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    <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
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    <description>Prosa Rural (CPAA)</description>
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    <dc:date>2026-05-15T06:35:57Z</dc:date>
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    <title>PRODUÇÃO de lenha: alternativa para geração de emprego e renda - programa 43.</title>
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    <description>Título: PRODUÇÃO de lenha: alternativa para geração de emprego e renda - programa 43.
Conteúdo: A tecnologia para formação de florestas energéticas, que contribui para a manutenção da floresta em pé na Amazônia, por meio do uso racional e sustentável de espécies florestais para a produção de lenha e carvão, será o tema do Prosa Rural desta semana. Com a finalidade de atender a demanda por lenha de forma contínua e sustentável, diminuindo a pressão sobre as florestas nativas, a Embrapa Amazônia Ocidental recomenda o plantio das espécies Acacia mangium, Acacia auriculiformis e o Sclerolobium paniculatum (taxi-branco). A tecnologia de florestas energéticas tem um ciclo de sistema produtivo (obtenção das mudas, plantio e produção de lenha) de quatro anos. O estudo busca alternativas para fornecimento energia a partir de biomassa (lenha), para abastecer os fornos das olarias da região dos municípios de Iranduba e Manacapuru, onde está situado o principal pólo oleiro do Amazonas e cujo segmento desempenha papel de destaque na economia local. Produzir energia em olarias a partir de espécies florestais de rápido crescimento com a possibilidade de diminuir em até 38% o consumo de lenha na produção de tijolos é a principal inovação desse novo sistema de produção. O êxito do programa de pesquisa financiado pela Embrapa, Suframa e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) colocou a tecnologia como parte de um projeto de desenvolvimento, via Programa de Apoio à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos (Pape/Fapeam) e emenda parlamentar, para fomentar o cultivo de mudas e o plantio das florestas energéticas nos municípios de Iranduba e Manacapuru, no Amazonas. Plantios pilotos no município de Iranduba mostraram que o uso das espécies de Sclerolobium Paniculatum (Taxi-branco), Acacia Mangium e Acacia Auriculiformis, como espécies com potencial energético, podem contribuir para reduzir sensivelmente a exploração das florestas nativas e garantir a continuidade do uso da lenha no setor oleiro. Segundo o pesquisador Roberval Monteiro Bezerra de Lima, o resultado positivo é o maior rendimento destas três espécies em relação a outros materiais combustíveis, normalmente utilizados no consumo doméstico, em fornos, olarias e siderurgias. Avaliações feitas nas olarias da região mostraram que, em fornos modernos, o uso da lenha de florestas energéticas permite um gasto de energia três vezes menor na produção de tijolos. A prática também cria uma alternativa legal de renda para pequenos e médios produtores de lenha, profissionalizando a cadeia produtiva. Áreas antes alteradas ou abandonadas podem ser reinseridas no processo produtivo, contribuindo na captação do gás carbônico da atmosfera e para a sustentabilidade do setor oleiro. O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102805">
    <title>TÉCNICAS para facilitar a germinação das sementes de tucumã: programa 28.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102805</link>
    <description>Título: TÉCNICAS para facilitar a germinação das sementes de tucumã: programa 28.
Conteúdo: Apesar da versatilidade do tucumã, essa palmeira típica da região norte do país demora de dois a três anos para germinar, o que dificulta a produção de mudas para o cultivo doméstico. Buscando viabilizar esse cultivo, a Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus/AM) desenvolveu uma técnica para acelerar a germinação das sementes de tucumã. Seguindo alguns passos simples, o produtor pode criar condições para que suas sementes germinem em cerca de dez meses. A técnica, conforme explica o pesquisador Jeferson Luís Vasconcelos de Macedo, não implica um grande custo para o produtor, que pode aumentar significativamente sua produção. De forma simplificada, as etapas dessa técnica de germinação são: seleção de palmeiras produtivas, colheita dos frutos, limpeza e secagem dos caroços, quebra de dormência das sementes (separação e reidratação das sementes), semeadura e preparação das mudas. O pesquisador alerta para a importância de alguns cuidados, como a seleção de uma palmeira com grande quantidade de frutos e com polpa abundante nos frutos para a obtenção de sementes, a utilização de uma prensa ou morsa e não de um martelo ou marreta no momento da quebra das sementes, e a troca da água a cada vinte e quatro horas, caso o processo de reidratação não seja feito com as sementes imersas em água corrente. O tucumã pode ser utilizado de várias maneiras para o aumento de renda do produtor rural. A polpa de sua fruta é ingrediente no preparo de pratos típicos, patês e sorvetes. Também da polpa e da semente pode-se extrair óleo para a preparação de biodiesel e, além disso, o tronco e a sementes podem ser transformados em peças de artesanato e biojóias.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102740">
    <title>ADUBAÇÃO e irrigação para melhorar a produção de banana: programa 15.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102740</link>
    <description>Título: ADUBAÇÃO e irrigação para melhorar a produção de banana: programa 15.
