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    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro técnico (CNPAF)</title>
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    <description>Capítulo em livro técnico (CNPAF)</description>
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    <dc:date>2026-04-10T15:22:45Z</dc:date>
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    <title>Integração lavoura-pecuária no Cerrado: caracterização físico-hídrica de um latossolo vermelho.</title>
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    <description>Título: Integração lavoura-pecuária no Cerrado: caracterização físico-hídrica de um latossolo vermelho.
Autoria: LIMA, M. de L.; MEDEIROS, J. C.; OLIVEIRA, D. G. de; STONE, L. F.; MACHADO, P. L. O. de A.; MADARI, B. E.
Conteúdo: A utilização de solos do Cerrado em sistemas de integração lavoura-pecuária tem provocado alterações de sua estrutura que, por sua vez, interfere nas propriedades físico-hídricas do solo. O estudo objetivou avaliar as mudanças nos atributos físico-hídricos de um Latossolo Vermelho de textura argila em sistemas de integração lavoura-pecuária. Os tratamentos consistiram em duas áreas de pastagem, uma com um ano e a outra com três anos de implantação do pasto. Como área de referência avaliou-se uma área de Cerrado nativo. A amostragem em cada uma das áreas seguiu um delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições. A densidade do solo, macro, micro e porosidade total, condutividade hidráulica saturada e a curva de retenção de água do solo foram afetadas pelos diferentes tipos de uso. A área sob floresta, por não ter sofrido influência antrópica, apresentou menores valores de densidade e resistência do solo à penetração, já os valores de macroporosidade, porosidade total e condutividade hidráulica foram maiores que nos sistemas estudados. O pisoteio animal, associado ao manejo do solo e tratos culturais, alterou os atributos físicos do solo, mas não em intensidade suficiente para serem classificados como degradados em função dos atributos medidos.</description>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Software para manejo da irrigação na cultura do tomate para processamento industrial em Goiás.</title>
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    <description>Título: Software para manejo da irrigação na cultura do tomate para processamento industrial em Goiás.
Autoria: ALVES JÚNIOR, J.; NARCISO, M. G.; SILVEIRA, P. M. da; HEINEMANN, A. B.; BEZERRA, R. de S.; BATTISTI, R.; EVANGELISTA, A. W. P.; CASAROLI, D.; SANTOS, J. C. C. dos; KNAPP, F. M.
Conteúdo: O Brasil é um dos maiores produtores de tomate do mundo, sendo o Estado de Goiás o maior produtor brasileiro de tomate para fins industriais. Naquele estado, seu cultivo ocorre, predominantemente, em áreas irrigadas por pivô central, visando a aplicação de água no momento e em quantidades adequadas, pois a produção é sensível tanto ao déficit quanto ao excedente hídrico, inferindo em quebras significativas de produtividade. Porém, na grande maioria das áreas de produção de tomate, o manejo da irrigação ainda é feito de maneira empírica, devido a vários fatores que dificultam e até mesmo inviabilizam uma prática de irrigação correta, tais como: i) o alto custo das estações meteorológicas; ii) a dificuldade na instalação, a falta de homogeneidade nas leituras e a necessidade de calibração de sensores de umidade do solo; iii) a dificuldade de programação, utilização e interpretação de planilhas convencionais de manejo de irrigação; iv) e a carência de um software específico para cultura. Assim, este estudo objetivou desenvolver um software de fácil interface para os usuários, o qual integra as variáveis necessárias para auxiliar de maneira simples e prática o manejo da irrigação do tomateiro para fins industriais, irrigados por pivô central no estado de Goiás. O IrrigaTomate® foi desenvolvido em duas versões: uma para o planejamento, e outra para a tomada de decisão. O planejamento apresenta-se na forma de um calendário de irrigação, com informações de quando e quanto irrigar, após o usuário informar: a) o município, b) a data prevista de transplantio das mudas em campo, c) tipo e sistema de preparo do solo (plantio direto ou convencional), e c) a eficiência, área e lâmina mínima do pivô central. Enquanto que, na versão de tomada de decisão (Manejo), exige, além dos dados de entrada já informados, as informações de solo (granulometria/textura), quantidades diárias de chuva que estão ocorrendo ao longo do ciclo, e quantidades de irrigações efetivamente realizadas. Com isso, o usuário terá as informações de quando e quanto irrigar de forma mais assertiva, pois são utilizados dados coletados em tempo real em estações meteorológicas automáticas instaladas nas microrregiões climáticas homogêneas de Goiás, obtendo-se de uma melhor estimativa da duração de cada estádio fenológico da cultura (por soma térmica) e da evapotranspiração diária. Portanto, o IrrigaTomate® (www.irrigatomate.com.br) é um software que além de aconselhar o usuário no quando e quanto irrigar, registra o manejo efetivamente realizado na lavoura ao longo do ciclo.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1150193">
    <title>Inclusão tecnológica já - reinventando os mecanismos de transferência de conhecimento e tecnologia para produtores não tecnificados.</title>
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    <description>Título: Inclusão tecnológica já - reinventando os mecanismos de transferência de conhecimento e tecnologia para produtores não tecnificados.
Autoria: MAIA, O.; GUIMARÃES, E.
Conteúdo: Três propostas principais se despontam como medidas com grande potencial de reverter esse quadro: o fortalecimento de uma rede nacional de ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural); políticas públicas, incluindo investimentos no setor; e o avanço na adoção de ferramentas digitais e tecnológicas de apoio a esse grupo de agricultores rurais que precisam potencializar acesso às novas tecnologias.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Solos supressivos a doenças.</title>
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    <description>Título: Solos supressivos a doenças.
Autoria: LOBO JUNIOR, M.; MACEDO, R.; SANTOS-GOULART, P. F. dos.
Conteúdo: Introdução. Solos supressivos no contexto atual da agricultura brasileira. Densidade de inóculo de patógenos e interações no solo. Alguns exemplos de supressividade a doenças da soja em solos brasileiros: Rhizoctonia solani; Sclerotinia sclerotiorum. Medidas de supressividade de doenças. Considerações finais. Referências.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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