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    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPAT)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/42909</link>
    <description>Capítulo em livro técnico (CNPAT)</description>
    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:45:52 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T14:45:52Z</dc:date>
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      <title>Alternative equipment for fungicide application to control Black Sigatoka disease in bananas.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1185507</link>
      <description>Título: Alternative equipment for fungicide application to control Black Sigatoka disease in bananas.
Autoria: COSTA, J. N. M.; PEREIRA, A. K. F.; GASPAROTTO, L.; VIEIRA JUNIOR, J. R.; FERNANDES, C. de F.
Conteúdo: Black Sigatoka (Mycosphaerella fijiensis) is a serious disease that makes banana cultivation unfeasible if control measures are not adopted. The objective of this study was to evaluate the efficiency of an alternative method for applying fungicides to control Black Sigatoka in banana plants. The applicatordosifier set, as an alternative method for fungicide application, was compared with the syringe method adapted for this purpose. The following treatments were arranged in a randomized block design with five replications: (1) applicatordosifier set, (2) adapted syringe, and (3) control. Applications consisted of depositing 5 mL/plant, comprising 1 mL of the commercial formulation of the fungicide mixture Flutriafol + Azoxystrobin diluted in 5 mL of water. Treatment effects were evaluated through statistical analysis of the mean severity of Black Sigatoka on leaves 5 to 11, severity on leaf 10, number of viable leaves per plant at flowering, and bunch weight. According to the severity analyses, in 11 of the 12 months evaluated, there was no difference in efficiency between the equipment, although both differed from the control. Regarding bunch weight, no difference was found between the applicator-dosifier set (11.2 kg) and the syringe (12 kg), but both were statistically superior to the control (9.4 kg). The applicatordosifier set can replace the adapted syringe with the same technical application efficiency and without losses in fruit production. RESUMO: A Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis), é uma doença grave que inviabiliza o cultivo da bananeira, se não forem adotadas medidas de controle. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de método alternativo para aplicação de fungicidas para o controle da Sigatoka-negra em bananeira. O conjunto aplicador-dosador como método alternativo para aplicação de fungicidas foi comparado ao método da seringa veterinária adaptada para esse fim. Os seguintes tratamentos foram dispostos em delineamento de blocos ao acaso, com cinco repetições: 1) conjunto aplicador-dosador, 2) seringa adaptada e 3) testemunha. As aplicações foram realizadas, através da deposição de 5mL/planta, constituídos de 1 mL da formulação comercial da mistura dos fungicidas Flutrialfol + Azoxystrobina diluído em 5 mL de água. O efeito dos tratamentos foi avaliado através da análise estatística da severidade média da sigatoka–negra nas folhas 5 a 11, na severidade na folha 10, no número de folhas viáveis/planta na época do florescimento e no peso de cachos. De acordo com o resultado das análises de severidade, em 11 dos 12 meses avaliados, não houve diferença entre a eficiência entre os equipamentos, porém diferentes em relação à testemunha. Em relação ao peso de cachos não houve diferença entre os tratamentos conjunto aplicador-dosador (11,2 Kg) e seringa (12 Kg), porém superiores estatisticamente à testemunha (9,4 kg). O conjunto aplicador-dosador pode substituir a seringa adaptada com a mesma eficiência técnica de aplicação sem prejuízos na produção de frutos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1185507</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação técnico-econômica da qualidade industrial de amêndoas de castanha de caju submetidas a controle fitossanitário.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183085</link>
      <description>Título: Avaliação técnico-econômica da qualidade industrial de amêndoas de castanha de caju submetidas a controle fitossanitário.
Autoria: LIMA, A. C.; MESQUITA, A. L. M.; SOUZA, R. N. M. de; SOUZA, A. C. R. de; PESSOA, P. F. A. P.; PAIVA, F. F. de A.
