<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/134">
    <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/134</link>
    <description>Prosa Rural (CPAA)</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102740" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102746" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102737" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-08-07T00:56:02Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102740">
    <title>ADUBAÇÃO e irrigação para melhorar a produção de banana: programa 15.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102740</link>
    <description>Título: ADUBAÇÃO e irrigação para melhorar a produção de banana: programa 15.
Conteúdo: A banana é uma cultura extremamente sensível à falta de água. Apesar de chover bastante na Região Norte do Brasil, as chuvas não são bem distribuídas durante o ano, fazendo com que algumas regiões passem por períodos longos de estiagem. Na região de cerrado ou lavrado no Estado de Roraima, por exemplo, as chuvas estão concentradas em apenas cinco meses, de abril a agosto. Na região do sul desse Estado, em área de floresta, a ocorrência de chuvas é alta durante o ano, mas há períodos nos meses de outubro a abril que ocorrem "veranicos", com estiagem por mais de 15 dias. Quando ocorrem períodos de estiagem por mais de 15 dias, a planta sofre estresse hídrico, com a falta de água. Na cultura da banana esse problema faz com que as plantas fiquem secas e os cachos não se desenvolvam, ficando menores, com perda na qualidade dos frutos. Diante do prolongamento da estação seca e do aumento da temperatura, a irrigação é uma opção que ajuda a melhorar a produtividade e a qualidade dos cultivos de banana. A irrigação favorece a manutenção da umidade do solo na medida adequada durante todo o ciclo de desenvolvimento da planta. Isso favorece o melhor desenvolvimento dos frutos. Outra vantagem da irrigação na cultura da banana é permitir a utilização do solo durante todo o ano, com a possibilidade de colheitas em períodos diferenciados. O ideal para a cultura da banana é a irrigação por microaspersão, pois permite regar de forma localizada e o controle mais eficiente na quantidade de água a ser aplicada. A orientação é que o produtor conte com a ajuda de um técnico da extensão rural, que tenha experiência com a cultura da banana e com o clima da região onde se quer produzir. Quanto à adubação, a pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental Mirza Carla Normando lembra que o produtor precisa fazer uma análise química do solo antes de providenciá-la. Para isto, o mais adequado é que procure um técnico que o ajude a interpretar os resultados da análise. "A adubação significa investimento mas, se o produtor estiver certo sobre as condições do mercado e vender um produto de qualidade, certamente, terá retorno desse investimento", ressalta a pesquisadora.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102746">
    <title>COLETA de amostras de solo para avaliação da fertilidade - programa 40. Programa Prosa Rural.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102746</link>
    <description>Título: COLETA de amostras de solo para avaliação da fertilidade - programa 40. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: primeiro passo para o agricultor rural conseguir boa colheita é preparar o terreno onde vai estabelecer o seu plantio. Para saber se a terra corresponderá às suas expectativas, é recomendável que faça, antes do plantio, uma análise química do solo para saber se precisará de corretivos (calagem) e adubação (fertilizantes) que vão contribuir para o desenvolvimento da plantação. De acordo com o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Paulo César Teixeira, que participa do programa, a análise química é uma importante ferramenta para o agricultor, pois permite diagnosticar a fertilidade do solo e, a partir dos resultados, fazer recomendações de adubação e calagem. Ao fazer a calagem empregando a dose certa de corretivo, assim como aplicando a quantidade de fertilizantes (nutrientes) exigido pela cultura, o agricultor terá uma possibilidade maior de obter o esperado e merecido lucro pelo seu esforço. "A amostra de solos é um dos passos mais importantes dentro de um programa de adubação. A partir do resultado, a assistência técnica fará as recomendações de correção de calagem e adubação das culturas a serem implantadas ou já instaladas". A coleta dos solos poderá ser feita em qualquer época do ano, porem, é recomendado que as amostras sejam retiradas no mínimo 60 dias antes da calagem. Também é preferível que a coleta seja realizada no inicio da estação seca para as culturas anuais e, para as perenes, após a colheita. O primeiro passo para se obter a amostra é a escolha da área a ser examinada. Deve-se fazer a divisão da propriedade ou áreas não somente em função do tamanho, mas sim em áreas com características semelhantes, ou seja, quanto a cor, topografia (baixada ou encosta), condições de drenagem, textura (argilosa ou arenosa), vegetação e adubação e calagem feitas em anos anteriores. Em áreas com culturas perenes, deve-se também estratificar a área em função da espécie cultivada, idade das plantas, do sistema de produção e da produtividade. As áreas escolhidas deverão ser percorridas em zig zag de forma aleatória. Definidos os pontos de amostragem, deve-se limpar o local retirando capim, pedras, sujeira. Recomenda-se evitar locais onde houve queima de restos culturais ou tocos, presença de formigueiros ou cupinzeiros, depósito de adubos, local de deposição de fezes e cochos ou saleiros em pastagens. As amostras devem ser retiradas na profundidade de 0 a 20 centímetros de profundidade com o auxílio de um enxadão. Deve-se tomar o cuidado de se retirar sempre a mesma quantidade de solo de cada ponto amostrado para dar maior representatividade à amostra. Em cada área homogênea selecionada devem ser coletas de 15 a 20 amostras simples que podem ser colocadas em um balde limpo. Deve-se quebrar os torrões dentro do balde e retirar pedras e pedaços de madeira ou outros resíduos e misturar bem formando uma amostra composta. Desta, devem ser retirados aproximadamente 250 g para envio ao laboratório. As amostras compostas devem ser acondicionadas em sacos plásticos e enviadas ao laboratório contendo as seguintes informações: nome do solicitante e da propriedade, endereço, número da amostra, data da coleta, profundidade, local de coleta, cultura existente e a ser plantada na área, tipo de relevo. A amostragem pode ser realizada em intervalos de um a quatro anos, podendo ser variável em função do manejo adotado. Alguns cuidados devem ser tomados como a limpeza total dos equipamentos utilizados na coleta; não misturar amostras simples coletadas em diferentes camadas do solo; no caso de coletar amostras em várias profundidades, utilizar um balde ou saco plástico para receber as amostras simples de cada camada; não enviar amostras para o laboratório em recipientes ou embalagens já usados; reforçar bem a embalagem para envio ao laboratório.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743">
    <title>SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743</link>
    <description>Título: SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.
