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    <title>DSpace Coleção: Circular Técnica (CPPSE)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/407</link>
    <description>Circular Técnica (CPPSE)</description>
    <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 07:51:30 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-19T07:51:30Z</dc:date>
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      <title>Nova ferramenta ReactFarm como opção para avaliação da reatividade animal.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187582</link>
      <description>Título: Nova ferramenta ReactFarm como opção para avaliação da reatividade animal.
Autoria: SIQUEIRA, D. M. de; GUIMARAES, E. da S.; FRANCISCO, L. A. V.; PEIXOTO, M. G. C. D.; MARCONDES, C. R.
Conteúdo: O temperamento é uma característica complexa e de difícil definição, combinando diversos aspectos do comportamento animal — como curiosidade, timidez, agressividade, hesitação, medo, propensão ao risco e exploração, sociabilidade e nervosismo, entre outros — os quais têm sido estudados por diversos autores (Sant’Anna et al., 2013; Finkemeier et al., 2018; Brandão; Cooke, 2021). A reatividade em animais pode ser definida como a reação apresentada quando exposto ao ambiente de contenção (Maffei et al., 2009). É, portanto, uma das expressões do temperamento que pode ser avaliada por métodos objetivos (uso de equipamentos) ou subjetivos (avaliações visuais ou escores) e em ambiente livre ou de contenção (Marcondes et al., 2023). A avaliação da reatividade animal é um processo auxiliar ao manejo e ao melhoramento genético, especialmente em sistemas que visam otimizar a genética para a produção de gado, com segurança dos operadores e bem-estar dos animais. Bovinos mais reativos apresentam maiores dificuldades no manejo e elevam o risco de acidentes no ambiente do curral (Maffei et al., 2006). Os métodos de avaliação tradicionais, baseados em escores observacionais, podem conter traços de subjetividade e de parcialidade dos avaliadores, o que pode comprometer a precisão dos dados coletados. Nesse contexto, a utilização de métodos objetivos para mensurar a reatividade, como o uso de acelerômetros, tem se mostrado uma alternativa consistente e promissora para a coleta de dados (ex. Patente PCT/BR2008/000198 (UFMG, 2009, 2009b)). O desenvolvimento de um aplicativo móvel integrado a sensores de baixo custo representa um avanço significativo, facilitando a fenotipagem digital e as decisões de manejo nas fazendas sem a necessidade de infraestrutura especializada (Siqueira, 2025). A fenotipagem digital pode reduzir a variabilidade nas observações devido ao efeito da avaliação por diferentes técnicos, melhorando a precisão dos fenótipos e, consequentemente, permitindo avaliações genéticas mais acuradas e maiores taxas de ganho genético para a característica (Billah et al., 2025).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187582</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Selo “Canchim on Dairy”: certificação de touros para cruzamento em rebanhos leiteiros no Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187386</link>
      <description>Título: Selo “Canchim on Dairy”: certificação de touros para cruzamento em rebanhos leiteiros no Brasil.
Autoria: MARCONDES, C. R.; CARDOSO, F. F.; YOKOO, M. J. I.; CARVALHO, H. G. de; PANETTO, J. C. do C.
Conteúdo: A estratégia de cruzamento conhecida como “Beef on Dairy” (carne no leite) refere-se ao uso de sêmen de touros de corte em vacas de aptidão leiteira para produzir bezerros com maior valor comercial para a produção de carne (Ahmed et al., 2023). No Brasil, essa prática surge como uma oportunidade para produtores de leite diversificarem sua renda, agregando valor aos bezerros (machos e fêmeas) excedentes que, em sistemas puramente leiteiros, costumam ter baixo valor de mercado. Recentemente, durante a Expointer em Esteio-RS, a raça Angus divulgou os seus Selos para uso em vacas Jersey e Holandês (Associação Brasileira de Angus, 2025; Embrapa, 2026). Este assunto vem apresentando destaque na mídia especializada, com recomendações técnicas de especialistas para cruzamentos, tanto em regiões mais frias, quanto no Centro-Sul tropical.1 A raça Canchim, desenvolvida pela Embrapa, é uma raça sintética (5/8 Charolês + 3/8 Zebu) que combina a precocidade e qualidade de carne do Charolês com a rusticidade do gado zebuíno, sendo ideal para as condições tropicais brasileiras (Alencar, 2018). A percepção negativa do mercado consumidor em relação ao descarte de bezerros leiteiros, especialmente os machos (considerados “sobras” nos sistemas de produção de leite), está crescendo, sendo impulsionada por preocupações éticas e de bem-estar animal. Essa rejeição social ameaça a “licença social” para operar na indústria de laticínios (Bolton; Von Keyserlingk, 2021). O Selo “Canchim on Dairy” visa identificar e certificar touros da raça Canchim aptos a serem utilizados em vacas leiteiras, incluindo-se as mestiças e as da raça Girolando, garantindo qualidade aos bezerros cruzados, minimizando os riscos zootécnicos e a percepção negativa do mercado consumidor de produtos lácteos, devido ao descarte de machos jovens. Com isso, a disponibilização do Selo atende diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável) e 12 (Consumo e Produção Responsáveis), por proporcionar aumento da renda dos produtores, aumento da eficiência e agregação de valor aos seus produtos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187386</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Adaptação e mitigação às mudanças climáticas: manejo da água e dos dejetos na produção leiteira.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183847</link>
      <description>Título: Adaptação e mitigação às mudanças climáticas: manejo da água e dos dejetos na produção leiteira.
