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    <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)</title>
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    <description>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPAP)</description>
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    <dc:date>2026-05-17T23:10:55Z</dc:date>
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    <title>Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS20-2013.</title>
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    <description>Título: Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS20-2013.
Autoria: CATELLA, A. C.; ALBUQUERQUE, S. P.; CAMPOS, F. L. R.; SANTOS, D. C. dos
Conteúdo: Neste boletim encontram-se as informações sobre a pesca profissional e esportiva coletadas e analisadas pelo Sistema de Controle da Pesca de Mato Grosso do Sul (SCPESCA/MS) no ano de 2013. Os dados obtidos são provenientes do pescado capturado em toda a Bacia do Alto Paraguai em Mato Grosso do Sul (BAP/MS) e vistoriado pela Polícia Militar Ambiental/MS. Foi registrado um total de 333 t de pescado, das quais 165 t (49,5%) foram capturadas pela pesca profissional (estimativa de captura) e 168 t (50,5%) pela pesca esportiva. As espécies mais capturadas pelas duas categorias juntas foram: pintado Pseudoplatystoma corruscans (83 t, 26%), cachara Pseudoplatystoma reticulatum (79 t, 25%) e pacu Piaractus mesopotamicus (32 t, 10 %). Os rios que mais contribuíram foram o Paraguai (149 t, 46%) e o Miranda (97 t, 30%). O número total de pescadores profissionais registrados neste ano foi de 1.816. Para a pesca profissional, em mediana mensal, a duração das viagens de pesca variou 5 e 10 dias, capturando entre 28,00 e 66,75 kg por pescador por viagem com rendimento entre 7,47 e 10,78 kg por pescador por dia. Neste ano, a cota de captura permitida para a pesca esportiva permaneceu em 10 kg mais um exemplar de qualquer peso e até cinco exemplares de piranhas. Um total de 13.856 pescadores esportivos visitou o estado, provenientes, principalmente de São Paulo (48%), Paraná (21%) e Minas Gerais (10%) com maior concentração nos meses de agosto a outubro. Em mediana mensal, esses pescadores realizaram viagens com duração de 4 a 5 dias de pesca, capturando entre 10,00 e 13,00 kg por pescador por viagem com rendimento entre 2,17 e 3,08 kg por pescador por dia.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1000109">
    <title>Composição e distribuição de comunidades de peixes na planície de inundação do rio Taquari, Pantanal, MS.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1000109</link>
    <description>Título: Composição e distribuição de comunidades de peixes na planície de inundação do rio Taquari, Pantanal, MS.
Autoria: FREY-DARGAS, J. H.; AOKI, C.; ROSA, F. R. da; RESENDE, E. K. de
Conteúdo: Este estudo teve o objetivo de caracterizar a ictiofauna da planície de inundação bacia do baixo Rio Taquari (Pantanal, MS) quanto à estrutura e diversidade de suas comunidades. Foram realizadas capturas em estações hídricas contrastantes em cinco estações de coleta de dados. Para as coletas de dados foram utilizadas redes de arrasto e tarrafas, os indivíduos capturados foram identificados in locii, fotografados e soltos vivos no local de captura. No total foram registrados 5137 indivíduos distribuídos em 54 espécies pertencentes a 18 famílias e cinco ordens. A curva de rarefação tendeu à estabilização e o estimador ?Chao 1? indicou 66 espécies para a área. A maioria das espécies foi considerada rara e acidental. Os índices de Shannon encontrados são semelhantes aos observados em outros estudos no Pantanal. Não foi encontrada correlação significativa entre riqueza e distância do rio. Nenhuma das espécies registradas está ameaçada de extinção e várias apresentam potencial para utilização econômica.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da estratégia de tratamento parcial do rebanho no controle da mosca-dos-chifres.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/994068</link>
    <description>Título: Avaliação da estratégia de tratamento parcial do rebanho no controle da mosca-dos-chifres.
