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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/4</link>
    <description>Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA)</description>
    <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:31:22 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-21T18:31:22Z</dc:date>
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      <title>Hábitos de compra e consumo de azeite de oliva no Brasil: um estudo com consumidores de diferentes regiões.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186286</link>
      <description>Título: Hábitos de compra e consumo de azeite de oliva no Brasil: um estudo com consumidores de diferentes regiões.
Autoria: DELIZA, R.; LOPES, C. M. de A.; ARES, G.
Conteúdo: O azeite de oliva é valorizado mundialmente por suas características sensoriais distintas e por sua composição química, que contribui para inúmeros benefícios à saúde. Em razão das poucas evidências sobre a percepção dos brasileiros em relação a esse produto, o presente estudo teve como objetivo explorar os hábitos de compra e consumo de azeite de oliva entre consumidores das cinco regiões brasileiras. Para tal, foi conduzido um estudo online com 1013 participantes, incluindo questões abertas e fechadas. Os resultados obtidos sugerem valorização crescente do azeite de oliva entre os entrevistados, sendo o produto mais citado entre os óleos consumidos, seguido pelo óleo de soja. As principais motivações para o seu consumo foram associadas à saudabilidade, ao prazer sensorial e ao sabor, enquanto o preço se destacou como a principal barreira. Quanto aos atributos considerados mais importantes na escolha do produto, os consumidores destacaram a qualidade, o preço e o sabor. Este estudo fornece percepções importantes sobre os hábitos alimentares dos brasileiros em relação ao azeite de oliva, podendo subsidiar estratégias de comunicação que aumentem o conhecimento e incentivem um consumo mais consciente. Além disso, os dados obtidos são estratégicos para o setor produtivo, contribuindo para o fortalecimento da olivicultura nacional e para o desenvolvimento de produtos que conciliem qualidade, preferência e acessibilidade para os consumidores.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1186286</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Redução de escala em métodos de análise de qualidade para lúpulo.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1185606</link>
      <description>Título: Redução de escala em métodos de análise de qualidade para lúpulo.
Autoria: BIZZO, H. R.; SOUZA, M. de L. M. de; GAMA, P. E.; FONSECA, M. J. de O.; ANTONIASSI, R.
Conteúdo: O lúpulo (Humulus lupulus L., espécie da família Cannabaceae) é um dos ingredientes obrigatórios na fabricação da cerveja, responsável por boa parte das características sensoriais do produto final. A qualidade do lúpulo é avaliada pelo teor e composição de seu óleo essencial (aroma) e pelo teor de alfa ácidos e beta ácidos, responsáveis pelo amargor da bebida. Neste trabalho foi avaliada a redução na quantidade de lúpulo usada nas análises, objetivando a redução de custo tanto com a matéria-prima como com o volume de solventes utilizados no processo de extração. Foi comparada a separação dos alfa e beta ácidos por cromatografia líquida, na eluição isocrática e por gradiente. Foi possível reduzir em 90% a quantidade de lúpulo e o volume de solventes na determinação dos alfa ácidos e beta ácidos, e de 80% a 90% a quantidade de lúpulo necessária à obtenção do óleo essencial, sem diferenças significativas em comparação com os métodos oficiais de análise da American Brewing Chemists Society e, assim, reduzir custos, geração de resíduos e tempo de análise. As alterações propostas nestes métodos de análise da qualidade do lúpulo têm impacto principalmente na redução da quantidade desta matéria-prima de alto valor agregado, beneficiando os produtores.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1185606</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Rotulagem nutricional frontal: experiências do consumidor brasileiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183271</link>
      <description>Título: Rotulagem nutricional frontal: experiências do consumidor brasileiro.
Autoria: DELIZA, R.; SANT'ANNA, L. J.; ALCANTARA, M. de; MARTINS, I. B.; ARES, G.
Conteúdo: Mundialmente, as doenças não transmissíveis (DNT) represen- tam um dos principais desafios de saúde pública, sendo um dos importantes fatores de risco associados às dietas pouco saudáveis, caracterizadas pelo alto consumo de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Os aler- tas nutricionais têm sido adotados em diversos países como estratégia para motivar os consumidores a fazer escolhas mais saudáveis. No Brasil, foi implementado em 2022 o modelo de rotulagem no formato de lupa preta, indicando excesso de gordura saturada, açúcar adicionado e/ou sódio. No entanto, ainda há poucas evidências sobre a percepção e o impacto dessa rotulagem após sua implementação. O presente estudo teve como objetivo analisar as experiências dos consumidores brasileiros com a lupa em dife- rentes momentos do primeiro ano da implementação. Foram conduzidos dois estudos online: (1) logo após o prazo final para a inclusão da lupa em novos produtos lançados no mercado e (2) um ano depois. No total dos dois estu- dos, 1762 participantes responderam a um questionário sobre percepção e uso da lupa. Os dados foram analisados por meio de estatísticas descritivas. Os resultados indicaram um aumento na percepção dos alertas nutricionais ao longo do tempo, porém foi observada uma redução na frequência de par- ticipantes que relataram ter modificado suas escolhas após notar os alertas: 52,4% no Estudo 1 e 45,4% no Estudo 2. No Estudo 2, observou-se uma me- nor busca por produtos similares sem o alerta e, ao mesmo tempo, um au- mento na proporção de participantes que compraram o produto mesmo após visualizar o alerta, indicando uma possível indiferença dos consumidores. Pode-se concluir que os alertas nutricionais têm potencial para influenciar as escolhas alimentares dos consumidores, porém revelaram a necessidade de implementar estratégias complementares, como campanhas de educa- ção nutricional e restrições à publicidade — medidas já recomendadas por organizações internacionais de saúde —para maximizar sua efetividade na contribuição para a promoção de hábitos alimentares mais saudáveis. Termos para indexação: Alertas nutricionais; Embalagem, Informação nutricional, Política pública alimentar.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183271</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Elaboração de análogos vegetais de hambúrguer e quibe com utilização de coprodutos da indústria da castanha-do-brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1181493</link>
      <description>Título: Elaboração de análogos vegetais de hambúrguer e quibe com utilização de coprodutos da indústria da castanha-do-brasil.
Autoria: LIMA, J. R.; SÁ, D. de G. C. F. de; FELBERG, I.; CARVALHO, A. V.
Conteúdo: O aproveitamento de resíduos e coprodutos agroindustriais na obtenção de insumos e ingredientes com alto valor agregado é um tema importante para a sustentabilidade das cadeias produtivas. Além disso, existe uma busca por novas fontes proteicas nacionais, visando prover ingredientes alternativos para a indústria de alimentos. Neste comunicado técnico descreve-se a produção de novos produtos análogos vegetais de quibe e hambúrguer, utilizando como parte de sua formulação dois coprodutos da indústria da castanha-do-brasil, a farinha parcialmente desengordurada oriunda da extração do óleo da castanha e um concentrado proteico obtido desta mesma farinha. São apresentadas as formulações dos produtos, a forma de obtenção e suas principais características físico-químicas e aceitação sensorial.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1181493</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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