é classificado como tipo Bswh (região semiárida muito quente). A temperatura média anual é de 26,7 oC, mínima de 20,8 oC e máxima podendo atingir até mais de 40 oC. A precipitação média anual é de 407 mm e a umidade relativa do ar média é de 60,7%. As pesquisas foram iniciadas em 2007 e os resultados obtidos até o momento são muito animadores, devido à produtividade e qualidade dos frutos. Com base nos resultados obtidos, muitos produtores já estão cultivando em escala comercial.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174955</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Melão e melancia: cultivares, sistema de produção e mercado.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174968</link>
      <description>Título: Melão e melancia: cultivares, sistema de produção e mercado.
Autoria: YURI, J. E.
Conteúdo: O melão (Cucumis melo L.) e a melancia [(Citrullus lanatus (Thunb.) Matsum &amp; Nakai] pertencem à família das Cucurbitáceas, sendo espécies muito cultivadas e apreciadas mundialmente. Ambos apresentam grande importância socioeconômica no Brasil devido às suas características de ciclo relativamente curto, com elevadas produções por área, demandando o emprego de grande número de mão de obra e gerando renda para os produtores, que em sua grande maioria, são agricultores familiares. No Brasil, no ano de 2020, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidas aproximadamente 614 mil toneladas de frutos de melão em uma área próxima de 24 mil hectares, com uma média de produtividade de 25,7 t/ha. Nesse mesmo ano, a produção de melancia foi da ordem de 2,18 milhões de toneladas de frutos colhidos em uma área de 98 mil hectares, proporcionando uma produtividade média de 22,2 t/ha. O estado do Rio Grande do Norte se destacou como o maior produtor, tanto de melão como de melancia. Apesar de serem da mesma família, cada uma apresenta sua particularidade. O melão tem o cultivo basicamente concentrado na região Nordeste do país, sendo produzido tanto por pequenos agricultores familiares, assim como por grandes empresas agrícolas, que produzem milhares de hectares por ano. Para o cultivo de melão, atualmente, uma série de tecnologias de produção foram inseridas, tais como novos híbridos, entre as quais podem ser citadas as cultivares BRS Anton e BRS Araguaia, novos sistemas de cultivo, com utilização de filmes plásticos para cobertura de solo, aplicação de manta para o controle de pragas, uso de irrigação localizada e fertirrigação, com aplicação de fertilizantes e agroquímicos via água de irrigação, controle de polinização, colheita e pós‑colheita.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174968</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Manejo florestal na caatinga: 40 anos de experimentação.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1164987</link>
      <description>Título: Manejo florestal na caatinga: 40 anos de experimentação.
Editor(es): PAREYN, F. G. C.; RIEGELHAUPT, E. M.; GARLET, A.; GARIGLIO, M. A.
Conteúdo: Manejo Florestal na Caatinga: 40 anos de experimentação. A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro que abriga uma rica biodiversidade e é fonte de produtos e serviços ambientais para uma população de cerca de 28 milhões de pessoas. Esse bioma é a região semiárida mais povoada do mundo e está ameaçado pelo desmatamento ilegal, pela expansão da agropecuária desordenada, obras de infraestrutura, extração descontrolada de lenha, queimadas e incêndios florestais, que em geral é o modo de operar de quem não tem a percepção das características especiais do A Caatinga abriga 4.963 espécies de plantas e uma imensa riqueza humana, incluindo 31 etnias indígenas, quilombolas, vazanteiros, sertanejos, quebradeiras de babaçu, pescadores artesanais, comunidades de fecho e fundo de pasto, entre outros. Essa diversidade cultural e biológica exige a implementação de políticas que garantam condições de vida digna, como os programas de difusão de tecnologias de convivência com o Semiárido. Uma das tecnologias mais difundidas são as cisternas, que armazenam águas das chuvas para os períodos de estiagem, permitindo a produção da agricultura familiar durante todo o ano. Neste contexto, o manejo florestal sustentável surge como a alternativa para atender à demanda por produtos florestais, em face dos desafios do combate ao desmatamento, degradação da terra, desertificação, mitigação dos efeitos da seca e adaptação à emergência climática. Contudo, para ser efetivo, o manejo florestal deve ser implementado de acordo com metodologias validadas pela ciência. Esse livro é o resultado