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    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPUV)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/42949</link>
    <description>Capítulo em livro técnico (CNPUV)</description>
    <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 07:56:45 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-25T07:56:45Z</dc:date>
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      <title>Cobertura vegetal e uso do solo.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186397</link>
      <description>Título: Cobertura vegetal e uso do solo.
Autoria: HASENACK, H.; WEBER, E. J.; SARMENTO, E. C.
Conteúdo: As formações campestres dominam a paisagem da região da Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha desde, pelo menos, 42.000 anos antes do presente, mas no final do Pleistoceno, há cerca de 11.500 anos, houve um aumento da umidade e da temperatura que favoreceu a expansão da vegetação arbórea (Behling et al., 2005). Na paisagem atual, ela ocorre na forma de matas de galeria e em áreas de relevo mais ondulado nas encostas menos ensolaradas voltadas para o sul. Os humanos alcançaram a região há cerca de 7.000 anos, mas o uso começou a se intensificar com a chegada dos europeus, no final do século XVII. Eles introduziram o gado bovino nos campos nativos das Missões, no nordeste da Campanha, e depois a criação se expandiu por toda a região, para produção de couro e charque (Pébayle, 1971a). No final desse mesmo século, os açorianos introduziram o cultivo do arroz no litoral gaúcho, que posteriormente avançou para as várzeas úmidas ao longo dos principais rios da Depressão Central e da Campanha Gaúcha (Pébayle, 1971b). No século XX, a pecuária de corte e o arroz tornaram-se os principais produtos do setor primário na região. Com avanços tecnológicos a partir da década de 1960, a soja também passou a ser cultivada na Campanha, inicialmente sobre solos bem drenados e, a partir de 2010, em áreas de cultivo do arroz (ver mais sobre o contexto nos Capítulos 2 e 15).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186397</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Geodiversidade.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186392</link>
      <description>Título: Geodiversidade.
Autoria: HOFF, R.; FARIAS, A. R.
Conteúdo: estado do Rio Grande do Sul, é o maior produtor de uva do Brasil, responsável por mais de 54% da produção e 55% da superfície cultivada nacional em 2022 (IBGE, 2023). A produção vem aumentando desde a década de 1990 (mais de 40%), conforme Mello e Machado (2017). Está concentrada principalmente nas regiões vitivinícolas da Serra Gaúcha, Campanha e Serra do Sudeste, mas está presente em quase todos os municípios do Rio Grande do Sul (91%), o que lhe confere uma identidade cultural vitivinícola (Falcade, 2016). Os vinhedos estão implantados em topologias, solos e rochas diversificadas, nas províncias geomorfológicas (PG) Serra Geral, Depressão Periférica (Depressão do Rio Jacuí e Depressão do Rio Ibicuí), Escudo Sul-rio-grandense (Planaltos Rebaixados e Planaltos Residuais) e, até mesmo, na Planície Costeira (IBGE, 2003). A maior parte da área vitícola do Rio Grande do Sul está assentada na Província Geomorfológica Serra Geral, sobre terrenos do Grupo Serra Geral (Arioli; Licht, 2006, Rossetti et al., 2018), sendo que as rochas basálticas (material geológico formador dos solos dessas regiões) estão recobertas, quase sempre, por rochas ácidas a intermediárias (Carneiro; Almeida, 1990). Os estudos de paisagem relacionados à vitivinicultura são tradicionais em diversos países, incluindo seu uso como imagem identitária de regiões com referenciação espacial/territorial, como as indicações geográficas (IG) (Maby, 2002; Falcade, 2010a; 2010a; Falcade, 2013).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186392</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estruturação da indicação geográfica e área delimitada.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186386</link>
      <description>Título: Estruturação da indicação geográfica e área delimitada.
Autoria: FALCADE, I.; TONIETTO, J.
Conteúdo: O marco regulatório brasileiro atual sobre indicações geográficas (IGs) foi definido pela Lei da Propriedade Industrial, em 1996, que estabeleceu duas modalidades de IGs: a Indicação de Procedência (IP) e a Denominação de Origem (DO) (Brasil, 1996). Conforme a lei, as condições para registro de IGs são estabelecidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Na prática, o reconhecimento de IGs brasileiras, por meio do seu registro começou, em 2002, com a Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos, localizada na tradicional região vitivinícola da Serra Gaúcha onde, hoje, se encontram seis IGs de vinhos. A partir dos anos 1980, a região da Campanha Gaúcha, localizada no sudoeste do Rio Grande do Sul, iniciou a estruturação de um novo território do vinho. A evolução vitivinícola e tecnológica, nas três décadas seguintes, estimulou a organização dos produtores e a evolução tecnológica possibilitou que a região passasse a integrar, em 2020, o universo das indicações geográficas brasileiras de vinhos reconhecidas. Este capítulo sintetiza o processo desenvolvido para a estruturação da Indicação de Procedência Campanha Gaúcha, para vinhos finos, bem como apresenta a área geográfica delimitada da região.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Relevo.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186394</link>
      <description>Título: Relevo.
Autoria: WEBER, E. J.; SARMENTO, E. C.; HASENACK, H.
Conteúdo: O relevo da área delimitada da Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha evoluiu a partir do Planalto Sul-rio-grandense, um complexo de rochas graníticas e gnáissicas muito antigo e que passou por vários eventos tectônicos, presente na porção leste, e do Planalto da Campanha, coberto por rochas basálticas e situado na porção oeste. Essas áreas mais elevadas forneceram o material que compõe os sedimentos de diferentes idades que se encontram hoje nas partes mais baixas, principalmente na sua porção central. A formação e características dessas rochas e materiais sedimentares são descritos em maior detalhe no Capítulo 4.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186394</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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