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    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CPAF-AP)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/42913</link>
    <description>Capítulo em livro técnico (CPAF-AP)</description>
    <pubDate>Sat, 25 Apr 2026 03:09:01 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-25T03:09:01Z</dc:date>
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      <title>Plano de Negócio: Personal cursos e treinamentos Ltda.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155566</link>
      <description>Título: Plano de Negócio: Personal cursos e treinamentos Ltda.
Autoria: SIMÕES, A. F.; SOUZA, N. A. de</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155566</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Açaí, mais que um fruto, símbolo da cultura alimentar e bioeconomia da Amazônia.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1155560</link>
      <description>Título: Açaí, mais que um fruto, símbolo da cultura alimentar e bioeconomia da Amazônia.
Autoria: QUARESMA, A. P.; EULER, A. M. C.
Conteúdo: Neste artigo, pretendemos apresentar um panorama geral da cadeia de valor do açaí a partir de sua origem. Discutindo sobre os fatores que fazem do açaí o principal produto da sociobioeconomia da Amazônia, com potencial para sustentar os pilares do desenvolvimento sustentável: preservação da floresta, desenvolvimento humano e crescimento econômico. Também orientar os consumidores sobre seu importante papel nesta cadeia, no momento de escolher a origem e as características do produto consumido. Buscamos, assim, responder a algumas perguntas básicas relacionadas a sua origem, atores envolvidos na cadeia produtiva e fatores que podem influenciar a sua valorização ou depreciação. Considerando a sua extensa região de ocorrência e complexidade em termos de atores e ecossistemas, optamos pela espécie açaí de touceira (Euterpe oleracea Mart.) por seu maior volume de produção e o recorte territorial dos estados do Amapá (maior consumidor per capita) e do Pará, responsável por cerca de 90% da produção.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diversidade vegetal, uso agrícola, política fundiária e perspectivas do cerrado amapaense de 2018 a 2022.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1147133</link>
      <description>Título: Diversidade vegetal, uso agrícola, política fundiária e perspectivas do cerrado amapaense de 2018 a 2022.
Autoria: YOKOMIZO, G. K. I.; COSTA, L. do N.; FURTADO, R. G.; SANTOS, E. C. dos; SANTOS, I. C. dos
Conteúdo: A inserção de atividades agrícolas extensas na região Amazônia é tema de controvérsias, muitas vezes infundadas ou distorcidas. Essa exploração é baseada principalmente na exploração madeireira na floresta densa de terra firme, notando-se que o Cerrado presente na região Norte do País é praticamente desconhecido e sem discussões. Desta forma, o objetivo deste texto é mostrar as formas de uso atual, ocupação e possíveis consequências da utilização do Cerrado amapaense, que ainda praticamente não tem área inserida em Unidades de Conservação, podendo haver perda de importante material genético e principalmente por estar em condições climáticas tropicais, cujo desequilíbrio ambiental pode gerar impactos elevados, também se deseja mostrar o uso potencial e das políticas públicas existentes. A metodologia utilizada baseou-se na estrutura de um ensaio teórico, utilizando dados secundários, através de pesquisa bibliográfica na biblioteca ?Dr. Dorival Pimentel? da Embrapa Amapá, biblioteca Central da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), biblioteca da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) do Amapá, biblioteca do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) e em trabalhos e textos existentes na internet. Nota-se que que o uso atual é baseado principalmente na silvicultura, com baixa expressividade da agricultura extensiva, mas havendo elevado potencial de exploração para produção de alimentos, lembrando que para isso é fundamental a adoção de técnicas de manejo, material genético apropriado e existência de políticas públicas de gestão e fiscalização, o que ainda é incipiente e pouco aplicado, associando desenvolvimento com conservação ambiental.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1147133</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Óleo de pracaxi (Pentaclethra macroloba (Willd.) Kuntze): extração, recomendações técnicas e custos de produção para a comunidade do Limão do Curuá, Estado do Amapá, Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1133002</link>
      <description>Título: Óleo de pracaxi (Pentaclethra macroloba (Willd.) Kuntze): extração, recomendações técnicas e custos de produção para a comunidade do Limão do Curuá, Estado do Amapá, Brasil.
Autoria: LIRA-GUEDES, A. C.; EULER, A. M. C.; ABREU, L. F.; RIBEIRO GUABIRABA, I. R.; BARBOSA, R. C.
Conteúdo: Objetivo: descrever o processo de extração de óleo de pracaxi praticado pelas extratoras dessa comunidade, apontando recomendações de boas práticas, a fim de obter um óleo de qualidade para abastecer o mercado local e regional. Também, apresentar os de produção que possam ser utilizados para apoiar, futuramente, a comunidade na definição do preço mínimo e preço justo de venda do óleo. Métodos: o estudo foi realizado na comunidade do Limão do Curuá (00° 46' 26.76" N; 50º 09' 05.25" O), localizada no Arquipélago do Bailique, Macapá-AP. Foram realizados aplicação de formulários e conversas via WhatsApp, com 15 extratoras. Resultados: o processo de extração segue as seguintes etapas: coleta, lavagem, descascamento, secagem ao sol, trituração, preparo da massa, prensagem e envasamento do óleo, o fato de não haver cozimento e repouso das sementes. O uso da prensa artesanal aumenta o rendimento de óleo, mas ainda são necessários alguns cuidados durante o processo de extração para que a qualidade química do óleo melhore. Para extrair 100 litros de óleo são necessárias 50 latas (de 18 litros) de sementes frescas, que após secagem e trituração, equivalem a 625 kg de massa. Os custos de produção apontam a necessidade de investimento e de melhoria da gestão. Conclusão: entende-se que a valoração desse produto, deve estar associada ao trabalho dessas mulheres, à pureza e qualidade do óleo, à origem das sementes e aos serviços ecossistêmicos intrínsecos a um sistema de produção que conserva as florestas estuarinas e o saber tradicional.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1133002</guid>
      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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