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    <title>DSpace Coleção: Circular Técnica (CPPSE)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/407</link>
    <description>Circular Técnica (CPPSE)</description>
    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:04:40 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T15:04:40Z</dc:date>
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      <title>Adaptação e mitigação às mudanças climáticas: manejo da água e dos dejetos na produção leiteira.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183847</link>
      <description>Título: Adaptação e mitigação às mudanças climáticas: manejo da água e dos dejetos na produção leiteira.
Autoria: PALHARES, J. C. P.; PAZ, J. V.
Conteúdo: De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 2014), mudança climática corresponde às variações significativas no estado médio do clima ou em sua variabilidade, persistindo por um período extenso. Recentemente, os especialistas substituíram o termo mudança climática por emergência climática porque o clima está mudando mais rápido do que a natureza pode se adaptar a ele. Ações se fazem urgentes para manter as temperaturas globais dentro de um limite do qual a humanidade e outros seres vivos possam viver com segurança. O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia, declarou oficialmente 2024 como o ano mais quente já registrado e o primeiro ano da história com temperatura global média acima de 1,5°C do período pré-industrial. Segundo o Acordo de Paris, isso era previsto para acontecer entre 2030 e 2040. Apesar do valor ter ultrapassado 1,5°C em 2024, para o limite ser considerado definitivamente superado, ele teria que se manter por alguns anos. Segundo a UNEP (2019), se os países tivessem agido com base na ciência, os governos precisariam reduzir as emissões em 3,3% anualmente. A cada ano que deixamos de agir, aumenta o nível de dificuldade e o custo para se reduzir as emissões. Apesar de todos os avisos da ciência, as emissões globais de gases do efeito estão em contínuo crescimento. Entre 2022 e 2023, o aumento foi de 1,3%. As emissões precisam diminuir até 2030 em 43% para atingir as metas de temperatura de 1,5°C e 27% para atingir as metas de 2°C (OCDE, 2024). O Sexto Relatório de Avaliação (AR6), do IPCC (2022), aponta que existe, ainda, uma pequena janela de oportunidade para limitar o aquecimento global a 1,5°C. Segundo o mais recente estudo do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (OC, 2024), o Brasil emitiu 2,3 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente (GtCO2 e) em 2023. Isso representa uma redução de 12% em relação a 2022, a maior queda percentual nas emissões desde 2009. A atividade agropecuária teve seu quarto recorde consecutivo de emissões (405 MtCO2 e), elevação de 2,2%, devido principalmente ao aumento do rebanho bovino. A última redução nas emissões da agropecuária no Brasil foi em 2018. Desde então, as emissões do setor vêm aumentando e registrando recordes. O objetivo da adaptação é reduzir os danos causados pelas mudanças climáticas. Nesse processo ajustam-se práticas, reduz-se a vulnerabilidade do sistema produtivo e estabelecem-se processos para antecipar e responder a efeitos adversos. A mitigação refere-se a ações ou atividades que limitam as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) e/ou reduzem seus níveis na atmosfera.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183847</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Práticas de manejo para controle da canjiqueira (Byrsonima cydoniifolia A.Juss.) em campos nativos do Pantanal.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182832</link>
      <description>Título: Práticas de manejo para controle da canjiqueira (Byrsonima cydoniifolia A.Juss.) em campos nativos do Pantanal.
Autoria: SANTOS, S. A.; SALIS, S. M.; ANDRADE, F. A. de
Conteúdo: Este trabalho relata informações obtidas a partir dos resultados de alguns experimentos sobre o controle de canjiqueira na sub-região da Nhecolândia, MS e indicações de práticas de manejo para prevenir a expansão da colonização da canjiqueira nas áreas de campo e baixadas. Além disso, o texto ressalta a importância do manejo preventivo como o uso de roçadas, controle de pastejo e, em casos específicos, a utilização planejada de queima prescrita, respeitando as legislações ambientais.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182832</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Guia prático para o estabelecimento de pastos dos capins Tifton 85 e Jiggs.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182599</link>
      <description>Título: Guia prático para o estabelecimento de pastos dos capins Tifton 85 e Jiggs.