Conteúdo: A banana é uma cultura extremamente sensível à falta de água. Apesar de chover bastante na Região Norte do Brasil, as chuvas não são bem distribuídas durante o ano, fazendo com que algumas regiões passem por períodos longos de estiagem. Na região de cerrado ou lavrado no Estado de Roraima, por exemplo, as chuvas estão concentradas em apenas cinco meses, de abril a agosto. Na região do sul desse Estado, em área de floresta, a ocorrência de chuvas é alta durante o ano, mas há períodos nos meses de outubro a abril que ocorrem "veranicos", com estiagem por mais de 15 dias. Quando ocorrem períodos de estiagem por mais de 15 dias, a planta sofre estresse hídrico, com a falta de água. Na cultura da banana esse problema faz com que as plantas fiquem secas e os cachos não se desenvolvam, ficando menores, com perda na qualidade dos frutos. Diante do prolongamento da estação seca e do aumento da temperatura, a irrigação é uma opção que ajuda a melhorar a produtividade e a qualidade dos cultivos de banana. A irrigação favorece a manutenção da umidade do solo na medida adequada durante todo o ciclo de desenvolvimento da planta. Isso favorece o melhor desenvolvimento dos frutos. Outra vantagem da irrigação na cultura da banana é permitir a utilização do solo durante todo o ano, com a possibilidade de colheitas em períodos diferenciados. O ideal para a cultura da banana é a irrigação por microaspersão, pois permite regar de forma localizada e o controle mais eficiente na quantidade de água a ser aplicada. A orientação é que o produtor conte com a ajuda de um técnico da extensão rural, que tenha experiência com a cultura da banana e com o clima da região onde se quer produzir. Quanto à adubação, a pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental Mirza Carla Normando lembra que o produtor precisa fazer uma análise química do solo antes de providenciá-la. Para isto, o mais adequado é que procure um técnico que o ajude a interpretar os resultados da análise. "A adubação significa investimento mas, se o produtor estiver certo sobre as condições do mercado e vender um produto de qualidade, certamente, terá retorno desse investimento", ressalta a pesquisadora.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102739">
    <title>COLETA e manejo de sementes florestais nativas: programa 48.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102739</link>
    <description>Título: COLETA e manejo de sementes florestais nativas: programa 48.
Conteúdo: Na Amazônia brasileira, o processo de exploração desordenada da floresta nativa vem ocasionando a perda da biodiversidade e, conseqüentemente, tem provocado grandes debates nacionais. Sabe-se que, a produção de sementes é um elo vital para a execução de atividades no setor florestal, quer seja o manejo de florestas ou a recuperação e preservação de fragmentos e áreas alteradas. No entanto, a carência de informações básicas sobre as características das sementes de espécies florestais da região, incluindo desde os aspectos morfológicos da dispersão dos frutos/sementes, até o comportamento fisiológico dessas no armazenamento, tem sido considerado um dos principais entraves quando se pretende estabelecer um estoque regular de sementes, para a produção de mudas de qualidade. Em decorrência desses fatos, tornou-se necessário intensificar os estudos com manejo de sementes de espécies arbóreas nativas, focando aspectos da fenologia reprodutiva, bem como, informações para a obtenção de sementes, tendo em vista que a escassez de conhecimentos acerca das características de espécies promissoras abrange desde os aspectos de reprodução até os conhecimentos inerentes ao comportamento de sementes e mudas. Esse estudos são oferecidos pelo Laboratório de Análise de Sementes da Embrapa Amazônia Ocidental. No programa Prosa Rural, a pesquisadora Lucinda Carneiro vai falar da maneira ideal de se fazer a coleta, a armazenagem e posterior plantio desses minúsculos seres, mas que podem significar a preservação de toda uma espécie ameaçada de extinção.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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