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    <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGL)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/251</link>
    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPGL)</description>
    <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 12:00:05 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-05T12:00:05Z</dc:date>
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      <title>Alternativas para a produção de forragem na entressafra e a formação de palhada para o plantio direto.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178764</link>
      <description>Título: Alternativas para a produção de forragem na entressafra e a formação de palhada para o plantio direto.
Autoria: PACIULLO, D. S. C.; GOMIDE, C. A. de M.; BRIGHENTI, A. M.; MORENZ, M. J. F.; CASTRO, C. R. T. de; SILVA, R. B. da; SOUZA SOBRINHO, F. de
Conteúdo: Em regiões de produção de bovinos, a forte estacionalidade da produção de forragem, no outono/inverno, resulta em queda na disponibilidade de pasto para o rebanho. A produção de silagem de milho tem sido uma das estratégias mais usadas, visando atenuar esse problema. Além do milho, o uso de outras espécies forrageiras mais tolerantes ao déficit hídrico pode ser uma opção viável para o cultivo da segunda safra. Foi avaliado o desempenho de três espécies forrageiras para produção de silagem, implantadas em monocultivo ou em consórcio, quanto à produção e o valor nutritivo da forragem e à formação de palhada para o plantio direto. O ensaio foi conduzido em blocos casualizados, com sete tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram das forrageiras BRS Integra (Urochloa ruziziensis), milho (Zea mays) e milheto (Pennisetum glaucum) em monocultivo e das quatro combinações possíveis entre essas espécies. O plantio foi realizado na época de segunda safra (final do verão). A menor produção de massa seca (MS) de forragem foi observada no monocultivo de BRS Integra (2.241 kg/ha), quando comparada aos demais tratamentos, que foram semelhantes entre si (9.464 kg/ha, em média). O milheto foi a espécie com maior participação nos consórcios, sendo predominante, especialmente, na combinação com a BRS Integra, onde participou com 99% da massa total. Além disso, os sistemas com o milheto apresentaram as menores quantidades de plantas daninhas. Os teores de proteína bruta e fibras em detergente neutro e ácido não variaram com os sistemas, mas a digestibilidade in vitro da MS (DIVMS) foi maior nos tratamentos com BRS Integra em monocultivo (51,2%), nos consórcios do milho com milheto (50,6%) e na combinação das três espécies (50,1%). Os sistemas com milheto em monocultivo (44,0%) e seu consórcio com a BRS Integra (41,8%) apresentaram as menores DIVMS. A produção de massa seca para formação de palhada foi maior no monocultivo de BRS Integra (3.113 kg/ha), intermediária no consórcio de BRS Integra com o milho (2.401 kg/ha) e menor nos tratamentos com o milheto (1.910 kg/ha, em média). Embora o milheto tenha apresentado elevado potencial para produção de forragem na safrinha, seu uso em consórcio não se justifica, por sua acentuada dominância e dificuldade de conciliar seu ponto de colheita com as outras duas espécies envolvidas, principalmente com o milho. A BRS integra apresentou a menor produtividade na entressafra, mas seu cultivo é fundamental para produção de biomassa visando a obtenção de palhada para o plantio direto. Os resultados desse trabalho vão ao encontro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) contidos na Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas, da qual o Brasil é signatário, sobretudo nos seguintes objetivos específicos: ODS 1: Erradicação da pobreza; ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável. O objetivo desse trabalho foi avaliar o desempenho de três espécies forrageiras, implantadas em monocultivo ou em consócio, quanto à produção e valor nutritivo da forragem na entressafra e à formação de palhada para o plantio direto.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178764</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Padronização de técnica de ELISA: dosagem de anticorpos IgG, IgG1 e IgG2 contra a proteína recombinante Spike (domínio RBD) do vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, em soro e colostro bovino.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178382</link>
      <description>Título: Padronização de técnica de ELISA: dosagem de anticorpos IgG, IgG1 e IgG2 contra a proteína recombinante Spike (domínio RBD) do vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, em soro e colostro bovino.
