<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CENARGEN)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/447</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CENARGEN)</description>
    <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 20:07:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-05T20:07:36Z</dc:date>
    <item>
      <title>Estudo da diversidade genética dos equinos Baixadeiro e Lavradeiro por ferramentas genômicas para conservação.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183074</link>
      <description>Título: Estudo da diversidade genética dos equinos Baixadeiro e Lavradeiro por ferramentas genômicas para conservação.
Autoria: INGLIS, K. V. V.; FARIA, D. A. de; RODRIGUES, C. S.; BRAGA, R. M.; LIMA, F. C.; PAIVA, S. R.
Conteúdo: Esse estudo teve como objetivo avaliar por meio de ferramentas genômicas os equinos Baixadeiro e Lavradeiro, que são grupamentos genéticos ameaçados de extinção, para apoiar programas de conservação e manejo genético. Foram genotipados 171 animais e após o controle de qualidade restaram 81 Baixadeiros e 68 Lavradeiros. Os Baixadeiros foram genotipados com 1.498 SNPs do EMBRAPA multispecies 65K Illumina Infinium1 chip, restando 1.452 após filtragem. Para os Lavradeiros, 62.793 SNPs do Beadchip GGP Equine 70K foram analisados, resultando em 11.904 SNPs após filtragem de qualidade. Nos Baixadeiros, foram analisadas duas populações, de acordo com o local da coleta, a heterozigosidade observada das denominadas Pop. A e PoP. B foram em torno de 0,46 e o coeficiente de endogamia (FIS) positivo sugere uma leve endogamia nas duas populações (Pop. A: 0,008 e Pop. B: 0,001). O grupamento genético Lavradeiro apresentou heterozigozidade observada igual a 0,32, e valor negativo do FIS indica ausência de endogamia (-0,01). Uma análise de correlação entre todos os indivíduos de cada um dos grupamentos genéticos (matrizes de IBD) mostra que poucos indivíduos apresentam grande grau de parentesco entre si, o que torna possível manejo reprodutivo do rebanho e manutenção da variabilidade genética. Juntando os marcadores em comum dos dois chips, e outros grupamento genéticos brasileiros de equinos, a distância genética (FST) foi determinada assim como a estrutura populacional usando ADMIXTURE e análise dos componentes principais (PCA). A estrutura populacional entre os rebanhos de Baixadeiro é constante, ou seja, sem diferenciação genômica, o mesmo observado no rebanho Lavradeiro, onde apenas alguns animais apresentam composição genômica diferenciada, o que agora pode ser investigado pela morfologia dos mesmos. Os grupamentos genéticos e demais grupamentos brasileiros apresentam uma proximidade genômica equivalente a uma proximidade geográfica, porém, em geral, os Lavradeiros são geneticamente diferenciados, o que não é observado entre os Baixadeiros e os demais grupamentos genéticos do Norte brasileiro. Distâncias genética entre Baixadeiro e Puruca e Marajoara por vezes não permite a separação de três grupamentos. A análise de exclusão de paternidade encontrou 21 relações duos nos Baixadeiro e 2 trios completos, enquanto nos Lavradeiro, 10 duos e 4 trios, resultados a serem olhados com cautela pois se baseiam na provável data de nascimento dos animais. Os resultados fornecidos com base em dados genômicos fornecem uma base sólida para futuros cruzamentos e coleta de germoplasma, assegurando a conservação dos grupamentos genéticos e evitando a extinção dos mesmos. O estudo é crucial para desenvolver estratégias de manejo sustentável, promovendo a conservação do material genético para as próximas gerações.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183074</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Diversidade genética das raças ovinas brasileiras: SNPs associados à cor da pelagem.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182294</link>
      <description>Título: Diversidade genética das raças ovinas brasileiras: SNPs associados à cor da pelagem.
Autoria: FARIA, D. A. de; RODRIGUES, C. S.; SILVA, K. de M.; FACO, O.; MORAES, J. C. F.; SOUZA, C. J. H. de; CAETANO, A. R.; MCMANUS, C.; PAIVA, S. R.
