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    <title>DSpace Coleção: Comunicado Técnico (CPPSE)</title>
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    <description>Comunicado Técnico (CPPSE)</description>
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    <dc:date>2026-04-07T03:29:36Z</dc:date>
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    <title>Aplicação de aprendizado de máquina em imagens termográficas para detecção de mastite subclínica bovina.</title>
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    <description>Título: Aplicação de aprendizado de máquina em imagens termográficas para detecção de mastite subclínica bovina.
Autoria: ZAFALON, L. F.; GUIMARAES, E. da S.; ALVES, T. C.; GARCIA, A. R.; PEZZOPANE, J. R. M.; THOLON, P.; CARACUSCHANSKI, F. D.; SANTANA, R. C. M.
Conteúdo: A mastite é uma inflamação da glândula mamária e pode ser classificada como clínica ou subclínica de acordo com a severidade dos sinais inflamatórios. Apesar da pouca atenção dada pelos produtores de leite à forma subclínica, devido à ausência de sinais macroscópicos de alterações do úbere, esta forma de mastite é a que determina os maiores impactos financeiros à propriedade leiteira (Viguier et al., 2009). Os testes comumente utilizados para o diagnóstico da forma subclínica da doença, como o California Mastitis Test, a condutividade elétrica ou a contagem de células somáticas, apresentam deficiências na identificação da vaca doente, seja pela subjetividade e/ou carência de eficácia, além da necessidade do envio de amostras para exames laboratoriais (Busanello et al., 2017). Assim, métodos que busquem a detecção da forma subclínica de maneira rápida e com alta eficiência diagnóstica são essenciais para o controle da enfermidade, sobretudo se conferirem uma resposta imediata no momento em que as vacas são ordenhadas. Em tempos de escassa mão de obra no campo, sobretudo na bovinocultura leiteira, cresce o interesse por ordenhas robotizadas. Nesses sistemas, a manutenção da qualidade do leite passa pela necessidade de identificação rápida de problemas que interfiram na saúde animal e, consequentemente, na qualidade do produto. Entretanto, o controle visual do úbere e da aparência do leite tornam-se tarefas difíceis de serem realizadas com a ausência de operadores humanos, a menos que dispositivos sejam incorporados a esses equipamentos (Hogenboom et al., 2019). O uso da termografia infravermelha como ferramenta diagnóstica para a detecção precoce da mastite subclínica pode ser promissor. Um corpo que possui uma temperatura superior ao zero absoluto emite radiação eletromagnética no espectro infravermelho. Esta radiação pode ser detectada por meio de uma matriz de sensores e usada para construir uma imagem termográfica onde a intensidade ou a cor de cada pixel é proporcional à temperatura correspondente da superfície observada (Zaninelli et al., 2018). Essa tecnologia vem sendo utilizada em diversas aplicações em Medicina Veterinária (Barros et al., 2015; Silva et al., 2018), dentre as quais a avaliação da saúde do úbere (Santana et al., 2025). Com refinamento e aprimoramento, a termografia infravermelha pode ser uma ferramenta útil e conveniente para o diagnóstico da mastite subclínica. Essa técnica pode compor um método diagnóstico simples não invasivo e eficaz, podendo ser efetuada no local de ordenha (Sathiyabarathi et al., 2016). No entanto, um protocolo para orientar seu uso deve ser desenvolvido, considerando-se os fatores que interferem nas temperaturas do úbere (Digiovani et al., 2016) e algoritmos de classificação de aprendizado de máquina podem colaborar com o avanço no uso da termografia infravermelha para o diagnóstico da mastite subclínica (Santana et al., 2025). Esses algoritmos têm sido usados em diversas aplicações, desde a filtragem de e-mails de spam até a sugestão de filmes em plataformas de streaming (Hyde et al., 2020). Atualmente, as análises e interpretações da termografia infravermelha são realizadas após processamento manual dos