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    <title>DSpace Coleção: Série Documentos (CNPF)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/221</link>
    <description>Série Documentos (CNPF)</description>
    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 05:29:19 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-10T05:29:19Z</dc:date>
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      <title>Estoque de carbono em plantios de eucalipto em Minas Gerais: efeito da mudança de uso do solo.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183714</link>
      <description>Título: Estoque de carbono em plantios de eucalipto em Minas Gerais: efeito da mudança de uso do solo.
Autoria: ALBA, F.; ZANATTA, J. A.; ROSSI, L. M. B.; MOREIRA, J. M. M. A. P.; HOLLER, W. A.
Conteúdo: As florestas plantadas têm papel de destaque no enfrentamento da mu- dança do clima. Esse documento traz uma análise sobre a magnitude dos estoques de carbono de plantios florestais e sua contribuição para a mitiga- ção da mudança do clima, destacando métricas imprescindíveis para a con- tabilidade de carbono dos sistemas de produção. A análise aborda estudos desenvolvidos no estado de Minas Gerais, com foco em plantios de euca- lipto destinados à produção de carvão vegetal para o setor de ferro-gusa. O trabalho se insere no contexto da crescente necessidade de o Brasil con- solidar o potencial de sequestro de carbono dos plantios florestais, servindo tanto como base às políticas públicas de estímulo à adaptação e mitigação de gases de efeito estufa (GEE) como Plano ABC+, mas também atender às demandas do setor florestal. A importância do estudo está em fornecer métricas quantitativas e comparáveis para superar a carência de dados regionais precisos para a contabilidade de GEE no País. Essas métricas podem subsidiar inventá- rios nacionais e, principalmente, garantir a competitividade e a reputação ambiental dos produtos florestais brasileiros em mercados internacionais. O trabalho confirma que plantios florestais atuam como um sumidouro de carbono, principalmente daquele contido em raízes e no solo, com potencial de acumular mais de 99 t ha-1 de CO2e no horizonte de 20 anos. O estudo se baseou numa revisão sistemática da literatura para organi- zar e juntar dados regionais e gerar métricas robustas e representativas do ambiente estudado. O estudo avaliou os estoques de carbono em três com- partimentos cruciais: a biomassa aérea, a biomassa radicular e o carbono armazenado no solo. Para analisar o efeito da mudança de uso do solo, a pesquisa adotou o índice de alteração do carbono do solo (IAC), nas transi- ções envolvendo Cerrado/eucalipto e pastagem/eucalipto, além de estimar o fator R, que representa a alocação de carbono radicular (R) em relação ao carbono da parte aérea. 4 Documentos 408 O trabalho contribui diretamente para a Agenda 2030 das Nações Uni- das, estando alinhado com dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O primeiro é o ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima), ao quantificar o potencial de mitigação e sequestro de carbono do sistema. O segundo é o ODS 15 (Vida Terrestre), pois a disponibilidade de madeira de plantio e a gestão do carbono no solo, conforme demonstrado (espe- cialmente na conversão de pastagens), promovem o uso sustentável dos ecossistemas e aliviam a pressão de extração sobre as florestas nativas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183714</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Métricas de carbono do eucalipto destinado à produção de carvão vegetal: análise das emissões e remoções de GEE de florestas plantadas em Minas Gerais.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183715</link>
      <description>Título: Métricas de carbono do eucalipto destinado à produção de carvão vegetal: análise das emissões e remoções de GEE de florestas plantadas em Minas Gerais.
Autoria: ALBA, F.; MOREIRA, J. M. M. A. P.; ZANATTA, J. A.; ROSSI, L. M. B.; HOLLER, W. A.
Conteúdo: O estudo desenvolve métricas de carbono, especificamente o balanço e a pegada de carbono, na fase produtiva de florestas plan- tadas de eucalipto em Minas Gerais, destinadas ao suprimento do setor siderúrgico. O estado de Minas Gerais, um polo siderúrgico de relevância global, usa carvão vegetal como alternativa renovável em substituição ao carvão mineral na produção de ferro-gusa e aço. O estudo detalha as emissões em diferentes escalas produtivas (pe- quena e média) para prover uma visão abrangente das emissões e remoções de gases de efeito estufa (GEE) na silvicultura. Ambos os sistemas produtivos de eucalipto — em pequena e mé- dia escalas — operam como sumidouros líquidos de carbono. Este balanço líquido negativo (remoções superiores às emissões) indica que a produção de madeira para carvão vegetal, ativamente, remove dióxido de carbono da atmosfera. Este resultado reforça a susten- tabilidade ambiental das florestas plantadas e repassa parte dessa vantagem para produção de carvão vegetal de eucalipto. A contribui- ção se dá como alternativa de combustível renovável (substituindo o carvão mineral e mitigando, aproximadamente, 75% das emissões industriais), mas, também como um mecanismo eficaz para a mitiga- ção da mudança climática. A metodologia empregada adotou uma abordagem multifacetada, combinando um levantamento bibliográfico sistemático de bases de dados oficiais (como IBGE, Ibama e Rais) com a coleta de dados primários, mediante entrevistas semiestruturadas realizadas com pro- dutores de diferentes escalas em Minas Gerais. Foram configurados dois sistemas modais de produção, um para pequenos produtores (ciclo de 25 anos com 4 rotações) e outro para médios produtores (ciclo de 14 anos com 2 rotações). As emissões de GEE (fluxos di- retos e indiretos) foram calculadas seguindo-se, rigorosamente, as diretrizes metodológicas do IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change), utilizando-se fatores de emissão específicos para combustíveis, adubos e agroquímicos. O cálculo do balanço líquido de carbono foi obtido pela subtração entre as emissões totais e as remoções de GEE. É crucial notar que o sequestro de carbono, que indica o impacto da mudança do uso do solo no armazenamento de carbono, foi contabilizado, exclusivamente, na biomassa radicular e no solo para o período de 20 anos, evitando-se a dupla contagem do carbono estocado na biomassa aérea, que será reportado na fase industrial de produção do ferro-gusa. A evidência de que a produção de eucalipto atua como um sumi- douro líquido de carbono está intrinsecamente ligada à Ação Contra a Mudança Global do Clima (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13 estabelecido pela Agenda 2030 da ONU), ao fornecer uma estraté- gia de mitigação baseada em sistemas florestais manejados adequa- damente. Também contribui para a conservação de ambientes flores- tais nativos por reduzir a pressão do desmatamento (ODS 15).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183715</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Protocolo de valoração dos serviços ecossistêmicos de controle da erosão do solo em áreas de produção agrícola.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182632</link>
      <description>Título: Protocolo de valoração dos serviços ecossistêmicos de controle da erosão do solo em áreas de produção agrícola.
