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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (CNPMF)</title>
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    <description>Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (CNPMF)</description>
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    <title>Broca no fruto.</title>
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    <description>Título: Broca no fruto.
Autoria: SANCHES, N. F.; NORONHA, A. C. da S.
Conteúdo: Detalha as características e o controle da broca-do-fruto, uma praga severa que compromete até 80% da produção de abacaxi nas Américas. O texto descreve o ciclo biológico da borboleta Strymon megarus, cujas lagartas perfuram a polpa e provocam a exsudação de uma resina característica, inutilizando o fruto comercialmente. Para combater o inseto, recomendam-se práticas de manejo integrado, que incluem a limpeza de restos culturais e o uso de barreiras mecânicas em pequenas áreas. Além disso, a fonte enfatiza a importância do monitoramento semanal das inflorescências para a aplicação precisa de inseticidas biológicos ou químicos. Estratégias de controle natural por meio de parasitoides também são apresentadas como alternativas sustentáveis para proteger o abacaxizeiro.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização física e físico-hídrica de solos na área da Embrapa Mandioca e Fruticultura.</title>
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    <description>Título: Caracterização física e físico-hídrica de solos na área da Embrapa Mandioca e Fruticultura.
Autoria: SOUZA, L. D.; SOUZA, L. D. S.; SOUZA FILHO, L. F. da S.; COSTA, O. DEL´A. V.
Conteúdo: Resumo – O trabalho apresenta a caracterização física e físico-hídrica dos solos localizados na área experimental da Embrapa Mandioca e Fruticultura, município de Cruz das Almas, BA. Os dados, obtidos e avaliados no ano de 1993, foram dimensionados em relação às suas características pedológicas. Posteriormente foram utilizados para determinar novos aspectos físicos do solo em 2001. Nesta publicação, as informações foram atualizadas, a exemplo das legendas do mapa de classes de solos, acrescentou-se novos parâmetros físicos aos solos que também foram avaliados nos sete perfis representativos desses solos, com cinco Latossolos Amarelos (LAd1 a LAd5), um Argissolo Amarelo (PAd1) e um Cambissolo Háplico (CXbd); e com ênfase nos atributos granulométricos, densidade do solo, densidade de partículas, porosidade total, macro e microporosidade, condutividade hidráulica saturada, estabilidade e índice de agregação, além da retenção de água e estimativa da água disponível às plantas. Os resultados indicaram predominância das frações areia fina, média e grossa nos horizontes superficiais, com redução em profundidade e incremento progressivo dos teores de argila. A análise da dispersão da argila evidenciou altos valores em grande parte dos horizontes avaliados, refletindo a suscetibilidade desses solos à degradação estrutural. Os teores de matéria orgânica foram, de modo geral, baixos, o que pode comprometer o potencial de formação e estabilidade de agregados. A densidade do solo foi mais elevada nos horizontes Ap (compactados) e AB/BA (coesos), sobretudo nos Latossolos, que está acompanhado por uma porosidade total reduzida, com predominância de microporos em relação aos macroporos. A condutividade hidráulica saturada mostrou-se limitada, principalmente nos horizontes coesos, o que restringiu o fluxo de água no perfil. A estabilidade dos agregados foi reduzida em todos os solos, com desempenho inferior no Argissolo. Quanto à água disponível, observou-se maior capacidade nos perfis LAd1 e CXbd, enquanto o LAd2 e o PAd1 apresentaram os menores valores. Os dados demonstram a necessidade de adoção de estratégias de manejo diferenciadas para esses solos, para promover maior aprofundamento das raízes e melhorar a dinâmica da água no perfil, sobretudo em função da ocorrência recorrente de déficits hídricos na região.</description>
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    <title>Desidratação de frutas tropicais : negócio, processos e boas práticas para agroindústrias de pequeno porte.</title>
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    <description>Título: Desidratação de frutas tropicais : negócio, processos e boas práticas para agroindústrias de pequeno porte.
Editor(es): VIANA, E. de S.; REIS, R. C.
