<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/134</link>
    <description>Prosa Rural (CPAA)</description>
    <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:50:35 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-25T06:50:35Z</dc:date>
    <item>
      <title>NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102774</link>
      <description>Título: NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.
Conteúdo: A sigatoka-negra da bananeira é uma doença que pode acabar com uma plantação inteira. Seu controle normalmente é realizado pelo uso de plantações resistentes ou fazendo aplicações de fungicidas nas plantas. Os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus/AM) desenvolveram um método especial de aplicar os fungicidas, de maneira simples e com equipamentos que o produtor pode fazer. O novo método de aplicação de fungicidas para o combate à sigatoka-negra consiste em aplicar uma pequena quantidade de fungicida puro - Flutriafol e/ou Azoxystrobin.- direto na axila foliar da bananeira. O aparelho que o produtor irá utilizar para esse procedimento é formado por uma seringa veterinária, juntamente com uma mangueira de 25cm, e um cano metálico de aproximadamente 2m de comprimento. A aplicação deve ser feita na segunda folha, contada de cima pra baixo. A freqüência da administração depende da região e da chuva nos locais de plantação. Uma das vantagens dessa técnica está na redução de custo, visto que não é necessário o uso de pulverização aérea - técnica usada para o controle de doenças em plantações de bananeiras. Outro ponto positivo é que não há necessidade de se levar um volume grande de água para o campo, pois a aplicação é feita direto na planta, isso traz uma simplificação no processo de produção. Durante o programa, o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Luadir Gasparotto, dá mais detalhes sobre o funcionamento dessa nova técnica, além de dicas para o pequeno produtor de como fazer o aparelho utilizado na aplicação. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102774</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743</link>
      <description>Título: SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.
Conteúdo: A aqüicultura (criação de organismos aquáticos) é a atividade agropecuária de maior potencial econômico da Amazônia, cujos recursos naturais como solo, água e clima são abundantes. Mas para obter o lucro desejado, a atividade deve estar fundamentada em três pilares: local apropriado para a instalação dos tanques, solo com textura adequada, de preferência argiloso, fontes que possam abastecer o tanque por gravidade e principalmente, água de boa qualidade. Segundo os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, que já desenvolveram sistemas de produção para duas espécies de peixes altamente comercializadas na região, tambaqui e matrinxã, um dos fatores principais para o sucesso da aqüicultura é a profissionalização da atividade, coisa que já começa a acontecer na Amazônia, onde os produtores locais estão investindo e obtendo ótimos retornos nos últimos dez anos. Além disso, o panorama atual é bastante propício para a aqüicultura, porque já se encontram no Amazonas todos os insumos necessários para a criação de peixes em cativeiro, como boa disponibilidade de alevinos, indústria de equipamentos, de produtos químicos, calcário, fábricas de ração (o Amazonas dispõe de cinco fabricantes), além da demanda cada vez maior da população por uma alimentação saudável baseada no consumo de peixes. O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Roger Crescêncio, que participa do programa, orienta os produtores interessados em investir em projetos de piscicultura a verificar se o terreno é propício, certificando-se principalmente quanto à disponibilidade de água suficiente para viabilizar a atividade. "Cada vez mais muitas pessoas trocam atividades agropecuárias pela piscicultura, principalmente pelo lucro que ela propicia quando comparado com outras atividades", informa Crescêncio. Mas é preciso destacar que o produtor precisa dispor de recursos para iniciar sua atividade de criação de peixes em cativeiro. Por isso é importante contar com a orientação técnica e partir de um planejamento bem feito. "Uma das etapas importantes é procurar se informar, junto ao órgão estadual de meio-ambiente, que faz o licenciamento ambiental dessa atividade, sobre as maneiras de legalizar o negócio", afirma Rodrigo Roubach, Gerente de Projetos da Diretoria de Desenvolvimento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, que também participa do Prosa Rural.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743</guid>
      <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>PRODUÇÃO de tartarugas na Amazônia: programa 36.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102744</link>
      <description>Título: PRODUÇÃO de tartarugas na Amazônia: programa 36.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102744</guid>
      <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>PRODUÇÃO de lenha: alternativa para geração de emprego e renda - programa 43.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102785</link>
      <description>Título: PRODUÇÃO de lenha: alternativa para geração de emprego e renda - programa 43.
Conteúdo: A tecnologia para formação de florestas energéticas, que contribui para a manutenção da floresta em pé na Amazônia, por meio do uso racional e sustentável de espécies florestais para a produção de lenha e carvão, será o tema do Prosa Rural desta semana. Com a finalidade de atender a demanda por lenha de forma contínua e sustentável, diminuindo a pressão sobre as florestas nativas, a Embrapa Amazônia Ocidental recomenda o plantio das espécies Acacia mangium, Acacia auriculiformis e o Sclerolobium paniculatum (taxi-branco). A tecnologia de florestas energéticas tem um ciclo de sistema produtivo (obtenção das mudas, plantio e produção de lenha) de quatro anos. O estudo busca alternativas para fornecimento energia a partir de biomassa (lenha), para abastecer os fornos das olarias da região dos municípios de Iranduba e Manacapuru, onde está situado o principal pólo oleiro do Amazonas e cujo segmento desempenha papel de destaque na economia local. Produzir energia em olarias a partir de espécies florestais de rápido crescimento com a possibilidade de diminuir em até 38% o consumo de lenha na produção de tijolos é a principal inovação desse novo sistema de produção. O êxito do programa de pesquisa financiado pela Embrapa, Suframa e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) colocou a tecnologia como parte de um projeto de desenvolvimento, via Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape/Fapeam) e emenda parlamentar, para fomentar o cultivo de mudas e o plantio das florestas energéticas nos municípios de Iranduba e Manacapuru, no Amazonas. Plantios pilotos no município de Iranduba mostraram que o uso das espécies de Sclerolobium Paniculatum (Taxi-branco), Acacia Mangium e Acacia Auriculiformis, como espécies com potencial energético, podem contribuir para reduzir sensivelmente a exploração das florestas nativas e garantir a continuidade do uso da lenha no setor oleiro. Segundo o pesquisador Roberval Monteiro Bezerra de Lima, o resultado positivo é o maior rendimento destas três espécies em relação a outros materiais combustíveis, normalmente utilizados no consumo doméstico, em fornos, olarias e siderurgias. Avaliações feitas nas olarias da região mostraram que, em fornos modernos, o uso da lenha de florestas energéticas permite um gasto de energia três vezes menor na produção de tijolos. A prática também cria uma alternativa legal de renda para pequenos e médios produtores de lenha, profissionalizando a cadeia produtiva. Áreas antes alteradas ou abandonadas podem ser reinseridas no processo produtivo, contribuindo na captação do gás carbônico da atmosfera e para a sustentabilidade do setor oleiro. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102785</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