termogramas, a partir das quais são calculados indicadores de interesse e elaborados laudos quanti-qualitativos baseados nas interpretações dessas imagens. Assim, interpretações fundamentadas em aprendizado de máquina podem ser desenvolvidas e disponibilizadas para tornar a técnica mais eficiente e, consequentemente, propiciar uma ferramenta robusta para o diagnóstico da mastite bovina, o que é essencial para a elaboração de medidas para a profilaxia e o controle da doença. Esta publicação alinha-se ao objetivo de desenvolvimento Sustentável (ODS 12), da Agenda 2030, que busca assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis e, especificamente até 2030, reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita. Ao disponibilizar um método de diagnóstico para doenças de importância econômica como a mastite bovina, padrões de produção de leite com a qualidade regulamentada por normas atuais poderão reduzir as perdas em consequência da doença. As informações disponibilizadas poderão futuramente traçar as condições sanitárias da glândula mamária do animal, até mesmo por meio de dispositivos portáteis com capacidade diagnóstica mais elevada que os tradicionais, possibilitando a obtenção de informações e tomadas de decisão na propriedade rural. Assim, objetivou- -se ampliar informações sobre o uso da termografia infravermelha como ferramenta diagnóstica auxiliar da mastite subclínica, possibilitando processos de automatização para elevação da qualidade do leite.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Coeficientes de culturas forrageiras no Brasil e aplicação para o cálculo da necessidade de irrigação.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1174002</link>
    <description>Título: Coeficientes de culturas forrageiras no Brasil e aplicação para o cálculo da necessidade de irrigação.
Autoria: SOUZA, D. P. de; PALHARES, J. C. P.; MENDONÇA, F. C.
Conteúdo: Resumo: A busca pela conservação de recursos naturais como a água e o solo passa pelo aumento da eficiência hídrica e produtiva, tornando-se um dos grandes desafios em sistemas agropecuários. A irrigação faz parte desse contexto e vem sendo adotada em fazendas de pecuária de leite e corte (Figura 1), porém, ainda carece de orientação técnica adequada. Uma das formas de realizar o manejo de irrigação é a adoção do balanço hídrico de cultura, que auxilia na determinação do déficit hídrico e da demanda de irrigação a partir de dados climáticos (radiação solar, temperatura e umidade relativa do ar, velocidade do vento e precipitação pluvial) e das estimativas da evapotranspiração de referência (ETo) e da evapotranspiração da cultura (ETc). Para dimensionar adequadamente a demanda de irrigação, estima-se a ETc utilizando o coeficiente de cultura (Kc) segundo metodologia descrita por Allen et al. (1998) e atualizada por Allen et al. (2006). Na literatura técnico-científica nacional há alguns trabalhos que realizaram a determinação do Kc para diferentes culturas forrageiras, porém, sua aplicação ainda é pouco frequente, pois a informação fica restrita a meios de divulgação científicos e é pouco acessada por técnicos e produtores. O restrito acesso às informações dificulta a adoção do balanço hídrico de cultura em campo. Este Comunicado Técnico tem o objetivo de orientar profissionais agropecuários e produtores rurais na prática do manejo de irrigação de culturas forrageiras utilizando o balanço hídrico do solo com a adoção do Kc para forragens. A publicação também objetiva reunir e apresentar os resultados de vários estudos relacionados à temática de irrigação de culturas forrageiras para servir como um referencial de consulta.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Peso dos cortes comerciais do traseiro bovino como uma nova opção para o programa Brangus+.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1173626</link>
    <description>Título: Peso dos cortes comerciais do traseiro bovino como uma nova opção para o programa Brangus+.
Autoria: YOKOO, M. J. I.; CARDOSO, L. L.; TAROUCO, J. U.; CARDOSO, F. F.
