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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Pecuária Sudeste (CPPSE)</title>
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    <description>Embrapa Pecuária Sudeste (CPPSE)</description>
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    <title>Consumo de água de bebida de vacas em lactação em sistema de compost barn.</title>
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    <description>Título: Consumo de água de bebida de vacas em lactação em sistema de compost barn.
Autoria: PALHARES, J. C. P.; NACIMENTO, R. A.
Conteúdo: Os cenários de escassez hídrica no Brasil, o aumento da rigidez das regulamentações ambientais e a crescente demanda dos consumidores por produtos ambientalmente responsáveis representam desafios significativos para a atividade leiteira. Em vista deste panorama, ter conhecimento do consumo diário de água das vacas em lactação e da eficiência hídrica do sistema de produção é fundamental para a adaptação da unidade produtiva aos desafios ambientais e sociais ((Palhares et al., 2020, 2024). Em paralelo a estes desafios, observa-se um processo de intensificação produtiva das fazendas leiteiras brasileiras para ter maior escala produtiva, entendendo-se que, desta forma, se terá maior viabilidade econômica. No Brasil, este processo de intensificação tem sido caraterizado pela migração para o sistema de “compost barn”, cada vez mais popular e alternativo ao confinamento convencional. Neste modelo, os animais ficam alojados em um galpão coberto sobre uma “cama” que pode ser de serragem, maravalha, palha de arroz, etc. (Ferreira et al., 2024). A função da “cama” é absorver as fezes e urina, além de propiciar conforto para o descanso dos animais (Figura 1). Por ser um tipo de confinamento, o “compost barn” impacta de forma diferente a demanda de água dos animais quando comparado aos modelos mais tradicionais no país, pasto e semiconfinamento. Isso exige que o sistema de captação e distribuição de água seja projetado e dimensionado corretamente para evitar desperdícios ou falta de água. Há uma carência de informações sobre o consumo de água de vacas em lactação no “compost barn”. Considerando que estes animais são a categoria animal que, diariamente, mais consome água em um sistema de produção leiteira, ter referências técnicas deste consumo é necessário para a correta gestão hídrica da fazenda. Esse conhecimento irá embasar a tomada de decisões em cenários de maior escassez hídrica. Nesta publicação apresentamos valores médios do consumo diário de água de vacas em lactação alojadas em sistema de “compost barn” bem como valores de referência para o indicador de litros de água por litro de leite por dia.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1188137">
    <title>BRS Guatã - nova cultivar de Cajanus cajan.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1188137</link>
    <description>Título: BRS Guatã - nova cultivar de Cajanus cajan.
Autoria: MATTA, F. de P.; OLIVEIRA, P. P. A.; VERZIGNASSI, J. R.; CASTRO, L. M. de; NOVO, A. L. M.; GODOY, R.
Conteúdo: Resumo: O guandu [Cajanus cajan (L.)] é uma planta leguminosa arbustiva, de grande importância agrícola em vários países da Ásia, da África e da América Latina. Sua popularidade é justificada pela variedade de formas de utilização e pela sua grande rusticidade (Souza et al., 2007). Ela vem sendo utilizada como: forragem para alimentação animal e suplementação proteinada, sendo fornecida picada no cocho, ensilada ou sob pastejo, em especial em locais com escassez de chuva ou na época seca para as demais regiões; adubação verde e recuperação de pastagens degradadas; rotação de culturas e formação de cobertura morta nos sistemas integrados de produção; proteção de culturas recém-estabelecidas aos estresses abióticos como geadas, proteção da incidência solar direta e vendavais e controle de fitonematoides de solo. Seus grãos têm sido utilizados na alimentação humana, em especial na Ásia e na África (Godoy et al., 2022). O guandu constitui alternativa de baixo custo para a suplementação volumosa de bovinos na recria durante a época da seca (Tupy et al., 2023). Para outras espécies forrageiras, conservadas sob a forma de silagens e fenos, os investimentos são maiores em máquinas e equipamentos e há exigência de maior nível técnico do produtor, além dos custos elevados envolvidos nos processos de conservação e posterior distribuição. Em consórcio com gramíneas é possível aumentar a taxa de lotação animal por hectare, uma vez que a planta apresenta produção de matéria seca elevada. Isto proporciona redução na escassez de forragens no período seco do ano e incrementa o ganho de peso animal quando em comparação com o sistema convencional de fertilização nitrogenada e suplementação mineral proteinada (Oliveira, 2022). Acrescenta-se aos benefícios de seu uso, o impacto ambiental positivo, que ocorre em função da biodescompactação do solo, economia de fertilizantes nitrogenados, recuperação de áreas degradadas, diminuição da emissão de metano entérico (Furtado et al., 2023) e o aumento do teor de carbono no solo (Oliveira et al., 2024).</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187782">
    <title>Proposta de Indicadores para diagnóstico e acompanhamento de sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187782</link>
    <description>Título: Proposta de Indicadores para diagnóstico e acompanhamento de sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta.
Autoria: VINHOLIS, M. de M. B.; JANUSCKIEWICZ, E. R.; SANTOS, S. A.; DE MORI, C.; PORTUGAL, J. A. B.; BORGHI, E.; PEZZOPANE, J. R. M.; SILVA, C. H. de P. e; HERNANDES, A.; CRUZ, A. P. da S.