Autoria: GASPAR, E. B.; BASTOS, A. P. A.; SOUZA, P. E. de A.; HONÓRIO, N. T. de B. S.; SILVA, L. P. da; BONATTO, C. C.; PRUDÊNCIO, C. R.; ORTIS, D. J. B.; COSTA, H. H. M. da; DOMINGUES, R.; MOREIRA, L. dos S.; BRANDAO, H. de M.; DIAVÃO, J.; CAMPOS, M. M.; CARVALHO, W. A.
Conteúdo: A Covid-19 é uma doença viral que tem causado sérios problemas de saúde pública e elevado número de mortes globalmente. Anticorpos neutralizantes têm se mostrado uma estratégia eficaz no tratamento de casos graves da doença. Considerando que o colostro bovino é rico em anticorpos e possui alta homologia com a IgG humana, a Embrapa está desenvolvendo protocolos de imunização para utilizar vacas como biofábricas de anticorpos. Este estudo tem como objetivo padronizar uma técnica de ELISA (enzymelinked immunosorbent assay) para quantificação de anticorpos específicos anti-Spike (domínio RBD) do vírus SARS-CoV-2 nas subclasses IgG, IgG1 e IgG2. Para tal, vacas foram imunizadas no período pré-parto com o antígeno recombinante Spike (domínio RBD) do SARS-CoV-2 em uma formulação contendo adjuvante comercial à base de saponina (QuilA®). Amostras de soro e colostro foram coletadas no dia do parto para análise. Vacas não imunizadas foram utilizadas como controle. A técnica de ELISA foi padronizada para ambas as matrizes, variando-se a concentração do antígeno recombinante Spike (domínio RBD) para sensibilização das placas, além de diluições seriadas de soro e colostro e combinações com anticorpos de detecção. A padronização do teste de ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) indireto para quantificação de anticorpos específicos anti-Spike (domínio RBD) do vírus SARS-CoV-2 nas subclasses IgG, IgG1 e IgG2 em soro e colostro bovinos foi bem sucedida. RBD deve ser adsorvida overnight nas placas a 2 µg/mL, o soro ou o colostro devem ser diluídos a 1:200, exceto para pesquisa de IgG2 em soro, que deve ser diluído a 1:400. O anticorpo anti-IgG total deve ser diluído 1:20.000 e os anticorpos anti-IgG1 e anti-IgG2 devem ser diluídos 1:10.000. Os protocolos de ELISA estabelecidos serão fundamentais para o avanço no conhecimento sobre formulações vacinais e protocolos de imunização que induzam o aumento de anticorpos específicos tanto no soro quanto no colostro de vacas. Isso permitirá o uso estratégico das vacas como biofábricas de anticorpos neutralizantes, constituindo uma alternativa ao tratamento de doenças infecciosas e abrindo um potencial nicho de mercado nutracêutico para o colostro bovino. As informações contidas nesse documento contribuem para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), contidos na Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), especificamente para o ODS 3 - Saúde de qualidade: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178382</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo exploratório sobre a ocorrência de ceratoconjuntivite infecciosa bovina no Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1176727</link>
      <description>Título: Estudo exploratório sobre a ocorrência de ceratoconjuntivite infecciosa bovina no Brasil.
Autoria: NOGUEIRA, B. C. F.; DOMINGUES, R.; MARTINS, M. F.; CARVALHO, W. A.; SOUZA, G. N. de; GUIMARÃES, A. S.; SILVA, M. R.; GASPAR, E. B.