Autoria: BARROS, A. T. M. de; RAVAGLIA, E.; PETZOLD, H. V.; AVELLAR, W. de
Conteúdo: A mosca-dos-chifres (MDC) destaca-se dentre os principais ectoparasitos que acometem a pecuária de corte nacional. Seu controle é realizado quase exclusivamente com produtos inseticidas, o que tem levado a sérios problemas de resíduos e resistência. Alternativas não químicas e redução do uso de inseticidas tornam-se essenciais ao controle sustentável deste parasito. O presente estudo avaliou a eficiência do tratamento parcial do rebanho como estratégia de controle da MDC. Quatro experimentos foram conduzidos, utilizando produtos de diferentes classes inseticidas: lactona macrocíclica (ivermectina), fenilpirazol (fipronil), piretróide cipermetrina) e organofosforado+piretróide (clorpirifós+cipermetrina), em formulações pour-on. Em cada experimento, 200 vacas Nelore foram distribuídas em quatro grupos, para avaliação do tratamento de 20%, 50% e 100% do rebanho, além de um grupo não tratado. Contagens periódicas da MDC foram realizadas nos dias 0, 3, 7, 14, 21 e 28 em todos os animais. A eficácia dos produtos nos grupos tratados integralmente foi superior a 90% (exceto pela cipermetrina) ao final da 1ª semana pós-tratamento, sendo de modo geral superior a dos tratados parcialmente nas duas semanas iniciais. Nos grupos tratados parcialmente, a eficácia foi geralmente maior nos grupos com maior frequência de animais tratados. Independente da classe inseticida aplicada e do percentual de animais tratados (20% ou 50%), o tratamento parcial do rebanho apresentou três características principais: a) rápida e acentuada redução das infestações em todo o rebanho, b) menores níveis de redução das infestações e c) menor período de proteção, em relação ao tratamento de todo o rebanho. Apesar da redução no uso de inseticidas e do menor custo, a viabilidade do tratamento parcial do rebanho, como estratégia de controle da MDC, se limita a situações onde um menor nível e período de eficácia sejam aceitáveis, caso contrário, tratamentos adicionais podem ser necessários, comprometendo as vantagens da estratégia. As implicações do tratamento parcial do rebanho no desenvolvimento e manejo da resistência a inseticidas devem ser avaliadas. The horn fly stands out among the main ectoparasites that affect national beef cattle. This livestock pest is controlled almost exclusively by insecticide products, which has led to serious residue and resistance issues. Non-chemical alternatives and reduction of insecticide use are essential for a sustainable control of this parasite. This study evaluated the efficiency of partial herd treatment as a strategy for controlling horn flies. Four experiments were conducted using products from different insecticide classes: macrocyclic lactone (ivermectin) phenylpyrazole (fipronil), pyrethroid (cypermethrin), and an organophosphate-pyrethroid mixture (chlorpyrifos + cypermethrin), in pour-on formulations. In each experiment, 200 Nelore cows were distributed in four groups for evaluation of the treatment of 20, 50, and 100% of the herd, besides an untreated group. Periodic fly counts were performed on days 0, 3, 7, 14, 21, and 28 in all animals. Product efficacy in the full-treated herd exceeded 90% (except for cypermethrin) at the end of the 1st week after treatment, being mostly higher than in partially treated groups in the first two weeks. In the groups partially treated, efficacy was generally higher in the groups with the largest frequency of treated animals. Regardless of the insecticide class and the percentage of treated animals (20% or 50%), the partial treatment of the herd showed three main features: a) fast and marked reduction in infestations throughout the herd, b) lower reduction of horn fly infestations, and c) shorter period of protection, when compared to the full herd treatment. Despite reduction in insecticide use and lower costs, viability of partial herd treatment as a strategy for controlling the horn fly is limited to situations where a lower level and protection period are acceptable; otherwise, the need for additional treatments tends to compromise the advantages of the strategy. The implications of partial herd treatment in the development and management of insecticide resistance should be evaluated.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/981234">
    <title>Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS19-2012.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/981234</link>
    <description>Título: Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul SCPESCA/MS19-2012.
Autoria: ALBUQUERQUE, S. P.; CATELLA, A. C.; CAMPOS, F. L. de R.; SANTOS, D. C. dos
Conteúdo: Neste boletim encontram-se as informações sobre a pesca profissional e esportiva coletadas e analisadas pelo Sistema de Controle da Pesca de Mato Grosso do Sul (SCPESCA/MS) no ano de 2012. Os dados obtidos são provenientes do pescado capturado em toda a Bacia do Alto Paraguai em Mato Grosso do Sul e vistoriado pela Polícia Militar Ambiental/MS. Foi registrado um total de 338 t de pescado, das quais 173 t (51%) foram capturadas pela pesca profissional e 165 t (49%) pela pesca esportiva. As espécies mais capturadas pelas duas categorias juntas foram: cachara Pseudoplatystoma reticulatum (70 t, 21%) pintado Pseudoplatystoma corruscans (65 t, 19%), e pacu Piaractus mesopotamicus (38 t, 11 %). Os rios que mais contribuíram foram o Paraguai (143 t, 43%) e o Miranda (130 t, 39%). O número total de pescadores profissionais registrados neste ano foi de 2.248. Para a pesca profissional, em mediana mensal, a duração das viagens de pesca variou 5 e 9 dias, capturando entre 22,83 e 59,30 kg por pescador por viagem com rendimento entre 7,08 e 11,64 kg por pescador por dia. Neste ano, a cota de captura permitida para a pesca esportiva permaneceu em 10 kg mais um exemplar de qualquer peso e até cinco exemplares de piranhas. Um total de 14.044 pescadores esportivos visitou o estado, provenientes, principalmente de São Paulo (50%), Paraná (20%) e Minas Gerais (9%) com maior concentração nos meses de agosto, setembro e outubro. Em mediana mensal, esses pescadores realizaram viagens com duração de 4 a 5 dias de pesca, capturando entre 10,00 e 11,81 kg por pescador por viagem com rendimento entre 2,00 e 2,83 kg por pescador por dia.</description>
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