Autoria: GARCIA, J. R.; DELMASCHIO, J.; PARRON, L. M.; BARBOSA, A. M.; GODOY, D.; FRANÇA, C. A. S. S. de M.; MONTEIRO, J. M. G.; OLIVEIRA, A. P. de; FIDALGO, E. C. C.; PRADO, R. B.
Conteúdo: O manejo conservacionista do solo agrícola pode contribuir para a melhoria da fertilidade do solo, infiltração de água, sequestro de carbono, ciclagem de nutrientes, segurança alimentar e na redução dos custos de produção. O manejo que não incorpora práticas conservacionistas pode acarretar na ocorrência de erosão do solo, contaminação da água, perda de biodiversidade e nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Este protocolo oferece um roteiro para auxiliar na valoração biofísica e econômica da erosão do solo. Essa informação gerada pode auxiliar na gestão da produção agrícola. A valoração biofísica e econômica utiliza a Equação Universal de Perdas de Solo (USLE) e método denominado custo de reposição. O protocolo adota linguagem acessível, podendo ser utilizado por qualquer público, intuitivo e funcional, de maneira similar a um tutorial. O conteúdo conta com conceitos básicos e uma planilha eletrônica, que funciona como um protótipo para auxiliar na valoração biofísica e econômica da erosão. Por fim, esse protocolo pode ser utilizado por produtores rurais, técnicos extensionistas, gestores, estudantes, tomadores de decisão ou qualquer interessado no tema. Essa publicação apresenta aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aos ODS 12 e 15 por abordar a valoração dos serviços ecossistêmicos, com enfoque destaque para a conservação dos solos e a gestão sustentável dos recursos naturais.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Protocolo de avaliação da qualidade da coleta de dados biofísicos em unidades amostrais de inventário florestal: estudo de caso da faixa de proteção de Itaipu.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1182336</link>
      <description>Título: Protocolo de avaliação da qualidade da coleta de dados biofísicos em unidades amostrais de inventário florestal: estudo de caso da faixa de proteção de Itaipu.
Autoria: ROSOT, M. A. D.; CARDOSO, D. J.; GARRASTAZU, M. C.; FRANCISCON, L.; DLUGOSZ, F. L.; KELLERMANN, B.
Conteúdo: A publicação trata de um aspecto fundamental, mas, muitas vezes negligenciado nos inventários florestais, que é a avaliação da qualidade dos dados coletados no campo. Visando suprir esta lacuna, este documento apresenta uma nova metodologia, estruturada em forma de protocolo, para avaliar a qualidade da coleta de dados biofísicos no inventário florestal, tomando como base o estudo de caso realizado na Faixa de Proteção do Reservatório de Itaipu. O objetivo da avaliação da qualidade da coleta de dados no campo é não somente ratificar a consistência e robustez das variáveis coletadas, mas, também, determinar correções necessárias e, ou aprimoramento dos métodos sendo utilizados na instalação e medição de unidades amostrais (UAs). No conjunto de procedimentos são consideradas três fases principais: (1) verificação dos arquivos digitais entregues, garantindo completude, consistência e padronização de formatos; (2) coleta de informações no campo, com checagem da instalação das unidades amostrais, remedições de variáveis e aplicação de formulários de avaliação e (3) processamento dos dados para cálculo de índices estatísticos de qualidade, como outliers, índice de correlação intraclasse, erro médio relativo e testes de acuracidade. O protocolo detalha os critérios de avaliação de necromassa, indivíduos arbóreos adultos, regeneração natural, lianas e bambus, bem como procedimentos de marcação, localização e documentação das parcelas. Também fornece orientações sobre equipamentos, navegação com Sistema Global de Navegação por satélite (Global Navegation Satellite System (GNSS), preenchimento de fichas e elaboração de relatórios. Este trabalho apresenta aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), em especial ao ODS 15. Todas as iniciativas de proteção e aumento da biodiversidade e da adoção de medidas para uma gestão sustentável dos recursos florestais, tais como consta no ODS 15, necessitam de avaliações diagnósticas da floresta, tais como as promovidas pela realização de inventários florestais. Dessa forma, o desenvolvimento de critérios e de métodos para avaliar e quantificar o grau de qualidade atingido nas coletas de dados biofísicos em florestas contribui para o atingimento de resultados mais precisos, garantindo a confiabilidade dos inventários florestais e seus desdobramentos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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