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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Gado de Corte (CNPGC)</title>
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    <description>Embrapa Gado de Corte (CNPGC)</description>
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    <title>BRS CARINÁS: Brachiaria decumbens.</title>
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    <description>Título: BRS CARINÁS: Brachiaria decumbens.
Conteúdo: A BRS Carinás é um híbrido de Brachiaria decumbens desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Unipasto. É a evolução da tradicional B. decumbens cv. Basilik (capim-braquiarinha). A nova cultivar híbrida de Brachiartia decumbens entrega maior rentabilidade e eficiência para as pastagens do Cerrado. A BRS Carinás é também indicada para sistemas de integração lavoura-pecuária, com elevada produção de palhada e excelente qualidade de forragem para pastejo.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>BRS Carinás: cultivar híbrida de Brachiaria decumbens.</title>
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    <description>Título: BRS Carinás: cultivar híbrida de Brachiaria decumbens.
Autoria: BARRIOS, S. C. L.; VALLE, C. B. do; VALERIO, J. R.; TORRES, F. Z. V.; RAPOSO, A.; MENDES, A. B. D.; VERZIGNASSI, J. R.; RAMOS, A. K. B.; FERNANDES, C. D.; SANCHES, M. M.; MACEDO, M. C. M.; ARAUJO, A. R. de; FONTANA, A.; AZEVEDO, A. L. S.; SIMEÃO, R. M.; DIAS FILHO, M. B.; GUIMARAES JUNIOR, R.; BRAGA, G. J.; BUENO, L. G.; CALIXTO, S.
Conteúdo: RESUMO - A BRS Carinás é uma cultivar híbrida de Brachiaria decumbens (syn. Urochloa decumbens) desenvolvida pela Embrapa em parceria com a UNIPASTO (Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras). Trata-se de uma gramínea forrageira tropical apomítica, tetraploide (2n = 36 cromossomos), selecionada principalmente por elevada produtividade de forragem e de sementes. Em comparação com a cultivar Basilisk, a BRS Carinás apresenta maior produção de forragem e de folhas, maior taxa de lotação e ganho de peso por área. Morfologicamente, deferencia-se por possuir plantas mais altas, lâminas foliares mais longas e largas, haste e eixo floral mais comprido e maior número médio de rácemos. A BRS Carinás adapta-se bem a solos ácidos e de baixa a média fertilidade do bioma Cerrado, tolerando baixos teores de fósforo e respondendo positivamente à adubação fosfatada. Caracteriza-se ainda por excelente cobertura do solo, boa competitividade com plantas invasoras e alta tolerância ao período seco do ano, podendo ser vedada no fi nal do verão para uso estratégico na seca. Em condições controladas (casa-de-vegetação), apresentou maior tolerância ao alagamento do solo do que a B. brizantha cv. Xaraés, embora ensaios adicionais, em campo, em solos mal drenados, ainda sejam necessários para complementar esses resultados. Tal qual a Basilisk, a BRS Carinás apresenta baixa resistência às cigarrinhas-das-pastagens (Notozulia entreriana e Deois fl avopicta), e não possui resistência às cigarrinhas do gênero Mahanarva, como ocorre com a maioria das cultivares de braquiária (exceto a BRS Ipyporã). Seu grau de resistência às principais doenças fúngicas e viroses é equivalente ao da Basilisk. Assim como os demais cultivares comerciais de braquiária, não apresenta resistência ao nematoide Pratylenchus brachyurus. A BRS Carinás pode ser utilizada com sucesso em sistemas de integração lavoura-pecuária, onde oferece altas produtividades de palhada e de forragem para pastejo. No período das águas, proporciona maior taxa de lotação animal e maior ganho de peso vivo por hectare em relação a cultivar Basilisk. Recomendada para o bioma Cerrado, a BRS Carinás constitui uma excelente opção para substituir e diversificar áreas atualmente ocupadas pela cultivar Basilisk.</description>
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    <title>O ano da virada: o que muda na pecuária brasileira em 2026.</title>
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    <description>Título: O ano da virada: o que muda na pecuária brasileira em 2026.
Autoria: MALAFAIA, G. C.; FEIJO, G. L. D.; BISCOLA, P. H. N.; MEDEIROS, S. R. de; ABREU, U. G. P. de
Conteúdo: O Boletim sinaliza uma inflexão no ciclo pecuário brasileiro: após a liquidação de fêmeas, o setor entra em fase de retenção de matrizes, com impactos sobre oferta de animais, custo de reposição e dinâmica de margens. Nesse novo contexto, a competitividade da pecuária dependerá cada vez mais de gestão eficiente, produtividade e acesso a mercados de maior valor agregado.</description>
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    <title>NÍVEIS de referência do carbono orgânico nos solos cultivados dos biomas brasileiros: 1ª aproximação.</title>
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    <description>Título: NÍVEIS de referência do carbono orgânico nos solos cultivados dos biomas brasileiros: 1ª aproximação.
Conteúdo: Os níveis de referência do carbono orgânico (C org) nos solos cultivados propiciam além da aferição da quantidade de matéria orgânica, a possibilidade de inferência da qualidade do manejo e/ou cultivo praticado. É apresentado os diferentes métodos de quantificação do carbono e matéria orgânica no solo, com a sugestão de harmonização pelos diferentes métodos e unidades de medida, além da granulometria e classes texturais (Tabelas 1 a 3). Para cada bioma brasileiro, tem-se os níveis de referência de C org nos solos cultivados em geral pelas classes texturais e camada de 0-20 cm (Tabelas 4 a 8), exceto, a Caatinga. Também, contempla os valores de C org no solo para atender ao protocolo Carne Baixo Carbono (CBC) por cada bioma e camada de 0-20 cm (Tabelas 9 e 10), exceto, a Caatinga.</description>
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