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    <title>DSpace Coleção: Comunicado Técnico (CNPA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/100</link>
    <description>Comunicado Técnico (CNPA)</description>
    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 22:30:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-08T22:30:15Z</dc:date>
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      <title>Marcha de absorção de macronutrientes na mamoneira híbrida de porte baixo em Mato Grosso.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1135522</link>
      <description>Título: Marcha de absorção de macronutrientes na mamoneira híbrida de porte baixo em Mato Grosso.
Autoria: SEVERINO, L. S.; SCHLICK, G. D. de S.; DE PAULA, M. P.; DE PAULA, T. I. dos S.; SOUZA, E. C. S.
Conteúdo: O óleo de mamona (Ricinus communis) tem grande demanda na indústria química mundial para ser utilizado em diversos produtos. Essa cultura é atraente para várias regiões do Brasil, principalmente por sua característica de boa tolerância à seca no cultivo em segunda safra e pelo seu efeito supressor de algumas espécies de nematoides que causam redução de produtividade em outras lavouras agrícolas. Os avanços na tecnologia de produção de mamona estão possibilitando sua expansão para novas regiões de cultivo. A mamona é principalmente uma opção para rotação de culturas no sistema soja-milho-algodão e para cultivo sob irrigação. A obtenção de altas produtividades na cultura da mamona depende da adequada nutrição da planta. O estudo da marcha de absorção e exportação de nutrientes oferece informações úteis no planejamento da fertilização da cultura, principalmente para otimizar o manejo da fertilidade de todo o sistema de produção. Este estudo foi conduzido com objetivo de disponibilizar dados sobre a extração e exportação de macronutrientes em uma variedade de mamona híbrida e de porte baixo, cultivada no sistema de produção em rotação com soja e milho em solo de cerrado, para o qual ainda há pouca informação. Para realizar este estudo, foram coletadas amostras em talhões de produção comercial de mamona em sequeiro na Fazenda Água Azul (Campo Novo do Parecis-MT) plantados em 15/março/2020 com a variedade Tamar (híbrido de porte baixo). Foi estudado um talhão de solo arenoso e um de solo argiloso. A lavoura foi plantada após a colheita de milho no solo arenoso e de soja no solo argiloso. O manejo agronômico seguiu os protocolos normais da fazenda. A adubação no plantio foi de 12 kg/ha de N, 54kg/ha de P2O5 e 60 kg/ha de K2O (MAP e cloreto de potássio), complementadas 3 por duas adubações de cobertura com 45 kg/ha de N (ureia) aos 32 e 74 DAP. A coleta de amostras se iniciou aos 21 dias após o plantio (DAP) e se repetiu a cada 14 dias até os 105 DAP. Todas as coletas foram feitas com quatro repetições em cada talhão. As plantas colhidas foram secas, pesadas e analisadas quanto ao teor de macronutrientes. Após o início da floração, as plantas foram separadas em parte vegetativa e parte reprodutiva e essas duas partes foram analisadas separadamente. Na última coleta, a medição do teor de macronutrientes foi feita também nas sementes com objetivo de estimar a exportação de nutrientes. Esta publicação está relacionada aos objetivos de desenvolvimento sustentável 12 (Consumo e produção responsáveis).</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1135522</guid>
      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Normas técnicas para produção integrada de amendoim.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1114381</link>
      <description>Título: Normas técnicas para produção integrada de amendoim.
Autoria: COSTA, A. G. F.; SOARES, D. J.; ALMEIDA, R. P. de; SUASSUNA, T. de M. F.; GONDIM, T. M. de S.
