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    <title>DSpace Coleção: Comunicado Técnico (CPAA)</title>
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    <description>Comunicado Técnico (CPAA)</description>
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    <title>Ferrugem do araçá-boi.</title>
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    <description>Título: Ferrugem do araçá-boi.
Autoria: GASPAROTTO, L.; FERREIRA, A. F. T. A. F. e; PEREIRA, M. C. N.; BENTES, J. L. da S.; RIBEIRO, M. D.; OLIVEIRA, L. C. A. de
Conteúdo: A incidência de doenças no araçá-boi tem sido, até o momento, rara e de baixa severidade, dispensando a adoção de medidas de controle (Gasparotto; Pereira, 2016). No entanto, ultimamente tem-se observado aumento significativo na incidência e na severidade da ferrugem, causada pelo fungo Austropuccinia psidii (Winter) Beenken nos plantios em maior escala da fruteira. A intensidade da doença é mais expressiva quando o araçá-boi é cultivado próximo de outras mirtáceas, como o jambeiro-amarelo [Syzygium jambos (L.) Alston], a goiabeira (Psidium guajava L.) e a jabuticabeira (Myrciaria cauliflora Berg), todas suscetíveis à ferrugem. A doença afeta os tecidos jovens, como gemas recém-brotadas, ramos, folhas, botões florais e frutos, levando à morte das gemas recém-brotadas, à queda dos botões florais, das folhas e dos frutos jovens e à morte descendente dos ramos – processo que culmina no definhamento das plantas e na redução da produção.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ocorrência de mela (Rhizoctonia solani) em mudas de sacha-inchi (Plukenetia volubilis) no Amazonas.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1177967</link>
    <description>Título: Ocorrência de mela (Rhizoctonia solani) em mudas de sacha-inchi (Plukenetia volubilis) no Amazonas.
Autoria: GASPAROTTO, L.; BENTES, J. L. da S.; RIBEIRO, M. D.; OLIVEIRA, L. C. A. de; FERREIRA, A. F. T. A. F. e; GAMA, R. T. da; CORREA, C. N.; CHAVES, F. C. M.
Conteúdo: A sacha-inchi (Plukenetia volubilis L.), pertencente à família Euphorbiaceae, é nativa da região amazônica do Peru. Em relação às doenças que afetam a sacha-inchi, os registros são limitados, com relatos esporádicos de ocorrência dos fungos Rhizoctonia solani Kühn (Souza et al., 2015) e Corticium koleroga (Cooke) Höhn (Gasparotto et al., 2024) em plantas adultas, sem causarem danos significativos. No campo experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus, AM, observou-se alta severidade de uma doença responsável pela morte de mudas de sacha-inchi sob condições de viveiro.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Podridão seca do tronco do pau-rosa, na região próxima ao coleto.</title>
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    <description>Título: Podridão seca do tronco do pau-rosa, na região próxima ao coleto.
Autoria: GASPAROTTO, L.; FERREIRA, A. F. T. A. F. e; BENTES, J. L. da S.; OLIVEIRA, L. C. A. de; RIBEIRO, M. D.; BARBOSA, R. D.; SILVA, E. B. da
Conteúdo: Na Amazônia, por várias décadas, a exploração comercial da floresta foi extrativista, como a produção da essência linalol do pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke). Pau-rosa pertence à família Lauraceae, nativa da Floresta Amazônica, que atinge até 30 m de altura e tronco com até 2 m de diâmetro. A planta produz o linalol, um metabólito secundário utilizado como fixador de fragrâncias na formulação de vários perfumes, na Europa e nos Estados Unidos, entre eles o famoso Chanel nº 5 (Associação Mineira de Defesa do Ambiente, 2013).</description>
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    <title>Expressão dos sintomas do moko da bananeira.</title>
    <link>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1177192</link>
    <description>Título: Expressão dos sintomas do moko da bananeira.
Autoria: GASPAROTTO, L.; ARRUDA, M. R. de; LEITE, R. S. V.
Conteúdo: O presente trabalho teve como objetivo disponibilizar aos produtores de banana e aos técnicos da extensão rural e da iniciativa privada fotos de plantas de bananeira com sintomas do moko em seus diversos órgãos e nos mais variados aspectos. Além da importância de reconhecer a doença pelos sintomas, é necessário conscientizar todos os envolvidos com a bananicultura de que é proibido o trânsito de mudas e rizomas oriundos das unidades da federação onde a praga ocorre para as unidades livres do moko, conforme portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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