Conteúdo: A aqüicultura (criação de organismos aquáticos) é a atividade agropecuária de maior potencial econômico da Amazônia, cujos recursos naturais como solo, água e clima são abundantes. Mas para obter o lucro desejado, a atividade deve estar fundamentada em três pilares: local apropriado para a instalação dos tanques, solo com textura adequada, de preferência argiloso, fontes que possam abastecer o tanque por gravidade e principalmente, água de boa qualidade. Segundo os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, que já desenvolveram sistemas de produção para duas espécies de peixes altamente comercializadas na região, tambaqui e matrinxã, um dos fatores principais para o sucesso da aqüicultura é a profissionalização da atividade, coisa que já começa a acontecer na Amazônia, onde os produtores locais estão investindo e obtendo ótimos retornos nos últimos dez anos. Além disso, o panorama atual é bastante propício para a aqüicultura, porque já se encontram no Amazonas todos os insumos necessários para a criação de peixes em cativeiro, como boa disponibilidade de alevinos, indústria de equipamentos, de produtos químicos, calcário, fábricas de ração (o Amazonas dispõe de cinco fabricantes), além da demanda cada vez maior da população por uma alimentação saudável baseada no consumo de peixes. O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Roger Crescêncio, que participa do programa, orienta os produtores interessados em investir em projetos de piscicultura a verificar se o terreno é propício, certificando-se principalmente quanto à disponibilidade de água suficiente para viabilizar a atividade. "Cada vez mais muitas pessoas trocam atividades agropecuárias pela piscicultura, principalmente pelo lucro que ela propicia quando comparado com outras atividades", informa Crescêncio. Mas é preciso destacar que o produtor precisa dispor de recursos para iniciar sua atividade de criação de peixes em cativeiro. Por isso é importante contar com a orientação técnica e partir de um planejamento bem feito. "Uma das etapas importantes é procurar se informar, junto ao órgão estadual de meio-ambiente, que faz o licenciamento ambiental dessa atividade, sobre as maneiras de legalizar o negócio", afirma Rodrigo Roubach, Gerente de Projetos da Diretoria de Desenvolvimento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, que também participa do Prosa Rural.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102737">
    <title>MANEJO da cultura do guaraná: programa 42.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102737</link>
    <description>Título: MANEJO da cultura do guaraná: programa 42.
Conteúdo: O guaraná é uma das culturas mais importantes da região amazônica. Muitos agricultores fazem suas próprias mudas que, no entanto, têm pouca resistência a uma das principais doenças dessa cultura, a antracnose, já que tais mudas não são selecionadas. O uso de clones gerados a partir de plantas sadias pode garantir maior produtividade nas lavouras de guaraná da região. Durante o programa, a equipe da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus - MA) trará informações sobre o manejo da cultura do guaraná. A baixa produtividade obtida com o uso de plantas não melhoradas e a falta de técnicas adequadas de manejo são fatores que prejudicam o cultivo do guaraná na região amazônica. A Embrapa vem trabalhando com o programa de melhoramento genético do guaraná produzindo clones que podem contribuir para o desenvolvimento da cultura, promovendo o aumento da quantidade e da qualidade da produção desse fruto. O programa possibilita assim que os agricultores da região ampliem suas margens de lucro. Esses clones produzidos a partir de plantas sadias são resistentes a antracnose, uma das doenças que mais ataca a lavoura de guaraná na região, e ainda apresentam alta produtividade: mais de 1,5 quilo de sementes por planta. Outra ventagem importante é que a muda clonada pode ser levada ao campo dentro de sete meses, enquanto a muda tradicional demora 12 meses para ficar pronta e ir ao campo.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

