<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/42912</link>
    <description>Capítulo em livro técnico (CNPA)</description>
    <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 08:46:58 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-23T08:46:58Z</dc:date>
    <item>
      <title>Gessagem do solo com ênfase no algodoeiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184642</link>
      <description>Título: Gessagem do solo com ênfase no algodoeiro.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: A aplicação de gesso agrícola ao solo tem como objetivo melhorar as suas características nas camadas mais profundas. O gesso possui uma grande solubilidade em água, por isso consegue migrar no perfil do solo de forma rápida. Apesar de não alterar o pH, é capaz de diminuir a fitotoxidez por alumínio em subsuperfície. Isso possibilita um maior crescimento radicular, logo, uma maior absorção de água e nutrientes pelas plantas. O gesso é um subproduto da indústria de fertilizantes fosfatados. Ele é fonte de cálcio e enxofre para as plantas, sendo considerado um condicionador de solo, uma vez que melhora as suas propriedades químicas, físicas e biológicas. O enxofre reage com o alumínio, diminuindo a sua toxidez e possibilitando o aumento do sistema radicular das plantas. A recomendação da dose de gesso a ser aplicada ao solo pode ser baseada nos teores de Ca e Al, de acordo com a análise de solo. Outras recomendações levam em conta, também, a capacidade de troca de cátions. Dosagens excessivas resultam no transporte de nutrientes para as camadas mais profundas, podendo causar deficiência de elementos como magnésio e potássio na superfície. A gessagem na cultura do algodoeiro aumenta a sua produtividade, pois estimula o crescimento das raízes em profundidade e, consequentemente, melhora a absorção de água e nutrientes. Isso propicia maior resistência da planta a déficits hídricos.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184642</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Podridão das maçãs do algodoeiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184635</link>
      <description>Título: Podridão das maçãs do algodoeiro.
Autoria: COSTA, M. M. M. N.
Conteúdo: A podridão das maçãs do algodoeiro é uma patogenia que atinge produtores de algodão do mundo inteiro. Condições climáticas favoráveis como precipitações pluviométricas, umidade relativa do ar e temperatura altas contribuem de sobremaneira para o apodrecimento das maçãs. Trata-se de uma série de doenças causadas por bactérias e fungos que culmina em danos ao fruto, à fibra e à semente. Os patógenos atacam as maçãs do algodoeiro diferentes formas: por lesões provocadas por insetos ou danos mecânicos; através dos estômatos, dos nectários e das suturas de abertura entre os carpelos ou atravessando a parede celular dos frutos. As principais espécies responsáveis por esse dano na cultura do algodão são: Fusarium spp., Diplodia spp., Glomerella gossypii, Xanthomonas spp., Rhizoctonia spp. e Alternaria spp. A doença pode ser agravada por espaçamentos densos de plantio, que restringe o fluxo de ar e a possibilidade de secagem das maçãs. As medidas de controle são: seleção de locais para a instalação da cultura com climas que não propiciem o desenvolvimento da doença; drenagem do solo; seleção de variedades adaptadas à região, com folha tipo Okra, bráctea tipo Frego e ausência de néctar; adubação balanceada e sem excesso de nitrogênio e manejo adequado de pragas.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1184635</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo de caso 7 - imagens aéreas na avaliação do vigor e estimativa de produtividade do algodoeiro na Fazenda Pamplona, Cristalina, GO.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1151323</link>
      <description>Título: Estudo de caso 7 - imagens aéreas na avaliação do vigor e estimativa de produtividade do algodoeiro na Fazenda Pamplona, Cristalina, GO.
Autoria: BRANDAO, Z. N.; GREGO, C. R.; ZONTA, J. H.
Conteúdo: O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade de índices de vegetação obtidos através de imagens do satélite Sentinel-2, por imagens aéreas de alta resolução e imagens RGB obtidas em VANTs, na estimativa da produtividade do algodoeiro no cerrado de Goiás, monitorando o vigor das plantas através da variabilidade espacial de dois IVs, o MPRI (Modified Photochemical Reflectance Index) e o NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) em diferentes estádios fenológicos.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1151323</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Carvão do amendoim: uma ameaça no ar e nas sementes.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1119221</link>
      <description>Título: Carvão do amendoim: uma ameaça no ar e nas sementes.
Autoria: SOARES, D. J.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1119221</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

