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    <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</title>
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    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</description>
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    <dc:date>2026-04-04T01:39:02Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1132555">
    <title>Estimativas de folgas de produtividade na lavoura de trigo em Minas Gerais.</title>
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    <description>Título: Estimativas de folgas de produtividade na lavoura de trigo em Minas Gerais.
Autoria: RAMOS, M. Y.; GARAGORRY, F. L.; FARIAS, A. R.; MINGOTI, R.
Conteúdo: Este trabalho apresenta estimativas e análise estatística da folga de produtividade (yield gap analysis) na lavoura de trigo em Minas Gerais, no contexto da expansão da produção do cereal em regiões tropicais do Brasil. Aplicou-se um método estatístico, hierárquico e adaptativo para se obter estimativas da magnitude absoluta e relativa das folgas de produtividade nas microrregiões mineiras com presença de trigo, bem como uma análise de sua evolução. Por meio de indicadores de concentração e de dinamismo, avaliaram-se mudanças individuais (em cada microrregião) e relativas (quando são comparadas entre si) ao longo do tempo. Foram identificadas trajetórias evolutivas variadas entre as microrregiões, muitas vezes sem tendência clara. Essa variabilidade é predominante entre aquelas que contribuem menos para a folga média; as que contribuem mais são poucas, em geral uma ou duas, e mudam lentamente ao longo do tempo. É o caso de Araxá, no grupo 2 (Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba), com folgas positivas e crescentes ao longo do período; é, também, a microrregião que mais tem contribuído para a folga média na triticultura mineira. Em termos relativos, apenas Andrelândia, no grupo 5 (Sul/Sudoeste de Minas), mostrou melhora recente, com redução na folga relativa. As diferentes situações descritas e as áreas com desempenho comparado diferenciado constituem indicações potencialmente úteis para estudos mais detalhados, ações de transferência de tecnologia ou outros tipos de intervenções específicas.</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1007887">
    <title>Análise ex-ante do desempenho econômico-financeiro de alternativas de integração lavoura-pecuária no Triângulo Mineiro e no Sudoeste goiano.</title>
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    <description>Título: Análise ex-ante do desempenho econômico-financeiro de alternativas de integração lavoura-pecuária no Triângulo Mineiro e no Sudoeste goiano.
Autoria: MARTHA JUNIOR, G. B.; MUELLER, C. C.; ALVES, E. R. de A.; VILELA, L.
Conteúdo: Objetivos e pressões econômicas, políticas e ambientais serão, de modo crescente, importantes drivers para a adoção de tecnologia. Os sistemas de integração lavoura-pecuária têm sido propostos como solução tecnolíogica para atender critérios de sustentabilidade, mas tal assertiva tem se baseado fortemente em indicadores agronômicos e ambientais. Nesta publicação, explorou-se o desempenho econômico e do investimento nesses sistemas mistos. O risco foi preliminarmente acessado por meio de variações no rendimento da lavoura e nas taxas de lotação. Considerando coeficientes técnicos gerados pela pesquisa e observações de campo, a preços de mercado do último trimestre de 2008, os sistemas de integração lavoura-pecuária com elevado uso de insumos apresentaram desempenho econômico e retorno ao investimento positivos. A elevada demanda por capital, particularmente para a aquisição de animais em recria para a engorda - que podem representar cerca de 50% dos custos totais de produção - é vista como uma das principais restrições para a ampla adoção desses sistemas mistos. A mensuração acurada das interações entre os componentes lavoura e animal, para permitir uma melhor tomada de decisão, não viesada, é etapa-chave a ser perseguida. O desempenho de mecanismos financeiros inovadores, incluindo a disponibilidade de financiamento para animais em recria e, eventualmente, algum mecanismo de pagamento por serviços ambientais, considerando diferentes escalas de propriedade rural e condições ecológicas, é essencial para alavancar a adoção em larga escala de sistemas de integração lavoura-pecuária.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/890122">
    <title>Dinâmica da produção de cevada no Brasil no período de 1975 a 2003.</title>
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    <description>Título: Dinâmica da produção de cevada no Brasil no período de 1975 a 2003.