Conteúdo: O objetivo deste estudo foi avaliar um painel com 13 marcadores do tipo polimorfismo de nucleotídeo único (SNP), funcionais e não funcionais, em genes previamente associados à determinação da pelagem (ASIP, MC1R, TYRP1 e MITF), visando à caracterização da cor da pelagem em ovinos brasileiros. Em estudos de SNPs, marcadores não funcionais são aqueles sem efeito direto conhecido sobre proteína ou expressão gênica. Foram genotipadas 1.152 amostras de DNA de ovinos de 15 raças, incluindo animais conservados ex situ no Banco Brasileiro de Germoplasma Animal (BBGA), e estimadas as frequências alélicas por raça em cada gene/região, bem como as frequências haplotípicas dos SNPs nos genes MC1R e TYRP1. No gene ASIP, a variante da inserção de 5-pb (AGGAA) da indel g.100- 105del (D5) foi a mais frequente, assim como o alelo G do loco rs401457425 A&gt;G. No gene MC1R, o alelo T (E+) predominou no p.M73K e o alelo G (E+) no p.D121N, ambos associados a pelagem branca. No gene MITF, o alelo T do rs414386339 C&gt;T foi o mais frequente, enquanto o alelo G do loco rs429090866 A&gt;G predominou. Foram identificados três haplótipos para o MC1R, sendo o Haplótipo 1, associado à cor branca, o mais frequente, presente em 14 raças. No TYRP1, foram identificados quatro haplótipos, com o Haplótipo 4 presente em todas as raças. Conforme os resultados observados, as amostras de germoplasma do BBGA retém parte da diversidade genética das populações conservadas in situ. Apesar de ajustes para sua otimização serem recomendados, o painel reduzido foi eficiente em genotipar as raças ovinas brasileiras. Tal ferramenta pode ser aplicada em estudos de conservação de recursos genéticos e melhoramento animal, impactando diretamente a cadeia produtiva de lã e pele, sobretudo em raças localmente adaptadas de grande importância econômica, como a Crioula.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182294</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Uso de ferramentas genômicas no manejo do Núcleo de Conservação Animal da Embrapa Pantanal.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1179430</link>
      <description>Título: Uso de ferramentas genômicas no manejo do Núcleo de Conservação Animal da Embrapa Pantanal.
Autoria: GUAZZELI, L. de M.; ARAUJO, A. M. de; SANTOS, S. A.; JULIANO, R. S.; RODRIGUES, C. S.; FARIA, D. A. de; PAIVA, S. R.
Conteúdo: A Embrapa Pantanal possui um núcleo de conservação, onde são mantidos in situ rebanhos de ovinos, equinos e bovinos Pantaneiros. Esse estudo teve como objetivo avaliar a diversidade genética dos rebanhos equino e ovino, e através de ferramentas genômicas, gerar resultados práticos que auxiliam o manejo genético. Após o controle de qualidade, foram analisadas 81 e 102 amostras de ovinos e equinos Pantaneiros, com 2.549 e 1.476 SNPs respectivamente. Foi avaliada a diversidade, estrutura genética do rebanho e testes de exclusão de paternidade foram performados. Em termos de diversidade genética, a heterozigosidade observada (Ho) do rebanho ovino é igual a 0,412 e do equino, 0,472, e ambos os rebanhos apresentaram o coeficiente de endogamia (FIS) negativo, indicando uma considerável taxa de variabilidade genética e baixa endogamia. A análise de estrutura populacional dos ovinos Pantaneiros mostra duas composições genéticas distintas no rebanho, (K=2), sendo que essa segunda identidade genômica foi identificada como proveniente do Santa Inês. Os equinos Pantaneiros (K=3) mostram-se com uma estruturação ainda mais complexa, presença de outra(s) raça(s) ou subpopulações, as quais ainda não foram identificadas. O teste de exclusão de paternidade no rebanho ovino identificou 3 duos, informações estas que não estavam presentes na plataforma Alelo Animal. Nos equinos, o resultado foi de 19 trios e 33 duos, enquanto sete trios e 14 duos estão de acordo com as informações de pedigree registradas na Plataforma. Esses resultados apresentam uma oportunidade de enriquecer estratégias de conservação, orientando a seleção criteriosa de progenitores em cruzamentos futuros.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1179430</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação agronômica e química de Quebra- Pedra (Phyllanthus amarus e P. niruri) em quatro localidades no Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1177844</link>
      <description>Título: Avaliação agronômica e química de Quebra- Pedra (Phyllanthus amarus e P. niruri) em quatro localidades no Brasil.
