<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção: Circular Técnica (CPAMT)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/17397</link>
    <description>Circular Técnica (CPAMT)</description>
    <pubDate>Thu, 07 May 2026 08:01:49 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-07T08:01:49Z</dc:date>
    <item>
      <title>Eficiência de fungicidas para o controle da podridão de grãos da soja, na safra 2023/2024: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1173555</link>
      <description>Título: Eficiência de fungicidas para o controle da podridão de grãos da soja, na safra 2023/2024: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.
Autoria: BELUFI, L. M. de R.; TOMEN, A.; WRUCK, D. S. M.; RAMOS, D. T.; MOREIRA, E. N.; GHENO, E. A.; TAVARES, G. de O.; CONSTANTINO, E. J.; SIQUERI, F.; ARAÚJO JÚNIOR, I. P.; CACIQUE, I. S.; ASCARI, J. P.; GOUSSAIN JÚNIOR, M. M.; MÜLLER, M. A.; GALBIERI, R.; BONALDO, S. M.; GODOY, C. V.; LOPES, I. de O. N.; UTIAMADA, C. M.; MEYER, M. C.; CAMPOS, H. D.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1173555</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Eficiência de fungicidas para o controle da podridão de grãos da soja, na safra 2022/2023: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1156398</link>
      <description>Título: Eficiência de fungicidas para o controle da podridão de grãos da soja, na safra 2022/2023: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos.
Autoria: KUDLAWIEC, K.; TOMEN, A.; BERGAMIN, A. C.; WRUCK, D. S. M.; MOREIRA, E. N.; GHENO, E. A.; POLETTO, E. M.; CONSTANTINO, E. J.; ROJAS, E. P.; ARAÚJO JÚNIOR, I. V.; CACIQUE, I. S.; ASCARI, J. P.; BERGAMIN, L. P. P.; BELUFI, L. M. de R.; ZULLI, M. R.; MÜLLER, M. A.; BONALDO, S. M.; GODOY, C. V.; LOPES, I. de O. N.; UTIAMADA, C. M.; MEYER, M. C.; CAMPOS, H. D.
Conteúdo: Desde o aparecimento do problema nas regiões tem sido observada diferença de reação entre as cultivares e redução dos sintomas com a aplicação de fungicidas. Uma rede de ensaios foi formada para avaliar a sensibilidade das cultivares e a eficiência de fungicidas na podridão de grãos. A podridão de grãos é observada a partir do início de enchimento de grãos, estádio R5. Externamente, as vagens podem apresentar sintomas de encharcamento e/ou escurecimento, sem abertura visível. Quando abertas, apresentam apodrecimento dos grãos. A presença de vagens com sintomas e os grãos apodrecidos ocorrem de forma aleatória na planta e na vagem, respectivamente, não necessariamente acometendo todos os grãos. Os fungos que predominam nos isolamentos a partir dos grãos e vagens (com e sem sintomas) são diferentes espécies de Diaporthe, Fusarium, Colletotrichum e, em algumas safras, também foi observada alta incidência de mancha-púrpura nos grãos, causada por Cercospora spp. Todos esses fungos e outros podem ser encontrados de forma latente na planta e nos grãos, como endofíticos, sem causar sintomas aparentes (Sinclair, 1991), cada um associado a uma doença quando ocorrem os sintomas. Sintomas de podridão de grãos da soja têm sido relatados com maior frequência na região do médio-norte do estado de Mato Grosso e em Rondônia, a partir da safra 2018/2019, com severidades variadas entre as safras e cultivares. Esses patógenos são comuns nas diferentes regiões sojícolas do País. A maior incidência de problemas na região médio-norte do Mato Grosso e em Rondônia pode estar associada a condições climáticas favoráveis, como estresses climáticos que fazem com que os fungos latentes se tornem patógenos, e sensibilidade das cultivares. Os fatores que desencadeiam a maior frequência de apodrecimento de grãos por esses patógenos nessas regiões ainda estão em estudo. O objetivo desta publicação é apresentar os resultados sumarizados dos experimentos cooperativos, realizados na safra 2022/2023, no médio-norte do Mato Grosso e em Rondônia, no controle da podridão de grãos na cultura da soja.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1156398</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Dinâmica de nematóides gastrointestinais e desempenho de bovinos de corte em sistema pastoril e silvipastoril.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1100610</link>
      <description>Título: Dinâmica de nematóides gastrointestinais e desempenho de bovinos de corte em sistema pastoril e silvipastoril.
Autoria: LOPES, L. B.; PEDREIRA, B. C. e; SANTOS, L. L. dos; BASTIANETTO, E.; RODRIGUES, D. S.
Conteúdo: Entre os modelos de produção para bovinos de corte, os sistemas extrativis¬tas foram a base da pecuária nacional ao longo de muitas décadas. Esses sistemas se caracterizam pelo baixo investimento tecnológico e pela estacio¬nalidade de produção, baseando-se, por exemplo, no monocultivo de pasta¬gens e em baixas taxas de lotação. Devido ao seu menor potencial produtivo e por serem menos sustentáveis, inclusive pelos seus eventuais impactos ambientais, esses sistemas têm sido substituídos gradativamente por mode¬los mais dinâmicos e rentáveis. Nesse contexto, a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) tem sido con¬siderada como a terceira revolução verde. Em comparação com o processo de produção tradicional, os sistemas integrados apresentam características peculiares, tornando-os complexos, mas com grande potencial produtivo. Entre as várias estratégias que combinam agricultura, pecuária e silvicultu¬ra, os sistemas silvipastoris (SSP) destacam-se devido às suas condições microclimáticas mais favoráveis, principalmente em países de clima tropical, como o Brasil. Suas características proporcionam maior conforto para os bo¬vinos, favorecendo o bem-estar animal e a obtenção de maiores índices de produtividade.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1100610</guid>
      <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Como fazer enxertia por borbulhia em castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.).</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1100528</link>
      <description>Título: Como fazer enxertia por borbulhia em castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.).
Autoria: BALDONI, A. B.
Conteúdo: A castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.), família Lecythidaceae, também conhecida nacionalmente como castanheira-do-pará, ocorre na região Amazônica, nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, e em parte dos estados do Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. É considera¬da uma das mais importantes espécies de exploração extrativista, possuindo sementes com alto valor nutricional e comercial. Seus frutos são utilizados em artesanato e sua madeira poderia ser empregada na construção civil e naval, uma vez que o corte de exemplares nativos é proibido, segundo Decreto 1282 de 19 de outubro de 1994, capítulo I, artigo 4° (Lorenzi, 2002; Vieira et al., 2009). No plantio comercial da castanheira há o interesse pelo produtor de utilizar a técnica de enxertia, visando à precocidade na produção de frutos. A enxertia, em linhas gerais, é praticada segundo dois princípios metodológicos básicos: a borbulhia ou escudagem e a garfagem (Ribeiro et al., 2005). A enxertia por borbulhia é realizada quando as plantas estão estabelecidas no campo, e quando atingem um diâmetro mínimo do caule, que permite a aplicação dessa técnica e o sucesso no pegamento do enxerto (Baldoni et al. 2017). Essa técnica já foi aplicada em castanheira no Peru (Corvera-Gomringer et al., 2010) e também em 1982, em um trabalho pioneiro da Embrapa (Müller, 1982). A garfagem também já foi aplicada para a castanheira-do-brasil com sucesso, segundo Carvalho e Nascimento (2016).</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1100528</guid>
      <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