Conteúdo: A ceratoconjuntivite infecciosa bovina (CIB) é a principal doença ocular de bovinos, causada por bactérias do gênero Moraxella, as quais estão presentes em várias partes do mundo. Além do desconforto ocasionado pelos sinais clínicos e perdas econômicas, em casos severos pode levar à cegueira permanente dos animais. Pouco se sabe sobre a ocorrência da doença no Brasil, portanto, conhecer sua epidemiologia é importante para o desenvolvimento de medidas de profilaxia e controle. Este estudo teve como objetivo analisar a ocorrência e as características desta doença em diferentes regiões do país. Os dados foram obtidos de um formulário disponibilizado via Google Forms e divulgado por técnicos da Embrapa Gado de Leite. Ao todo, 140 pessoas responderam o questionário, sendo a maioria proprietários rurais e médicos veterinários do estado de Minas Gerais, que relataram casos da doença em propriedades com até 100 bovinos nas quais predominava a pecuária de leite. A categoria animal mais acometida foi a de bezerros, com relatos mais frequentes da doença para os meses de janeiro a março seguido por abril a junho. Diante das respostas do questionário, concluímos que a CIB está presente em muitos rebanhos do país. Estes relatos mostram a necessidade de mais estudos epidemiológicos, visando, entre outras ações, a identificação de locais para coleta de amostras designadas a culturas microbiológicas, que contribuirão para o desenvolvimento de programas de prevenção, controle e tratamento desta enfermidade. Os dados resultantes das análises deste documento auxiliam a entender o alcance de uma doença de bovinos que afeta a produtividade da cadeia pecuária, contribuindo para o ODS 2 (Erradicação da fome: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável), meta 2.4.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1176727</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produção de biomassa de plantas de cobertura na Zona da Mata Mineira.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174801</link>
      <description>Título: Produção de biomassa de plantas de cobertura na Zona da Mata Mineira.
Autoria: TEODORO, M. S.; GUIMARAES, M.; CASTRO, K. N. de C.; MACHADO, F. S.; TOMICH, T. R.; PEREIRA, L. G. R.; SILVA, M. R.
Conteúdo: Nas áreas agrícolas da Zona da Mata do estado de Minas Gerais há o predomínio de relevo acidentado com áreas de pastagens degradadas e solos das baixadas com histórico de mecanização, que resultaram em camadas compactadas com baixos teores de matéria orgânica. O uso de plantas para a manutenção da cobertura do solo no período da entressafra pode contribuir para a recuperação destas áreas. Avaliaram-se espécies com potencial de uso para cobertura de solo em área de produção de forragem no Campo Experimental José Henrique Bruschi, propriedade da Embrapa Gado de Leite, no município de Coronel Pacheco, Zona da Mata Mineira. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com cinco tratamentos, sendo: Cajanus cajan (cv. Guandu anão); Canavalia ensiformis (cv. Feijão de porco); Crotalaria juncea (cv. Crotalária juncea); Bidens sulphurea (cv. Cosmos); e Mix das leguminosas, com quatro repetições. Foram avaliadas a produtividade de biomassa fresca e seca da parte aérea (BFPA e BSPA) e a biomassa seca da raiz (BSR). Todas as espécies avaliadas apresentaram elevada produtividade de biomassa fresca e seca da parte aérea aos 80 e 110 dias, e da raiz aos 80 dias, indicando boa adaptação às condições edafoclimáticas da região. O melhor desempenho de biomassa e ganho de produtividade (delta entre períodos) foi obtida pela Crotalária juncea. O Cosmos, espécie pouco explorada como cobertura vegetal, apresentou produção de biomassa semelhante ao Feijão Guandu e o Feijão de Porco, o que demonstra potencial desta espécie como planta de cobertura, entretanto, ainda serão necessários novos estudos visando recomendar seu cultivo como planta de cobertura. O presente documento contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de números 2 (Erradicação da fome) e 15 (Vida Sobre a Terra: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres), contidos na Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas, com foco nas metas 2.4 (Garantir sistemas sustentáveis de produção de alimentos e implementar práticas agrícolas resilientes) e 15.3 (Restaurar a terra e o solo degradado)</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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