Conteúdo: Resumo: Até o ano de 2022, no Brasil, a raça Brangus não contava com um programa de avaliação e melhoramento genético oficial da Associação Brasileira de Brangus (ABB). Os existentes para a raça (Promebo, Natura e Geneplus) estimam, entre outros critérios de seleção, Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs) de características avaliadas visualmente. Assim, devido à demanda dos criadores por características objetivas e para ter um programa chancelado pela ABB, a associação criou o Brangus+, que estima Diferenças Esperadas na Progênie aprimoradas pela Genômica (DEPGs) com critérios de seleção obtidos de forma objetiva, ou seja, sem características mensuradas de forma visual. Atualmente, o Brangus+ computa nove critérios de seleção (Reis et al., 2024): o efeito direto do peso ao nascer, os efeitos direto e materno do peso ao desmame, o efeito direto do peso ao sobreano, o efeito direto do perímetro escrotal ao sobreano e os efeitos diretos das características obtidas por ultrassom ao sobreano, como a área de olho de lombo (AOL), a espessura de gordura subcutânea entre as costelas (EG) e na garupa (EGP8) e a gordura intramuscular (GIM). Com o intuito de escolher animais superiores para qualidade da carcaça por meio desses critérios de seleção, o selecionador pode trabalhar com índices empíricos, agregando os pesos e as medidas feitas por ultrassom e selecionar animais geneticamente superiores que, por exemplo, podem agregar maior rendimento de carcaça, maior peso de carcaça quente (PCQ), entre outras características de importância econômica. Um exemplo de benefício financeiro utilizando um touro melhorador para o PCQ é demonstrado por Yokoo et al. (2015), onde o PCQ apresentou-se como uma boa alternativa de critério de seleção dos reprodutores geneticamente superiores para qualidade de carcaça, agregando maior renda ao sistema produtivo de até R$ 202,95 por animal nascido. Além disso, Simões et al. (2020), estimaram o valor econômico do PCQ em US$ 2,11 e publicaram um índice econômico de ciclo completo para a raça Brangus, em que o valor relativo das características de carcaça ficou em torno de 40% no índice final, demonstrando a importância econômica dos critérios de seleção relacionados à qualidade de carcaça no sistema produtivo brasileiro.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manual para aplicação do Índice de Desempenho Hídrico da Produção Leiteira.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1166544</link>
    <description>Título: Manual para aplicação do Índice de Desempenho Hídrico da Produção Leiteira.
Autoria: PALHARES, J. C. P.; DE MORI, C.
Conteúdo: A disponibilização de ferramentas que possibilitem a avaliação ambiental da propriedade leiteira de forma rápida, simples e com baixo custo é fundamental para que profissionais e produtores: - Possam avaliar e acompanhar o desempenho ambiental da fazenda e propor mudanças que visem à conservação dos recursos naturais e a redução dos impactos ambientais. - Demonstrem para consumidores e sociedade em geral a performance ambiental e a responsabilidade ambiental de processo produtivo. - Contribuam para o cumprimento das exigências da legislação ambiental. Estas ferramentas podem ser disponibilizadas ao público na forma de índices de avaliação. No Brasil, não há um índice que avalie o desempenho hídrico e do manejo dos dejetos de propriedade leiteira. A Embrapa Pecuária Sudeste apresenta neste Manual o Índice de Desempenho Hídrico (IDH) de propriedades leiteiras. A ferramenta foi desenvolvida com a base na seleção de um conjunto de indicadores por levantamento bibliográfico e painel de especialistas. Sua elaboração contou com a participação de 15 profissionais da Argentina (2), Brasil (11), Chile (1) e Uruguai (1) na estruturação e na definição do conjunto de pesos do Índice, por meio do método de decisão multicritério Analytic Hierarchy Process (AHP). Nove destes profissionais atuavam na academia/pesquisa em gestão ambiental da pecuária e seis na assistência técnica a produtores de leite no Brasil. A validação do IDH contou com ao apoio de seis profissionais que dão assistência técnica a produtores de leite. A planilha foi aplicada em 40 propriedades leiteiras e foram propostas alterações pelos seis profissionais visando a melhoria de apresentação e compreensão da planilha. Este Manual tem o objetivo de auxiliar o usuário no preenchimento das questões e indicadores do IDH da produção leiteira. De forma simples e prática, esclarece a estrutura do IDH, o conteúdo das questões, fornece orientações de como responder e indica uma trilha de melhorias a ser implantada para obtenção de escore desejável. O IDH só é aplicável em propriedades que fazem a lavagem da sala de ordenha ao menos um vez no dia.</description>
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