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    <title>DSpace Coleção: Folder / Folheto / Cartilha  (CNPTIA)</title>
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    <description>Folder / Folheto / Cartilha  (CNPTIA)</description>
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    <title>Mercado de carbono: o que é e como contribui para a estabilidade do clima.</title>
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    <description>Título: Mercado de carbono: o que é e como contribui para a estabilidade do clima.
Autoria: BAMBINI, M. D.; VICTORIA, D. de C.; DAMIAN, J. M.
Conteúdo: As mudanças climáticas vêm se manifestando constantemente em secas e chuvas intensas, inundações, grandes tempestades, incêndios florestais, entre outros fenômenos climáticos extremos. Estudos científicos têm demonstrado que as ações antrópicas, que são aquelas provocadas pela humanidade, são as principais causas das mudanças no clima (Nações Unidas, 2024). O padrão de desenvolvimento econômico e de consumo adotado pela sociedade desde a primeira revolução industrial, com intensificação das queimadas, emprego universalizado de combustíveis fósseis, uso inadequado da terra e de processos industriais e agropecuários, vem ocasionando o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Os GEE são constituintes gasosos, emitidos naturalmente ou pela ação humana que, na atmosfera, absorvem e reemitem radiação infravermelha, sendo os mais comuns: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O). Entre esses gases, o CO2 apesar de apresentar o potencial de aquecimento menor entre os demais GEE, apresenta-se em maior contração na atmosfera. O mercado de carbono é um instrumento criado para apoiar a redução de emissões de GEE, ou seja, é um mercado onde se vende a capacidade de sequestrar carbono, mantendo-o estável no ambiente. Nesse mecanismo de mercado de carbono, as quantidades de gases como metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) são convertidas a partir do potencial de aquecimento global de cada um deles, na comparação com o potencial do dióxido de carbono (CO2). Essa conversão é um dos princípios que viabilizam o chamado “crédito de carbono”, expresso como tonelada de CO2 equivalente. O mercado está baseado na premissa que empresas e países que geram maiores quantidades de GEE necessitam compensar suas emissões. Conforme esquematizado na Figura 1, a compensação é realizada a partir da aquisição de créditos de carbono gerados por projetos diversos - como reflorestamento, uso de energia limpa ou agricultura sustentável - que reduzem as emissões de GEE em contextos e países diferentes.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região NE.</title>
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    <description>Título: AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região NE.
Conteúdo: Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 5 mm, portanto não ocorreram chuvas agrícolas em toda a região. Quanto as temperaturas mínimas, elas variaram entre 17 e 25 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, no sentido noroeste/sudeste, das maiores para as menores temperaturas. Quanto as temperaturas máximas, elas variaram entre 27 e 35 °C, sendo que as menores temperaturas ocorreram no leste, sudeste e centro-sudeste da Região Nordeste, variando entre 27 e 30 °C.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Agricultura digital e inteligência artificial: regulação e desafios.</title>
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    <description>Título: Agricultura digital e inteligência artificial: regulação e desafios.
Autoria: MENDES, C. I. C.; SOUZA, K. X. S. de; BARBEDO, J. G. A.; OLIVEIRA, C. G. B. de
Conteúdo: Há uma tensão mundial contemporânea sobre o avanço colossal da inteligência artificial (IA) trazendo para o debate os desafios regulatórios para seu uso e desenvolvimento por países, governos e organizações, principalmente no que tange à transparência, ética algorítmica, propriedade intelectual e privacidade de dados pessoais. A abrangência das aplicações de IA é uma realidade em todos os setores econômicos e na agricultura digital não é diferente. Como exemplos, podemos citar a IA sendo utilizada para: a) capturar sinais neurais de especialistas, por meio de um capacete com eletrodos similar a um eletroencefalograma, que simula o funcionamento cerebral no momento em que o especialista visualiza imagens de plantas doentes; b) otimizar a aplicação de insumos, como água e fertilizantes; c) usar drones com câmeras multiespectrais e sistema de IA que coletam dados de doenças das plantas e os níveis de nutrientes do solo; d) desenvolver sistema de visão computacional e aprendizado de máquina que identifica sinais de pragas em lavouras. Entretanto, para além dos benefícios adjacentes, o uso intensivo vem acompanhado de questionamentos sobre qual é o regime regulatório para disciplinar o desenvolvimento ético de sistemas de IA cada vez mais em ascensão. Destarte, a relevância do tema justifica-se considerando que instituições de ciência e tecnologia (ICTs), como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que fomenta a agricultura baseada em ciência, precisam sincronizar o avanço tecnológico com a segurança jurídico-institucional. Nesse contexto, o presente folheto tem por objetivo discorrer, de forma não exaustiva, sobre os desafios advindos da regulamentação da IA para a agricultura digital. Para tanto, o documento está estruturado em quatro seções, incluindo esta introdução. A seguinte discorre sobre iniciativas de regulação da IA em países pioneiros. Na sequência, são evidenciadas tendências e riscos imanentes à temática. E, por último, seguem as considerações finais.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Governança de agrodados: aspectos legais e éticos na pesquisa agrícola.</title>
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    <description>Título: Governança de agrodados: aspectos legais e éticos na pesquisa agrícola.
Autoria: MENDES, C. I. C.; DRUCKER, D. P.; MACARIO, C. G. do N.; VISOLI, M. C.
Conteúdo: Tendências, oportunidades e impactos.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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