do trabalho técnico e científico desenvolvido de forma coletiva e colaborativa pela equipe de pesquisadores, técnicos e especialistas, integrantes da Rede de Manejo Florestal da Caatinga (RMFC), da qual fazem parte organizações governamentais e não governamentais. Nele são descritos os resultados e as análises da pesquisa conduzida em treze Unidades Experimentais (UE), constituídas por parcelas permanentes, instaladas a partir da década de 80, nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia. São unidades experimentais orientadas ao manejo florestal sustentável, instaladas de forma sistemática e geograficamente representativas da diversidade ambiental do bioma caatinga, requisitos fundamentais para entender a dinâmica das florestas e suas respostas às técnicas de manejo. As unidades experimentais são locais de monitoramento e observação contínua e padronizada da prática do manejo florestal sustentável da caatinga, permitindo a obtenção de informações e dados estatísticos com rigor técnico-científico. Elas são testemunhas de cerca de 40 anos de experimentação de manejo florestal sustentável. Os primeiros resultados das pesquisas feitas pela Rede de Manejo Florestal da Caatinga foram publicados pelo MMA e o Serviço Florestal Brasileiro, em 2010, no livro “Uso Sustentável e Conservação dos Recursos Florestais da Caatinga”.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Agricultura de baixa emissão de carbono em regiões semiáridas: experiência brasileira.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1150080</link>
      <description>Título: Agricultura de baixa emissão de carbono em regiões semiáridas: experiência brasileira.
Editor(es): GIONGO, V.; ANGELOTTI, F.
Conteúdo: O aumento da concentração dos gases de efeito estufa (GEE) a partir da revolução industrial se tornou um alerta para as atividades antrópicas. Ampliando-se o grau de informação sobre as consequências que as emissões desses gases têm para a vida no planeta, a opção por estratégias de produção que resultem em mínimo impacto ambiental tornou-se uma necessidade. Fortalecendo o conceito e a perspectiva da sustentabilidade, o presente livro traz, à luz da visão sistêmica, interconectada e interdependente, os fatores, fenômenos e processos que ocorrem no Semiárido brasileiro para desenvolver uma agricultura de baixa emissão de carbono. Nessa ótica, a pesquisa tem tido um papel importante para promover a sustentabilidade, nas vertentes ambiental, econômica e social, frente aos impactos negativos dos cenários climáticos sobre os ambientes naturais e os sistemas agropecuários. Entretanto, a partir desse desafio, surgiram novas oportunidades, por meio da integração de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação, resultando na proposição de tecnologias que promovem a adaptação dos sistemas de produção e contribuem para a segurança alimentar e o controle das emissões dos GEE. Tecnologias e práticas sustentáveis são alternativas imperativas para aumentar o estoque de carbono e reduzir os impactos das mudanças climáticas, aumentando a produtividade dos agroecossistemas no Semiárido. Este livro descreve algumas estratégias e práticas agrícolas que podem ser utilizadas como tecnologias de baixa emissão de carbono e contribuem para a construção de agroecossistemas sustentáveis. Entre elas, destacam-se a seleção de espécies de plantas tolerantes aos estresses bióticos e abióticos, uso de condicionadores de solo com múltiplas funções, adoção de sistemas de plantio direto, uso de adubos verdes (coquetel vegetal), tecnologias para estocar água e melhorar sua eficiência e produtividade, a incorporação de fontes energéticas renováveis, experiências de integração lavoura-pecuária-floresta e desenhos de agroecossistemas multifuncionais. Todas essas estratégias precisam ser analisadas e integradas às estruturas edafoclimática, econômica, política e social do Semiárido. Além de apresentar as pesquisas desenvolvidas no Semiárido, o livro traz análise e elementos para a proposição de políticas públicas, associadas à necessidade de aumentar a capacidade adaptativa e mitigatória da sociedade e da economia regional diante das mudanças climáticas. Essas informações e o avanço do conhecimento contextualizado que foram reunidos neste livro poderão contribuir para o fortalecimento da capacidade de condução de sistemas agrícolas sustentáveis em regiões semiáridas para fazer frente aos cenários climáticos.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1150080</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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