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    <title>DSpace Coleção: Artigo de divulgação na mídia (CPAMT)</title>
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    <description>Artigo de divulgação na mídia (CPAMT)</description>
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    <title>Embrapa Agrossilvipastoril.</title>
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    <description>Título: Embrapa Agrossilvipastoril.
Autoria: VENDRUSCULO, L. G.
Conteúdo: Resumo: A Embrapa Agrossilvipastoril foi criada em 7 de maio de 2009, com recursos do Programa de Fortalecimento e Crescimento da Embrapa, o PAC Embrapa, no município de Sinop/MT, a 500 Km de Cuiabá/MT, numa área de 612 hectares. A construção do Centro de Pesquisa iniciou em fevereiro de 2010 e foi inaugurada em 6 de julho de 2012. O projeto de arquitetura da sede foi inspirada no estilo barroco brasileiro, utilizando madeira, em sua maioria da espécie itaúba, muito comum na região do médio norte do estado de Mato Grosso, doada pelo Ibama, originária das apreensões dos desmatamentos ilegais. O Visitante fica encantado com a harmonia da obra, e, muito orgulhoso ao descobrir que para cada árvore utilizada na obra foi plantada uma muda, da mesma espécie, na área de preservação permanente da Unidade. A escolha de instalação da sede no município de Sinop/MT passou por critérios técnicos, considerando a região estar na transição entre dois importantes biomas, o Cerrado e a Amazônia; disponibilidade da área rural; presença de universidades; infraestrutura da cidade e logística; presença da diversidade do setor produtivo da região, marcado pela agricultura, pela produção de grãos, fibras, frutas, hortaliças, e, pela pecuária de corte e de leite. Alicerçado nesses critérios foi constituído e estruturado a base física para o desenvolvimento de pesquisas em sistemas integrados de produção em lavoura, pecuária e floresta (ILPF), uma estratégia de produção agropecuária que integra diferentes sistemas produtivos dentro da mesma área, podendo ocorrer em cultivo consorciado, em rotação ou sucessão, de forma que haja interação entre os componentes, com o foco em uma agropecuária de baixa emissão de carbono, no desenvolvimento sustentável, na inclusão social e econômica, e, na redução dos desequilíbrios regionais.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo integrado de pragas da soja no Brasil: o passado, presente e futuro dessa tecnologia.</title>
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    <description>Título: Manejo integrado de pragas da soja no Brasil: o passado, presente e futuro dessa tecnologia.
Autoria: PITTA, R. M.; PANIZZI, A. R.; BUENO, A. de F.
Conteúdo: O conceito de Manejo Integrado de Pragas (MIP) foi estabelecido nos Estados Unidos no final dos anos 1950 baseado no princípio de que as plantas cultivadas podem tolerar certos níveis de injúria plantas. No entanto, para evitar perdas econômicas, a medida de controle é geralmente adotada antes que o NDE seja alcançado. Assim, o momento apropriado para iniciar a medida de controle e evitar que uma população de pragas alcance o NDE foi definido como o Nível de Ação (NA). De acordo com este conceito, o controle de pragas só é apropriado quando a população do inseto for igual ou maior que o NA estabelecido ou quando se espera que esse nível seja ultrapassado em um espaço de tempo muito curto. Para cultura da soja no Brasil, o NA para desfolhadores (lagartas e outros desfolhadores) é de 30% de desfolha quando a soja estiver no estádio vegetativo ou 15% quando esse estádio for o reprodutivo. Para percevejos, o NA é de 2 percevejos ® 0,5 cm (ninfas de 3º instar até adultos) por metro entre os estádios R3 e R6 de desenvolvimento da soja, quando a soja for destinada para produção de grãos ou 1 percevejo ® 0,5 cm por metro, quando a lavoura for destinada para produção de sementes.</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Três dicas para manejo do pasto no início da estação chuvosa.</title>
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    <description>Título: Três dicas para manejo do pasto no início da estação chuvosa.
Autoria: PEDREIRA, B. C. e
Conteúdo: Embora o Brasil seja um país com gigantesca extensão territorial, a produção animal em pastagens apresenta algumas características semelhantes de norte a sul, como as duas estações do ano: chuvosa e seca. Assim como todas as plantas, o crescimento de plantas forrageiras, gramíneas ou leguminosas, é determinado por fatores genéticos (que dependem da espécie/cultivar escolhida) e dos fatores ambientais, tais como luminosidade, chuvas, temperatura, fertilidade de solo, etc. Por isso, a época das águas é a mais importante do ponto de vista de produção e utilização das forrageiras. Com chuva e temperatura em abundância, a época das águas pode prover entre 60 e 80% da produção anual de uma forrageira. Para as forrageiras, o início da estação chuvosa é uma época muito importante, pois, após meses sem disponibilidade de água e, em algumas regiões do Brasil, também com reduções na temperatura, as plantas cessaram o crescimento e utilizaram as reservas para se manterem vivas. Portanto, após as primeiras chuvas, é de suma importância que o manejo do pastejo seja ajustado, pois as primeiras folhas verdes serão responsáveis por restabelecer os processos fotossintéticos e recompor as reservas.</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Apresentando o sistema de integração lavoura-pecuária.</title>
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    <description>Título: Apresentando o sistema de integração lavoura-pecuária.
Autoria: LIMA FILHO, R. de; REIS, F.; PEDREIRA, B. C. e; MARCHIÓ, W.
Conteúdo: Os desafios da pecuária remetem a dois mundos: resultados técnicos e econômicos. Saber conduzir a atividade agropecuária de maneira a obter sempre esses dois sucessos é o que tem atraído os produtores para a utilização de tecnologias de intensificação sustentável. Dentre elas, a integração de sistemas tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Os sistemas integrados de produção agropecuária podem gerar de 2 a 3 vezes mais rentabilidade que sistemas convencionais, entregando resultados entre R$ 2.500,00 e R$ 7.000,00 por hectare líquido com a adoção da integração, e é exatamente sobre esse sistema que o artigo aborda.</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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