Autoria: DE MORI, C.; IGNACZAK, J. C.; GARAGORRY, F. L.; CHAIB FILHO, H.
Conteúdo: A observação do comportamento da evolução de uma determinada cultura em termos de magnitude e localização e o estudo das razões do processo observado são elementos importantes para avaliação de cenário e para formulação de estratégias para desenvolvimento desta cultura nos próximos anos. Este trabalho teve por objetivo analisar a dinâmica espacial da produção de cevada no Brasil no período de 1975 a 2003, mediante a análise de estatísticas descritivas, de indicadores de assimetria e concentração, distâncias, centros de gravidade e mapas,tomando por base os anos de 1975, 1985, 1995 e 2003. A evolução da área colhida, da quantidade produzida e da produtividade de cevada no Brasil no período de 1975-2003 apresentou crescimento, sendo o mesmo mais expressivo nas décadas de 70 e 80. Observa-se que a cultura da cevada tem permanecido circunscrita a uma área tradicional de cultivo, a região sul do Brasil, sendo as região sul-sudeste do PR e norte do RS destaques na participação da área colhida e quantidade produzida. Das 33 a 46 microrregiões com registro de cultivo de cevada nos anos estudados, observou-se que 8a 11 microrregiões foram suficientes para reunir 75% a área colhida ou da quantidade produzida. Pelos indicadores encontrados pode-se supor que há um grupo pequeno de microrregiões que possuem alta representatividade na produção do cereal e mantém-se estável no cultivo de cevada e um grande grupo de microrregiões de baixa expressão no cultivo do cereal e que o faz de maneira não constante. Em termos espaciais, a cultura de cevada não apresentou grande deslocamento da distribuição ponderada do cultivo.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/890127">
    <title>Dinâmica da produção de centeio no Brasil no período de 1975 a 2003.</title>
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    <description>Título: Dinâmica da produção de centeio no Brasil no período de 1975 a 2003.
Autoria: MORI, C. de; IGNACZAK, J. C.; GARAGORRY, F. L.; CHAIB FILHO, H.
Conteúdo: O centeio (Secale cereale L.) é cultivado no Brasil desde o século XIX. A observação do comportamento da evolução de seu cultivo em termos de magnitude e localização e o estudo das razões do processo observado são elementos importantes para avaliação de cenário e para formulação de estratégias para seu desenvolvimento nos próximos anos. O presente trabalho tem por objetivo analisar a dinâmica espacial da produção de centeio no Brasil no período de 1975 a 2003, mediante a análise de estatísticas descritivas, de indicadores de assimetria e concentração, distâncias, centros de gravidade e mapas, tomando por base os anos 1975, 1985, 1995 e 2003. No período de 1975-2003, houve expressiva redução da área colhida e da quantidade produzida de centeio no Brasil, no entanto, a produtividade do cereal apresentou comportamento de crescimento contínuo. O cultivo do centeio tem permanecido circunscrito a região sul e duas a três microrregiões são suficientes para reunir 50% da área colhida ou da quantidade produzida de centeio no Brasil. Pelos resultados obtidos, observa-se grande alteração do grupo de microrregiões que apresentaram registro de cultivo do cereal e, principalmente, das microrregiões que integraram os grupos de 25% (quartel Q4) e 50% (quartéis Q4 + Q3) da área colhida ou da quantidade produzida. Em termos espaciais, houve um deslocamento inicial da produção na década de 70, da região leste da região sul no sentido norte-oeste, na década de 80, e posterior deslocamento no sentido sul. As regiões noroeste riograndense (microrregião de Ijuí e Carazinho) e sudeste paranaense (microrregião de Prudentópolis) são microrregiões de destaque no produção de centeio no Brasil.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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