Autoria: MALAGUTTI, A. M.; TONATO, F.; PEDREIRA, C. G. S.
Conteúdo: Resumo: Os capins Tifton 85 (Cynodon spp.) e Jiggs [Cynodon dactylon (L.) Pers.] apresentam grande produtividade de forragem e bom valor nutritivo, características desejáveis para uso em vários sistemas de produção animal. Assim como a maioria dos capins comerciais do gênero Cynodon, o Tifton 85 é um híbrido e não produz sementes viáveis. O capim Jiggs produz sementes, mas em quantidade pequena e muito variável, condição que dificulta a viabilidade da produção comercial. Além disso, a variabilidade genética nas sementes pode ser alta, com risco de desuniformidade nos pastos implantados por sementes. Dessa forma, a propagação dos capins é feita por via vegetativa, utilizando comumente dois tipos diferentes de propágulos, mudas ou estacas. A fase de estabelecimento dos capins é crítica e apresenta um risco considerável de insucesso. Essa fase inicia-se com o plantio dos propágulos (mudas ou estacas) e estende-se até o momento em que a superfície do solo é coberta pela planta de interesse. Se não forem adotadas algumas práticas, como preparo adequado do solo, utilização de propágulos sadios, controle de plantas indesejáveis e correção dos níveis de fertilidade do solo de forma adequada às exigências da cultivar, podem ocorrer baixa densidade inicial de plantas de interesse e compactação do solo, condições relacionadas às pastagens pouco produtivas. Além disso, a propagação vegetativa desses capins requer técnicas específicas para o estabelecimento, muitas das quais são bem diferentes daquelas utilizadas comumente na propagação por sementes. O objetivo das recomendações técnicas detalhadas nesta circular é auxiliar os técnicos da extensão rural e os produtores rurais a reduzirem o risco de insucesso no estabelecimento de pastos de Tifton 85 e Jiggs nas situações em que esses capins forem indicados. Reunir o conhecimento disponível na literatura científica nacional e internacional e disponibilizá-lo em uma única publicação com linguagem mais acessível permite que pequenos produtores e agricultores familiares estabeleçam pastagens mais produtivas. As informações podem servir como base para o estabelecimento de outras cultivares e variedades de capins do gênero Cynodon. Ao disponibilizar conhecimento técnico aos agricultores, a publicação oferece uma oportunidade real de aumentar a eficiência de suas atividades pecuárias.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182599</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produção de mudas enraizadas dos capins Tifton 85 e Jiggs.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1172195</link>
      <description>Título: Produção de mudas enraizadas dos capins Tifton 85 e Jiggs.
Autoria: MALAGUTTI, A. M.; TONATO, F.
Conteúdo: Resumo: Tifton 85 (Cynodon spp.) e Jiggs [Cynodon dactylon (L.) Pers.] são capins do gênero Cynodon utilizados como forragem sob pastejo ou conservação (feno, silagem ou pré-secado), destacando-se pela alta produtividade e elevado valor nutritivo quando bem manejados. Esses cultivares têm como característica produzir poucas sementes viáveis, o que exige o uso de propagação vegetativa para o estabeleci--mento das áreas de produção. Apesar de no Brasil, tradicionalmente, se plantar partes aéreas de plantas (Figura 1), o uso de mudas enraizadas (Figura 2) tem se tornado cada vez mais comum, já que apresentam maior facilidade de transporte por grandes distâncias e menor risco de morte das plantas por desidratação. As técnicas apresentadas nesta circular foram eficientes na produção de mudas enraizadas de Tifton 85 e Jiggs e podem ser adequadas para outros capins do gênero Cynodon.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1172195</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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