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    <title>DSpace Coleção: Prosa Rural (CPAA)</title>
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    <description>Prosa Rural (CPAA)</description>
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    <title>COMBATE da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro - programa 09. Programa Prosa Rural.</title>
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    <description>Título: COMBATE da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro - programa 09. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: O cupuaçuzeiro é uma fruteira típica da região amazônica, cujo fruto tem grande aceitabilidade no mercado regional. O cupuaçu pode ser utilizado na forma de suco, sorvete, doce, compota, geleia e licor. Atualmente são produzidas cerca de 30.000 toneladas do fruto por ano somente no Estado do Pará, que é um dos maiores produtores de cupuaçu do País. Os plantios dessa fruteira na região têm sido atacados pela vassoura-de-bruxa, causada pelo fungo Crinipellis perniciosa. Para combater esta doença, a Embrapa Amazônia Oriental (Belém-PA) lançou quatro clones de cupuaçuzeiros tolerantes à vassoura-de-bruxa: Belém, Codajás, Coari e Manacupuru. Eles garantem uma plantação com elevada produtividade, apresentando maior número de frutos por planta e maior rendimento de polpa. As principais vantagens dos clones em relação às mudas convencionais são a alta produtividade, cerca de 40 % superior em relação à média regional; a diminuição do uso de defensivos agrícolas, o que implica em um plantio mais saudável para o agricultor e para o meio ambiente; a redução dos custos de produção com mão-de-obra para execução de podas fitossanitárias; a produção de frutos mais homogêneos, com teores de Brix variando de 13,2 a 14,8, característica que confere à polpa um sabor mais adocicado.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>RECOMENDAÇÃO de cultivares de bananeira - programa 01. Programa prosa rural.</title>
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    <description>Título: RECOMENDAÇÃO de cultivares de bananeira - programa 01. Programa prosa rural.
Conteúdo: A Sigatoka-Negra é considerada a doença mais grave da cultura da banana. A alternativa mais apropriada para combatê-la é substituir as cultivares tradicionais por materiais resistentes. Desde que a doença surgiu, foram recomendados oito tipos de bananeiras: Caipira, FHIA 18, Tap Maeo, muito resistentes a essa doença. Depois foram lançadas a Prata Zulu, Prata Ken e, a partir do ano passado, a Embrapa Amazônia Ocidental tem recomendado a Pelipita, além de lançar a Prata Caprichosa e a Prata Garantida. Os materiais recomendados pela Embrapa não vão substituir as antigas cultivares de prata, maçã e pacovan, mas sim aumentar o número de opções aos produtores. A Sigatoka-Negra foi registrada pela primeira vez no Brasil no início de 1998, nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant, região do Alto Solimões, fronteira do Estado do Amazonas com a Colômbia e o Peru; desde então, tem se espalhado por quase todas as regiões do Brasil. É uma doença causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis e pode ocasionar perdas totais na produção. O vento naturalmente transporta o fungo; depois de infectar as folhas, impede o desenvolvimento dos frutos. Para uma cultura de importância econômica e social como a banana, o resultado do ataque da sigatoka-negra pode ser desastroso. O tamanho da fruta e seu vigor determinam a aceitação nos mercados. E são justamente essas duas qualidades as mais afetadas pela doença.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743">
    <title>SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102743</link>
    <description>Título: SELEÇÃO de áreas para projetos de piscicultura: programa 23.
Conteúdo: A aqüicultura (criação de organismos aquáticos) é a atividade agropecuária de maior potencial econômico da Amazônia, cujos recursos naturais como solo, água e clima são abundantes. Mas para obter o lucro desejado, a atividade deve estar fundamentada em três pilares: local apropriado para a instalação dos tanques, solo com textura adequada, de preferência argiloso, fontes que possam abastecer o tanque por gravidade e principalmente, água de boa qualidade. Segundo os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, que já desenvolveram sistemas de produção para duas espécies de peixes altamente comercializadas na região, tambaqui e matrinxã, um dos fatores principais para o sucesso da aqüicultura é a profissionalização da atividade, coisa que já começa a acontecer na Amazônia, onde os produtores locais estão investindo e obtendo ótimos retornos nos últimos dez anos. Além disso, o panorama atual é bastante propício para a aqüicultura, porque já se encontram no Amazonas todos os insumos necessários para a criação de peixes em cativeiro, como boa disponibilidade de alevinos, indústria de equipamentos, de produtos químicos, calcário, fábricas de ração (o Amazonas dispõe de cinco fabricantes), além da demanda cada vez maior da população por uma alimentação saudável baseada no consumo de peixes. O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Roger Crescêncio, que participa do programa, orienta os produtores interessados em investir em projetos de piscicultura a verificar se o terreno é propício, certificando-se principalmente quanto à disponibilidade de água suficiente para viabilizar a atividade. "Cada vez mais muitas pessoas trocam atividades agropecuárias pela piscicultura, principalmente pelo lucro que ela propicia quando comparado com outras atividades", informa Crescêncio. Mas é preciso destacar que o produtor precisa dispor de recursos para iniciar sua atividade de criação de peixes em cativeiro. Por isso é importante contar com a orientação técnica e partir de um planejamento bem feito. "Uma das etapas importantes é procurar se informar, junto ao órgão estadual de meio-ambiente, que faz o licenciamento ambiental dessa atividade, sobre as maneiras de legalizar o negócio", afirma Rodrigo Roubach, Gerente de Projetos da Diretoria de Desenvolvimento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, que também participa do Prosa Rural.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1102731">
    <title>PRÁTICAS de conservação de solo: programa 26. Programa Prosa Rural.</title>
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    <description>Título: PRÁTICAS de conservação de solo: programa 26. Programa Prosa Rural.
Conteúdo: Normalmente, o uso dos solos para fins agrícolas causa impactos no ambiente. Práticas de manejo do solo usadas na produção agrícola podem causar degradação e até mesmo à alteração da condição natural do solo. Durante o programa, a equipe da Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus - AM) trará informações sobre práticas conservacionistas, que permite o cultivo do solo sem enfraquecê-lo. Essas praticas fazem parte de agricultura moderna e permite controlar a erosão, resultando na harmonia da paisagem. Essas práticas podem ser classificadas em três grupos: edáficas, que dizem respeito ao solo, procurando manter e melhorar a fertilidade e disponibilidade dos nutrientes para as plantas, como a eliminação e o controle de queimadas, adubações, calagens e rotação de culturas; mecânicas, dizem respeito ao trabalho de conservação do solo com a utilização de máquinas: preparo do solo e plantio, plantio em curvas de nível e construção de terraços; por fim, as práticas de caráter vegetativo, que visam controlar a erosão pelo aumento da cobertura do solo com árvores, folhagens ou resíduos.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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