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    <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/134</link>
    <description>Prosa Rural (CPAA)</description>
    <pubDate>Mon, 25 May 2026 09:58:33 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-25T09:58:33Z</dc:date>
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      <title>NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102774</link>
      <description>Título: NOVO método de controle da sigatoka-negra da bananeira - programa 2.
Conteúdo: A sigatoka-negra da bananeira é uma doença que pode acabar com uma plantação inteira. Seu controle normalmente é realizado pelo uso de plantações resistentes ou fazendo aplicações de fungicidas nas plantas. Os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus/AM) desenvolveram um método especial de aplicar os fungicidas, de maneira simples e com equipamentos que o produtor pode fazer. O novo método de aplicação de fungicidas para o combate à sigatoka-negra consiste em aplicar uma pequena quantidade de fungicida puro - Flutriafol e/ou Azoxystrobin.- direto na axila foliar da bananeira. O aparelho que o produtor irá utilizar para esse procedimento é formado por uma seringa veterinária, juntamente com uma mangueira de 25cm, e um cano metálico de aproximadamente 2m de comprimento. A aplicação deve ser feita na segunda folha, contada de cima pra baixo. A freqüência da administração depende da região e da chuva nos locais de plantação. Uma das vantagens dessa técnica está na redução de custo, visto que não é necessário o uso de pulverização aérea - técnica usada para o controle de doenças em plantações de bananeiras. Outro ponto positivo é que não há necessidade de se levar um volume grande de água para o campo, pois a aplicação é feita direto na planta, isso traz uma simplificação no processo de produção. Durante o programa, o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Luadir Gasparotto, dá mais detalhes sobre o funcionamento dessa nova técnica, além de dicas para o pequeno produtor de como fazer o aparelho utilizado na aplicação. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102774</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>COMBATE da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro - programa 09. Programa Prosa Rural.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102707</link>
      <description>Título: COMBATE da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro - programa 09. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: O cupuaçuzeiro é uma fruteira típica da região amazônica, cujo fruto tem grande aceitabilidade no mercado regional. O cupuaçu pode ser utilizado na forma de suco, sorvete, doce, compota, geleia e licor. Atualmente são produzidas cerca de 30.000 toneladas do fruto por ano somente no Estado do Pará, que é um dos maiores produtores de cupuaçu do País. Os plantios dessa fruteira na região têm sido atacados pela vassoura-de-bruxa, causada pelo fungo Crinipellis perniciosa. Para combater esta doença, a Embrapa Amazônia Oriental (Belém-PA) lançou quatro clones de cupuaçuzeiros tolerantes à vassoura-de-bruxa: Belém, Codajás, Coari e Manacupuru. Eles garantem uma plantação com elevada produtividade, apresentando maior número de frutos por planta e maior rendimento de polpa. As principais vantagens dos clones em relação às mudas convencionais são a alta produtividade, cerca de 40 % superior em relação à média regional; a diminuição do uso de defensivos agrícolas, o que implica em um plantio mais saudável para o agricultor e para o meio ambiente; a redução dos custos de produção com mão-de-obra para execução de podas fitossanitárias; a produção de frutos mais homogêneos, com teores de Brix variando de 13,2 a 14,8, característica que confere à polpa um sabor mais adocicado.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102707</guid>
      <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>RECOMENDAÇÃO de cultivares de bananeira - programa 01. Programa prosa rural.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102706</link>
      <description>Título: RECOMENDAÇÃO de cultivares de bananeira - programa 01. Programa prosa rural.
Conteúdo: A Sigatoka-Negra é considerada a doença mais grave da cultura da banana. A alternativa mais apropriada para combatê-la é substituir as cultivares tradicionais por materiais resistentes. Desde que a doença surgiu, foram recomendados oito tipos de bananeiras: Caipira, FHIA 18, Tap Maeo, muito resistentes a essa doença. Depois foram lançadas a Prata Zulu, Prata Ken e, a partir do ano passado, a Embrapa Amazônia Ocidental tem recomendado a Pelipita, além de lançar a Prata Caprichosa e a Prata Garantida. Os materiais recomendados pela Embrapa não vão substituir as antigas cultivares de prata, maçã e pacovan, mas sim aumentar o número de opções aos produtores. A Sigatoka-Negra foi registrada pela primeira vez no Brasil no início de 1998, nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant, região do Alto Solimões, fronteira do Estado do Amazonas com a Colômbia e o Peru; desde então, tem se espalhado por quase todas as regiões do Brasil. É uma doença causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis e pode ocasionar perdas totais na produção. O vento naturalmente transporta o fungo; depois de infectar as folhas, impede o desenvolvimento dos frutos. Para uma cultura de importância econômica e social como a banana, o resultado do ataque da sigatoka-negra pode ser desastroso. O tamanho da fruta e seu vigor determinam a aceitação nos mercados. E são justamente essas duas qualidades as mais afetadas pela doença.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102706</guid>
      <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>CRIAÇÃO de matrinxã: programa 27. Programa Prosa Rural.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102733</link>
      <description>Título: CRIAÇÃO de matrinxã: programa 27. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: O matrinxã é um peixe de escamas, típico da região amazônica. Além disto é um dos peixes mais consumidos na culinária amazonense. O matrinxã é peixes que se adapta em cativeiro e traz um grande potencial para o agronegócio da região. Durante o programa, a equipe da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus - AM) trará informações sobre a criação de matrinxã. O cultivo desta espécie está ligado além da sua fácil adaptação em cativeiro, a aceitação de alimentos artificiais, tanto de origem vegetal quanto animal. Porém, para se ter um bom lucro com a criação desta especie é preciso que o alimento fornecido tenha todos os nutrientes que eles necessitam para ganhar peso em um curto período de tempo. Para criar o matrinxã é necessário que o produtor tenha um local apropriado para a instalação dos tanques, o solo deve ter a textura adequada, de preferência argiloso, e por fim que tenha uma fonte de abastecimento de água de boa qualidade, perto da criação. A criação de matrinxã é um negócio economicamente vantajoso, por possibilitar a prática da rotação de culturas, o que proporciona maior sustentabilidade à piscicultura amazonense.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102733</guid>
      <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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