Autoria: PALHARES, J. C. P.; PAZ, J. V.
Conteúdo: De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 2014), mudança climática corresponde às variações significativas no estado médio do clima ou em sua variabilidade, persistindo por um período extenso. Recentemente, os especialistas substituíram o termo mudança climática por emergência climática porque o clima está mudando mais rápido do que a natureza pode se adaptar a ele. Ações se fazem urgentes para manter as temperaturas globais dentro de um limite do qual a humanidade e outros seres vivos possam viver com segurança. O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia, declarou oficialmente 2024 como o ano mais quente já registrado e o primeiro ano da história com temperatura global média acima de 1,5°C do período pré-industrial. Segundo o Acordo de Paris, isso era previsto para acontecer entre 2030 e 2040. Apesar do valor ter ultrapassado 1,5°C em 2024, para o limite ser considerado definitivamente superado, ele teria que se manter por alguns anos. Segundo a UNEP (2019), se os países tivessem agido com base na ciência, os governos precisariam reduzir as emissões em 3,3% anualmente. A cada ano que deixamos de agir, aumenta o nível de dificuldade e o custo para se reduzir as emissões. Apesar de todos os avisos da ciência, as emissões globais de gases do efeito estão em contínuo crescimento. Entre 2022 e 2023, o aumento foi de 1,3%. As emissões precisam diminuir até 2030 em 43% para atingir as metas de temperatura de 1,5°C e 27% para atingir as metas de 2°C (OCDE, 2024). O Sexto Relatório de Avaliação (AR6), do IPCC (2022), aponta que existe, ainda, uma pequena janela de oportunidade para limitar o aquecimento global a 1,5°C. Segundo o mais recente estudo do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (OC, 2024), o Brasil emitiu 2,3 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente (GtCO2 e) em 2023. Isso representa uma redução de 12% em relação a 2022, a maior queda percentual nas emissões desde 2009. A atividade agropecuária teve seu quarto recorde consecutivo de emissões (405 MtCO2 e), elevação de 2,2%, devido principalmente ao aumento do rebanho bovino. A última redução nas emissões da agropecuária no Brasil foi em 2018. Desde então, as emissões do setor vêm aumentando e registrando recordes. O objetivo da adaptação é reduzir os danos causados pelas mudanças climáticas. Nesse processo ajustam-se práticas, reduz-se a vulnerabilidade do sistema produtivo e estabelecem-se processos para antecipar e responder a efeitos adversos. A mitigação refere-se a ações ou atividades que limitam as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) e/ou reduzem seus níveis na atmosfera.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183847</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Práticas de manejo para controle da canjiqueira (Byrsonima cydoniifolia A.Juss.) em campos nativos do Pantanal.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182832</link>
      <description>Título: Práticas de manejo para controle da canjiqueira (Byrsonima cydoniifolia A.Juss.) em campos nativos do Pantanal.
Autoria: SANTOS, S. A.; SALIS, S. M.; ANDRADE, F. A. de
Conteúdo: Este trabalho relata informações obtidas a partir dos resultados de alguns experimentos sobre o controle de canjiqueira na sub-região da Nhecolândia, MS e indicações de práticas de manejo para prevenir a expansão da colonização da canjiqueira nas áreas de campo e baixadas. Além disso, o texto ressalta a importância do manejo preventivo como o uso de roçadas, controle de pastejo e, em casos específicos, a utilização planejada de queima prescrita, respeitando as legislações ambientais.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182832</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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