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    <title>DSpace Coleção: Série Documentos (CPAMT)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/17406</link>
    <description>Série Documentos (CPAMT)</description>
    <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 04:39:02 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-23T04:39:02Z</dc:date>
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      <title>Manejo de vassourinha-de-botão (Borreria spinosa) na sucessão soja-milho.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174732</link>
      <description>Título: Manejo de vassourinha-de-botão (Borreria spinosa) na sucessão soja-milho.
Autoria: IKEDA, F. S.; OLIBONE, A. P. E.; GUIMARÃES, A. C. D.; SILVA, L. C. da
Conteúdo: Resumo: A vassourinha-de-botão vem se tornando um sério problema em propriedades agrícolas do estado de Mato Grosso, na região conhecida como Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) (Minozzi, 2022), assim como no centro e norte na Argentina (Aapresid, 2023). É uma espécie que vem sendo observada inicialmente nas margens de várias estradas rurais, disseminando-se pelas bordas dos talhões e posteriormente para dentro das lavouras. O controle inadequado da espécie no sistema, possibilita a formação de sementes que acabam sendo disseminadas pelos maquinários para o restante das áreas. Além disso, a falta de controle em sua fase inicial (banco de sementes e plântulas emergidas) em áreas onde já se encontra disseminada, faz com que a espécie atinja a fase adulta nas lavouras, mantendo-se nelas após o corte das plantas na colheita da soja e do milho. As plantas não controladas conseguem sobreviver mesmo com o período de seca que ocorre na entressafra em decorrência dos xilopódios (tubérculos lenhosos e geminíferos). Tais estruturas armazenam água e nutrientes, permitindo o rebrotamento das plantas após o período de seca, além de serem meio de reprodução da espécie, assim como os rizomas e as sementes (Aapresid, 2024). Mesmo com o rebrotamento das plantas, é difícil de controlar na dessecação comumente realizada em pré-semeadura da soja. A dificuldade no manejo da vassourinha-de-botão encontra-se já na sua identificação, pois tem causado muita confusão, não apenas no campo, mas também no meio acadêmico, devido à existência de espécies que muitas vezes se assemelham. Com isso, muitos resultados podem parecer controversos, possivelmente em decorrência de identificação errônea da espécie, ou seja, alguns trabalhos devem ser de fato de Borreria verticillata, enquanto outros podem ser de Borreria spinosa ou outra espécie semelhante. Além disso, não se encontram trabalhos sobre o controle de B. spinosa, embora alguns citem B. verticillata como a espécie-problema na região de Matopiba. No entanto, em exsicata recebida de um consultor da região, observou-se se tratar da mesma espécie que se tem encontrado em Mato Grosso e também da qual se trata nesta publicação, ou seja, B. spinosa. Dessa forma, o intuito deste trabalho é de divulgar os resultados obtidos com o projeto “Manejo de vassourinha-de-botão em sistemas agrícolas solteiro e integrado“ financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) no edital “Mulheres e Meninas na Computação, Engenharias, Ciências Exatas e da Terra 2022” e reunir resultados obtidos na literatura para a identificação e manejo de vassourinha-debotão na sucessão soja-milho.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estoques de carbono e emissões de gases de efeito estufa de floresta secundária na transição Amazônia-Cerrado.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1130175</link>
      <description>Título: Estoques de carbono e emissões de gases de efeito estufa de floresta secundária na transição Amazônia-Cerrado.
Autoria: NASCIMENTO, A. F. do; ISERNHAGEN, I.; SANTOS, J. de P. dos; LULU, J.
Conteúdo: As florestas tropicais protegem a biodiversidade globalmente única, fornecem madeira, água, alimentos e outros recursos vitais para a população local e ajudam a reduzir as mudanças climáticas armazenando o carbono (Gonzales et. al, 2014). As florestas secundárias, resultado da degradação/distúrbio de florestas primárias pelas atividades humanas (Brown; Lugo, 1990), ocupam importante área na América Latina, principalmente nas regiões onde ocorreram a retirada da vegetação primária seguida de posterior abandono (Chazdon et al., 2016). À medida que ocorre a restauração da floresta, progressivamente ocorre também o restabelecimento ecológico das áreas, incluindo o aumento da biodiversidade e todos os serviços ambientais associados (Brancalion et al., 2012; Lewis et al., 2019; Matos et al., 2019). Os diferentes estágios de sucessão das florestas secundárias proporcionam serviços ambientais distin¬tos (Brancalion et al., 2012), sobretudo no sequestro e no armazenamento de carbono (C) nos compartimentos da floresta. Se comparadas com as florestas primárias, estima-se que as secundárias têm o potencial 11 vezes superior em sequestrar C pelo fato de permitir maior entrada de luz no sub-bosque, possuindo menor estoque total de C, mas com maior taxa de crescimento das árvores, refletindo em maior taxa de acúmulo de C (Pooter et al., 2016). Dessa forma, as estimativas dos estoques e sequestro de C pelas florestas secundárias são importantes para validar a capacidade dessas áreas em prestar esse serviço ambiental, ajudando no enfrentamento ao quadro atual de mudanças do clima (Lewis et al., 2019), sobretudo pelo fato das florestas secundárias possuírem diferentes estágios de sucessão (Brancalion et al., 2012). Não obstante, dados destas áreas contribuem para alimentar bancos de dados para a estruturação de programas estaduais que buscam o cumprimento de metas internacionais de redução de emissões, como o REDD+ (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) (Brasil, 2019).</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estratégias de controle de Amaranthus palmeri resistente a herbicidas inibidores de EPSPs e ALS.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1116922</link>
      <description>Título: Estratégias de controle de Amaranthus palmeri resistente a herbicidas inibidores de EPSPs e ALS.