Conteúdo: Apresentação: A agroindustrialização de frutas tropicais é uma estratégia cada vez mais importante para fortalecer a agricultura familiar e promover o desenvolvimento sustentável de territórios rurais. Entre as diversas formas de processamento, a desidratação se destaca por ampliar a vida útil dos produtos, agregar valor à produção, reduzir perdas pós-colheita e atender à crescente demanda por alimentos mais saudáveis e com menor uso de conservantes. Esta publicação técnica apresenta orientações práticas e atualizadas sobre o planejamento, implantação e operação de agroindústrias de pequeno porte voltadas para a produção de frutas desidratadas. Com foco em culturas tropicais como banana, mamão, abacaxi e manga, o livro reúne conhecimentos essenciais distribuídos em dez capítulos, incluindo: planejamento do negócio, viabilidade econômica, requisitos legais, custos de implantação, colheita e pós-colheita, boas práticas de fabricação (BPF), higiene, processos de desidratação, processamento de chips, rotulagem, embalagem e aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem. Organizada por especialistas da Embrapa Mandioca e Fruticultura e construída com a colaboração de pesquisadores de diversas instituições parceiras — como a UFV, UFRRJ, UFF, Embrapa Agrobiologia e Sebrae — esta obra visa apoiar empreendedores, técnicos, gestores públicos, estudantes e demais interessados no fortalecimento da agroindústria rural brasileira. Ao integrar aspectos tecnológicos, sanitários e ambientais, a publicação contribui diretamente para a profissionalização do setor, a segurança alimentar, a geração de renda no campo e o uso racional dos recursos naturais. O conteúdo apresentado está integralmente alinhado à missão da Embrapa de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura brasileira, com ênfase em cadeias produtivas de relevância econômica e social. Espera-se que este livro seja uma ferramenta útil para impulsionar a inovação e a inclusão produtiva no meio rural, especialmente em regiões tropicais com grande potencial frutícola.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aclimatização de mudas micropropagadas de mandioca no Método de Estiolamento para Produção de Mudas e Miniestacas de Mandioca (Método EPMM).</title>
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    <description>Título: Aclimatização de mudas micropropagadas de mandioca no Método de Estiolamento para Produção de Mudas e Miniestacas de Mandioca (Método EPMM).
Autoria: ROCHA, H. S.; SILVEIRA, H. F. da; SOUZA, A. da S.; OLIVEIRA, S. A. S. de; CARVALHO, R. da S.; SENA, K. F.; LIMA, S. A. de; SANTOS, R. S. dos
Conteúdo: A mandioca (Manihot esculenta Crantz) destaca-se no cenário nacional como uma das plantas cultivadas mais difundidas em todas as regiões no Brasil, desempenhando papel estratégico na segurança alimentar e na agricultura de base familiar. Segundo a FAO, o Brasil produz aproximadamente 18,5 milhões de toneladas de raízes de mandioca, posicionando-se como o quinto maior produtor mundial (FAO, 2024) (Figura 1). Entretanto, o sistema de propagação tradicionalmente utilizado apresenta severa limitação, uma vez que a multiplicação convencional por manivas apresenta taxa de multiplicação extremamente reduzida, demandando aproximadamente 12 meses para disponibilizar material propagativo suficiente para a implantação de novas áreas comerciais (Alves et al., 2009). Além disso, seu modo de propagação favorece a disseminação de pragas e doenças, em especial vírus, fitoplasmas, podridões radiculares, bacterioses e a recente Morte Vascular Descendente (Ceratobasidium theobromae) que constituem os principais agentes limitantes da produção. No mundo existem diversas viroses que são associadas à cultura da mandioca, porém no Brasil há relatos da ocorrência de duas delas, o Vírus do Mosaico Comum da Mandioca (Cassava Common Mosaic Virus, CsCMV) e o Vírus do Mosaico das Nervuras (Cassava Vein Mosaic Virus, CsVMV). Esses vírus causam infecções que prejudicam as variedades cultivadas e interferem em sua fotossíntese, comprometendo o crescimento das raízes e influenciando negativamente na produtividade da cultura (Costa e Kitajima, 1972). [...].</description>
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