Conteúdo: A publicação da NTE para a Produção Integrada do Amendoim em novembro de 2016 foi um marco para a cadeia produtiva. Logo após a publicação da NTE houve forte pressão do setor produtivo para a capacitação de responsáveis técnicos em relação às referidas normas. Assim sendo, em março de 2018 foi ofertado o primeiro curso de capacitação nas normas técnicas específicas para a cultura do amendoim, em uma parceria entre a Embrapa, o Mapa e a Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (Cead/UFV). Percebeu-se que, muito embora houvesse interesse do setor na capacitação para a Produção Integrada do amendoim, diversos desafios ainda precisam ser superados para que esse sistema de produção certificado venha a ser uma realidade. Dentre os principais desafios, podemos destacar a deficiência em relação a disponibilidade de agrotóxicos registrados para serem usados na cultura do amendoim e o caráter itinerante da cultura do amendoim na principal região produtora do País, o que dificulta a rastreabilidade, um dos pilares da PI. Em relação ao primeiro desafio, o enquadramento da cultura do amendoim como de suporte fitossanitário insuficiente (CSFI) conforme a atualização da Instrução Normativa Conjunta n° 1, de 16 de junho de 2014 do Mapa, publicada no Diário Oficial da União em 10 de março de 2016, tornou possível a extrapolação de registros de produtos utilizados nas culturas de soja e feijão por parte das empresas fabricantes de agrotóxicos. Alguns produtos foram recentemente registrados para uso na cultura do amendoim com base nessa normativa. Já em relação ao segundo desafio, o ponto mais importante a ser superado é a integração do sistema de cultivo, uma vez que muitos produtores de amendoim não são proprietários das terras onde a cultura está sendo instalada. A superação desse desafio é complexa e envolve a sensibilização dos proprietários das terras de que o amendoim faz parte do sistema de cultivo e não pode serconsiderado apenas como uma cultura passageira. De qualquer maneira, a possibilidade da certificação em Produção Integrada (selo Brasil Certificado) é um importante avanço para maior segurança alimentar e qualidade na produção de amendoim, favorecendo a maior competitividade e sustentabilidade da cadeia de produção brasileira dessa importante oleaginosa.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1114381</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Sistemas de cultivo de plantas de cobertura para a semeadura direta do algodoeiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1066067</link>
      <description>Título: Sistemas de cultivo de plantas de cobertura para a semeadura direta do algodoeiro.
Autoria: FERREIRA, A. C. de B.; BOGIANI, J. C.; SOFIATTI, V.; LAMAS, F. M.
Conteúdo: Sistemas de Cultivo de Plantas de Cobertura para a Semeadura Direta do Algodoeiro O sistema plantio direto (SPD) fundamenta-se em três princípios: 1) cobertura vegetal do solo; 2) rotação de culturas e 3) semeadura direta na palha - não revolvimento do solo, exceto na linha de semeadura. Dentre os benefícios do SPD estão a conservação do solo e da água e a manutenção da capacidade produtiva dos solos (BAYER et al., 2006; CERRI et al., 2007). No SPD, os restos das culturas comerciais ou das plantas de cobertura aumentam o teor de matéria orgânica do solo e contribuem para o controle da erosão. A cobertura do solo evita o impacto direto das gotas de água da chuva, diminui a velocidade da água que não infiltra no solo, reduz o transporte de partículas minerais e orgânicas pela enxurrada (SCOPEL et al., 2013) e diminui a incidência de plantas daninhas. As raízes das plantas de cobertura proporcionam a formação de bioporos e melhorias nas características físicas do solo, facilitando a infiltração de água (CUBILLA et al., 2002).</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1066067</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Manejo de fitonematoides na cultura do algodoeiro.</title>
      <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1041566</link>
      <description>Título: Manejo de fitonematoides na cultura do algodoeiro.
Autoria: PERINA, F. J.; COUTINHO, W. M.; SUASSUNA, N. D.; CHITARRA, L. G.; BOGIANI, J. C.; LAMAS, F. M.; CARNEIRO, R. M. D. G.
Conteúdo: Os fitonematoides estão entre os principais problemas fitossanitários da cultura do algodoeiro no Brasil. Em geral, os problemas associados à presença desses parasitas são intensificados por práticas inadequadas do sistema de cultivo, como o uso contínuo e intensivo das áreas cultivadas com culturas hospedeiras suscetíveis, que propiciam um rápido aumento da população desses parasitas, associadas ao trânsito de máquinas e implementos agrícolas entre diferentes áreas, as quais facilitam a rápida dispersão desses organismos nas áreas de cultivo.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1041566</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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