Conteúdo: Para avaliar o desempenho industrial de castanhas de diferentes genótipos de cajueiro, submetidos ou não a tratamento fitossanitário, foi desenvolvido o seguinte trabalho de pesquisa na fábrica - escola da Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT) em Pacajús-CE. Métodos: Após secas ao sol por 36 horas, as castanhas foram autoclavadas por 20 min. à pressão de 2 Kgf/Cm2, decorticadas, desidratadas, despeliculadas e classificadas de acordo com as normas da Association of Food Industries (AFI- 2022). Foram utilizadas castanhas de cajueiro produzidas sem controle químico e dos clones CCP 76 e CCP 09, com e sem controle fitossanitário. Foram analisados os seguintes parâmetros industriais: amêndoas inteiras alvas, rendimento industrial, amêndoas avariadas, além de realizar-se estudo econômico através do cálculo da receita bruta e da relação custo/benefício. Resultados: De acordo com os dados da pesquisa as castanhas do clone CCP 76 submetido a tratamento fitossanitário apresentaram mais de 90% de amêndoas inteiras alvas. O controle químico elevou a receita da comercialização das amêndoas do clone CCP 09 em 55,71%, enquanto, no caso do clone CCP76, promoveu um acréscimo de receita de apenas 4,34%. Conclusão: Os resultados da pesquisa permitem concluir que as castanhas dos clones apresentam qualidade industrial superiores às do cajueiro comum e que as castanhas do clone CCP 09 apresentam uma melhor resposta ao tratamento fitossanitário quando comparado com as do clone CCP76.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183085</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Elaboração e análise sensorial de barras de caju submetidas a diferentes formas de desidratação.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183072</link>
      <description>Título: Elaboração e análise sensorial de barras de caju submetidas a diferentes formas de desidratação.
Autoria: LIMA, A. C.; SOUZA, A. C. R. de; PESSOA, P. F. A. P.; PAIVA, F. F. de A.; MESQUITA, A. L. M.
Conteúdo: Visando ao desenvolvimento de produtos que representem alternativas de utilização da amêndoa da castanha de caju e contribuam para a redução do desperdício do pedúnculo, hoje estimado em mais de 940 mil toneladas/ano. Métodos: Elaborou-se nove (9) formulações de barras de frutas, empregando-se diferentes processos de secagem de rodelas do pedúnculo de caju submetido ou não à prévia desidratação osmótica. Foram utilizados caju liofilizado, caju saturado, secagem direta ao sol, secagem a ar em estufas e secagem em secador solar. Foram empregadas, ainda, na formulação, produtos como a farinha (f), xerém (x) e grânulos (g), o óleo e a torta, todos ingredientes obtidos da amêndoa de castanha de caju, bem como a fibra originária da extração do suco do caju, após sucessivas lavagens e secagem para a sua preparação. Utilizaram-se como fonte de carboidratos, mel de caju e de abelha, açúcar mascavo e flocos de arroz. Resultados: O resultado da análise sensorial, realizada através de testes afetivos de localização central (TLC) com 100 provadores, permitiram concluir que os três tipos de barras elaborados com pedúnculos de caju liofilizado, caju solar (pedúnculos de caju secos em secador solar) e caju desidratado (pedúnculos desidratados a ar quente em estufa), todos submetidos ao processo de desidratação osmótica a vácuo (65°Brix/40°C/100min) antes da secagem, apresentaram melhor desempenho nos testes de aceitação sensorial para todos os atributos avaliados. Conclusão: A viabilidade de se obter barras de frutas mediante o emprego de fonte de energia alternativa de baixo custo e que apresenta grande disponibilidade no Nordeste do Brasil, a exemplo da energia solar.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183072</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Caju: histórico, clones da Embrapa e sistema de produção.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1181928</link>
      <description>Título: Caju: histórico, clones da Embrapa e sistema de produção.
Autoria: SERRANO, L. A. L.; TANIGUCHI, C. A. K.; MELO, D. S.; MARTINS, M. V. V.
Conteúdo: O cajueiro (Anacardium occidentale) é uma planta símbolo do Brasil, nativa do nosso litoral norte/nordeste. Por esse motivo, o seu cultivo comercial é praticamente realizado no Nordeste brasileiro, pois a região responde por 99,7% da área (≈430 mil hectares) e 99,4% da produção de castanhas (≈125 mil toneladas) (IBGE, 2022). As principais áreas produtoras estão locali- zadas no litoral e sertão do Jaguaribe, no Ceará; sudeste do Piauí; e oeste do Rio Grande do Norte. Nessas regiões predominam solos de textura arenosa (&gt;90% na camada superficial), profundos, pobres em matéria orgânica e nu - trientes; temperaturas médias anuais entre 25 a 28 °C e precipitações anuais entre 400 mm (sertão) a 1.200 mm (litoral) distribuídas principalmente entre janeiro a maio.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1181928</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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