Autoria: VIEIRA, R. F.; SILVA, D. B. da; ALVES, R. de B. das N.; CANUTO, K. M.; PEREIRA, R. de C. A.; FONSECA, M. C. M.; CHAVES, F. C. M.; MAGALHAES, P. M. de; MONTANARI JUNIOR, I.; MELO, L. A. M. P. de
Conteúdo: O uso do chá de quebra-pedra (Phyllanthus spp.) para o tratamento de cálculo renal é muito comum no Brasil. A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde (ReniSUS) recomenda o estudo de quebra-pedra (Phyllanthus amarus, P. niruri), visando subsidiar a elaboração de fitoterápicos a serem disponibilizados para a população. Phyllanthus niruri e P. amarus são as espécies mais estudadas no efeito na dissolução de cálculos renais e/ou biliares e ação diurética. A maior parte do quebra-pedra que abastece o mercado de fitoterápicos provém de coleta extrativista, o que gera uma matéria-prima de origem e qualidade duvidosa. Além disso, a variabilidade genética das amostras pode refletir níveis dos marcadores químicos fora das especificações recomendadas pelas normas do sistema de saúde. O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção de matéria-seca e o rendimento de marcadores químicos de duas espécies de quebra-pedra Phyllanthus niruri e P. amarus, em diferentes localidades do Brasil. Dois genótipos de quebra-pedra (Phyllanthus amarus e P. niruri) foram cultivados em quatro locais (Viçosa, MG; Paraipaba, CE; Manaus, AM; e Campinas, SP), sendo avaliados quanto à altura da planta, o peso seco da planta inteira e o peso seco dos talos e folhas. Os teores de polifenóis totais e ácido gálico de folhas e talos das plantas foram analisados por espectrofotômetro de absorção na região do UV/Visível e cromatógrafo líquido de alta eficiência, respectivamente. Phyllanthus niruri apresentou maior altura média, 70,7cm, que P. amarus, 60,4cm, alcançando seu maior porte no cultivo em Manaus. A produção de folhas, talos e a parte aérea apresentou comportamento semelhante entre as duas espécies, sendo sempre superior em P. amarus, e nas regiões de menores latitudes e maiores temperaturas (Paraipaba e Manaus). O maior rendimento de peso seco da planta, dos talos e das folhas foi observado em P. amarus em Manaus (671,6g; 343,7g; 328g) e Paraipaba (953,4; 485g; 468,6g). Estima-se uma produção de 460 kg/ha de matéria seca de P. amarus em Campinas, 800 kg/ha em Viçosa, 3.355 kg/ha em Manaus e 4.765 kg/ ha em Paraipaba e 360 kg/ha de matéria-seca de P. niruri em Campinas, 570 kg/ha em Paraipaba, 710 kg/ha em Viçosa e 810 kg/ha em Manaus. Ambas as espécies apresentaram teores similares de ácido gálico nas folhas, sendo que em Manaus e Viçosa, esta produção foi maior. Phyllanthus niruri apresentou maior teor de compostos fenólicos que P. amarus, com destaque para Manaus. A produção de ácido gálico e polifenóis nos talos das plantas foi superior em P. amarus, sendo que houve maior produção de ácido gálico em Manaus e Viçosa e de polifenóis em Campinas e Viçosa. A produção média de ácido gálico nas folhas foi equivalente entre as duas espécies, alcançando o maior valor em P. niruri em Manaus, com 8,9 mg ác. gálico/g. No entanto, para os compostos fenólicos, os valores foram superiores em P. niruri, sendo novamente superiores em Manaus, atingindo 94,7 mg ác. gálico/g. Estes resultados apontam que a produção das duas espécies pode ser feita em diferentes regiões brasileiras de uma forma satisfatória para atender aos requerimentos dos programas de fitoterapia, com destaque para Manaus.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1177844</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