Conteúdo: Sistemas integrados são modelos de uso sustentável da terra que integram ao menos duas modalidades de produção agrícola, pecuária e/ou florestal, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou em rotação (Balbino et al., 2011), de forma planejada, sistematizada e continuada, com a finalidade de auferir produtos e serviços para a comercialização (Vinholis et al., 2020). Os sistemas integrados são classificados por Balbino et al. (2011) em quatro tipos: 1) integração lavoura-pecuária; 2) integração lavoura-floresta; 3) integração pecuária-floresta e; 4) integração lavoura-pecuária-floresta. O Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC), elaborado em 2010 pelo governo brasileiro (Brasil, 2012) e atualizado em 2021 (Brasil, 2021), buscou, entre outras metas, expandir a adoção dos sistemas integrados de Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) no Brasil. Em estudo para verificar as mudanças no uso da terra, o crescimento da produção agropecuária brasileira e o cumprimento das metas do Plano ABC, Telles et al. (2021) constataram que o aumento da área com sistemas ILPF atendeu aos compromissos acordados pelo Brasil e que a agropecuária brasileira tem buscado a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento de tecnologias de baixa emissão de carbono, que são poupadores de recursos naturais. A compreensão da dinâmica da adoção de uma dada tecnologia permite identificar os impactos e os gargalos decorrentes de sua implementação, oferecendo subsídios às unidades produtivas e ao setor para a busca de maior produtividade e competitividade. A mensuração das alterações ou impactos decorrentes da adoção de uma tecnologia por meio de indicadores é instrumento útil para caracterização, apoio de tomada de decisão, difusão de tecnologias e formulação de políticas públicas. Os sistemas de indicadores devem ser instrumentos eficientes e adequados para a avaliação, a quantificação e o monitoramento de um determinado fenômeno, constituindo um dos meios de comunicação e de construção de princípios e de diretrizes em seu processo de transformação (OECD, 2003; Freudenberg, 2003). Sanches (2004) define indicador como sendo um dado relativo a uma variável significativa que caracteriza um fenômeno e que serve de marcador para que se possa atuar sobre tal fenômeno. Por sua vez, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, 2003) define indicador como “um parâmetro, ou valores derivados de parâmetros, que fornece informações sobre o estado de um meio, cuja significação se estende além daquela diretamente relacionada com o valor do parâmetro”. A escolha dos indicadores deve levar em consideração alguns aspectos: devem ser simples e facilmente compreendidos, terem baixo custo, serem sensíveis às mudanças, mensuráveis com metodologias repetíveis, não-redundantes e concisos, representativos do fenômeno avaliado e de fácil aplicação (Santos et al., 2017; Abbasi et al., 2023). Assim, este documento tem por objetivo descrever indicadores econômicos, ambientais e sociais selecionados para diagnose e monitoramento de sistemas integrados, detalhando suas metodologias e os dados necessários para os cálculos. Além da contextualização da importância de indicadores no processo de monitoramento de uso de tecnologias apresentado nessa introdução, o documento expõe o processo de escolha, a definição, as metodologias e a operacionalização do conjunto de indicadores selecionados e algumas considerações finais.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187582">
    <title>Nova ferramenta ReactFarm como opção para avaliação da reatividade animal.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1187582</link>
    <description>Título: Nova ferramenta ReactFarm como opção para avaliação da reatividade animal.
Autoria: SIQUEIRA, D. M. de; GUIMARAES, E. da S.; FRANCISCO, L. A. V.; PEIXOTO, M. G. C. D.; MARCONDES, C. R.
Conteúdo: O temperamento é uma característica complexa e de difícil definição, combinando diversos aspectos do comportamento animal — como curiosidade, timidez, agressividade, hesitação, medo, propensão ao risco e exploração, sociabilidade e nervosismo, entre outros — os quais têm sido estudados por diversos autores (Sant’Anna et al., 2013; Finkemeier et al., 2018; Brandão; Cooke, 2021). A reatividade em animais pode ser definida como a reação apresentada quando exposto ao ambiente de contenção (Maffei et al., 2009). É, portanto, uma das expressões do temperamento que pode ser avaliada por métodos objetivos (uso de equipamentos) ou subjetivos (avaliações visuais ou escores) e em ambiente livre ou de contenção (Marcondes et al., 2023). A avaliação da reatividade animal é um processo auxiliar ao manejo e ao melhoramento genético, especialmente em sistemas que visam otimizar a genética para a produção de gado, com segurança dos operadores e bem-estar dos animais. Bovinos mais reativos apresentam maiores dificuldades no manejo e elevam o risco de acidentes no ambiente do curral (Maffei et al., 2006). Os métodos de avaliação tradicionais, baseados em escores observacionais, podem conter traços de subjetividade e de parcialidade dos avaliadores, o que pode comprometer a precisão dos dados coletados. Nesse contexto, a utilização de métodos objetivos para mensurar a reatividade, como o uso de acelerômetros, tem se mostrado uma alternativa consistente e promissora para a coleta de dados (ex. Patente PCT/BR2008/000198 (UFMG, 2009, 2009b)). O desenvolvimento de um aplicativo móvel integrado a sensores de baixo custo representa um avanço significativo, facilitando a fenotipagem digital e as decisões de manejo nas fazendas sem a necessidade de infraestrutura especializada (Siqueira, 2025). A fenotipagem digital pode reduzir a variabilidade nas observações devido ao efeito da avaliação por diferentes técnicos, melhorando a precisão dos fenótipos e, consequentemente, permitindo avaliações genéticas mais acuradas e maiores taxas de ganho genético para a característica (Billah et al., 2025).</description>
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