Autoria: IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D.; LIMA JUNIOR, F. de M.; METZ, L. H.; FONSECA, B. T. da
Conteúdo: No Brasil, após o primeiro relato da ocorrência de Amaranthus palmeri em 2015 (Andrade Júnior et al., 2015), a espécie foi considerada em erradica¬ção no estado de MT primeiramente pela Instrução Normativa no. 47 e depois pela de no. 86 publicadas pelo Indea-MT em 2015 (Mato Grosso, 2015a, 2015b). Desde então, foram publicados trabalhos para a identificação da espécie e realizados estudos para o seu controle (Andrade Júnior et al., 2015, 2018; Gazziero; Silva, 2017), além do registro de resistência a herbicidas inibidores da EPSPs e ALS (Carvalho et al., 2015). Concomitantemente, foi criada a Comissão Técnica Estadual para Erradicação da Praga A. palmeri (CTEEPAP) com a participação do Ministério da Agricultura, Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso, Embrapa, Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade de Várzea Grande, Instituto Mato-grossense do Algodão, Aprosoja e Empaer. Essa comissão foi criada com caráter consultivo e com a finalidade de assessorar o Indea-MT em relação à erradicação de A. palmeri (Mato Grosso, 2015b). De acordo com a IN 86, A. palmeri foi considerada como ?praga oficialmente controlada pelo Estado de Mato Grosso? com o objetivo de erradicá-la, levando à fiscalização do seu controle nas áreas de ocorrência. Isso resultou na necessidade de capinas manuais das plantas ?escapes? para evitar a disseminação especialmente via sementes, já que uma planta pode produzir mais de 600.000, dependendo da cultura existente na área, época de emergência e espaçamento entre linhas (Chahal et al., 2015). A estratégia de tolerância ?zero? se justifica se considerarmos que uma área, com apenas uma planta feminina, sendo mal manejada durante três anos, pode chegar a ter de 95 a 100 % de infestação com A. palmeri ao final desse período (Norsworthy et al., 2014). Como resultado desse esforço por parte dos órgãos de fiscalização e da colaboração efetiva das propriedades identificadas com a espécie, acredita-se que o programa de erradicação foi eficiente, embora a espécie ainda não possa ser considerada erradicada. Além disso, devido à viabilidade que pode ter no solo e ao aumento das propriedades em que a espécie foi caracterizada, ainda se justifica a manutenção do estado de alerta e a continuidade no controle químico e manual da espécie.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1116922</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Levantamento e caracterização de plantios comerciais de castanheira-do-brasil no estado de Mato Grosso, Brasil.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1116623</link>
      <description>Título: Levantamento e caracterização de plantios comerciais de castanheira-do-brasil no estado de Mato Grosso, Brasil.
Autoria: BALDONI, A. B.; ROELIS, R. V.; TONINI, H.; ROSSI, A. A. B.
Conteúdo: A castanheira-do-brasil, Bertholletia excelsa Bonpl., é uma das maiores árvo¬res da floresta Amazônica e suas sementes são uns dos principais produtos coletados e vendidos por extrativistas (Camargo et al., 1994). Segundo a Produção... (2016), a castanha-do-brasil é o segundo produto flo¬restal não madeireiro alimentício de destaque de produção extrativista na re¬gião Norte do Brasil, com expressivos R$ 110,1 milhões em valor de produção extrativa não madeireira, ficando atrás apenas do açaí (Euterpe oleracea). O Estado do Amazonas, no ano de 2016, foi o principal produtor, com 14.945 toneladas, seguido pelo Acre (8.472 toneladas) e Pará (6.866 toneladas). Nos últimos dados fornecidos pelo IBGE, o Mato Grosso alcançava o quarto lugar, com 2.082 toneladas (Produção..., 2015). Em 2017, a castanha-do-brasil, considerada um dos produtos alimentícios com maior valor de produção, foi a que registrou maior queda na produção (queda no volume de extração de 24,4%, atingindo 26.191 toneladas). Essa queda na produção das florestas nativas, pelo segundo ano consecutivo (em 2016, a queda representou 14,7% da produção, comparado com 2015) foi possivelmente gerada pela alteração nos regimes hídricos da Região Amazônica, influenciando na produtividade dos castanhais. Com a queda na produção, ocorreu aumento nos preços pagos ao produtor, o que ameni¬zou a queda (5,4%) no valor da produção, que alcançou R$ 104,1 milhões (Produção..., 2017). As informações oficiais de produção de castanha-do-brasil referem-se à ativi¬dade extrativista de florestas nativas, visto que não há dados confiáveis sobre a produção de plantios comerciais da espécie. Esse sistema de produção extrativista é caracterizado pela baixa produtividade e qualidade das casta¬nhas, com consequente baixa remuneração ao produtor e baixa aceitação no mercado internacional. Aliado a isso, é importante considerar a sustentabili¬dade dessa cadeia, com a redução dos castanhais nativos devido à extração ilegal de madeira e à expansão das fronteiras agrícolas (Pimentel et al., 2007; Dassori, 2004).</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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