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  <title>DSpace Coleção: Publicações Institucionais (CPATSA)</title>
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  <subtitle>Publicações Institucionais (CPATSA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-03T22:21:23Z</updated>
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    <title>Bioma Caatinga: época de coleta de frutos e sementes nativos para recomposição ambiental.</title>
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      <name>BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</name>
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    <updated>2025-07-04T19:01:40Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Bioma Caatinga: época de coleta de frutos e sementes nativos para recomposição ambiental.
Autoria: BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Conteúdo: Elaborado na forma de um calendário/planejador, esse material disponibiliza a época de maturação dos frutos e de coleta de sementes de 120 espécies nativas do bioma Caatinga recomendadas para recomposição ambiental. O Cadastro Ambiental Rural (CAR), previsto na Lei 12.651/2012, a qual dispõe sobre a Proteção da Vegetação Nativa, também conhecida como novo Código Florestal, demonstrou a necessidade de recomposição de passivos ambientais nos imóveis rurais, relacionados às Áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal (ARL) e de Uso Restrito (AUR), declarados no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR). Um dos principais gargalos para promover a recomposição ambiental dessas áreas é a disponibilidade de sementes e mudas de espécies nativas mais indicadas, em especial aquelas com potencial para aproveitamento econômico. Nesse sentido, esse calendário traz o período mensal de coleta de frutos e sementes de 120 espécies arbóreas e arbustivo-herbáceas nativas para a recomposição de APP e ARL com formações florestais, savânicas e campestres do bioma Caatinga. Este calendário pode ser útil para orientar agricultores, técnicos e viveiristas, bem como gestores de políticas públicas voltadas à produção rural sustentável. A época de coleta de cada espécie aqui sugerida foi obtida em literatura especializada sobre plantas nativas que ocorrem no bioma e validadas com base em dados cadastrados em herbários e centros de pesquisa, e com o apoio de viveiristas regionais, especialistas e pesquisadores da Embrapa e universidades. Esse trabalho foi baseado no levantamento realizado pela Embrapa, no âmbito do Projeto Especial Soluções Tecnológicas para a Adequação da Paisagem Rural ao Código Florestal Brasileiro? (saiba mais em: www.webambiente.gov.br), coordenado pelo Departamento de Transferência de Tecnologia, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável e do Serviço Florestal Brasileiro, e do Projeto Biomas, uma parceria da Embrapa com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da eficiência dos serviços de polinização no incremento da produtividade do melão (Cucumis melo L. - Cucurbitaceae) no Semiárido brasileiro: relatório final.</title>
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    <updated>2025-06-08T18:28:41Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação da eficiência dos serviços de polinização no incremento da produtividade do melão (Cucumis melo L. - Cucurbitaceae) no Semiárido brasileiro: relatório final.
Editor(es): KIILL, L. H. P.
Conteúdo: O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no projeto Avaliação da eficiência dos serviços de polinização no incremento da produtividade do melão (Cucumis meio L. - Cucurbitaceae) no Semiárido brasileiro. No subprojeto Avaliação comparativa de visitantes florais em três variedades de meloeiro verificou-se que no meloeiro do tipo Amarelo o pico de produção de flores hermafroditas e masculinas ocorreu por volta do 10 dia da floração, sendo este considerado como período ótimo para produção de frutos. Os estudos de morfologia e biologia floral com meloeiro do tipo Amarelo, pele de Sapo, Cantaloupe e Gália mostraram que há diferenças na produção de néctar entre os tipos florais, com maior volume secretado pelas flores hermafroditas, o que justificaria a maior frequência de Apis melifera registrada nesse tipo floral. Diferenças também foram encontradas na produção desse recurso na comparação entre híbridos e tipos de meloeiro, o que também influenciou a frequência de visitação dessa abelha em áreas em que houve plantio simultâneo. Nas observações feitas nas áreas experimentais e comerciais, foram registradas 12 espécies de insetos entre os visitantes florais, com destaque para as -abelhas, responsáveis por 58% do total de espécies. Entre elas, destacaram-se A. mellifera e Xylocopa grisescens que foram observadas em flores de meloeiro do tipo Amarelo, Pele de Sapo, Cantaloupe e Gália, sendo a primeira considerada abundante em todas as áreas estudadas. As visitas dessa abelha foram registradas ao longo do dia, com forrageamento de néctar constante e coleta de pólen principalmente no período da manhã. Quanto ao pico de visitação, este variou de acordo com o tipo de meloeiro, podendo ocorrer entre 09hOO e 11hOO ou de 13hOO às 14hOO. Nas observações feitas, verificou-se que houve diferença na frequência de visitação na comparação entre tipos de meloeiro, indicando difefenças na atratividade do polinizador que estariam relacionadas com a oferta de recursos florais. No subprojeto Comparação de visitantes florais de meloeiro em diferentes tipos de cultivo observou-se que, na comparação entre os cultivos orgânico e convencional, as maiores diversidade e taxas de visitação foram observadas no primeiro tipo, indicando que o manejo do cultivo, principalmente o uso de aqroquímicos, pode influenciar não só a diversidade, mas a frequência dos visitantes florais. Nos estudos feitos em diferentes épocas do ano, em área experimental e comerciais, verificou-se que a média de visitas de A. melifera registrada no período seco foi superior na primeira situação, enquanto o inverso foi observado nas áreas comerciais, indicando que além das condições climáticas do local, outros fatores podem estar influenciando o padrão de visitação. Na comparação da frequência de visitação de áreas com e sem cobertura- plástica, verificou-se que a frequência de visitas de A. melifera foi superior em cultivo sem mulching, indicando que esse tipo de cobertura pode influenciar negativamente o padrão de visitação do polinizador. De modo geral, observou-se que a frequência e o pico de visitas de A. melifera no cultivo do meloeiro em áreas experimentais e comerciais foram influenciados negativamente pela aplicação de agroquímicos, sendo este efeito mais intenso nos primeiros dias, quando foram observadas reduções em até 80% da visitação. No subprojeto Avaliação da eficiência e dos impactos econômicos dos serviços de polinização no meloeiro verificou-se que na avaliação do número de visitas de A. meltttete não foram encontradas diferenças entre as flores que receberam 1, 5, 10, 15 e 20 visitas, indicando que além da quantidade de visitas ou fatores estão influenciando a formação de frutos. No experimento com diferentes densidades de colmeias, verificou-se que nas áreas em que foram colocadas 01, 02 e 03 colméias por 0,5ha, houve um incremento de até 15% na produção de frutos comerciais e uma redução em até 2,6% de frutos não. comerciais, indicando incremento nos serviços de polinização, o que implicaria em ganho financeiro de até R$ 4.000,00/ha. Na análise conjunta dos dados de visitação, frutificação e sementes desse experimento, verificou-se que a melhor densidade é de quatro colmeias/ha, em área com densidade de 12.500 plantas/ha. Na validação em áreas comerciais utilizando essa densidade de colmeia, verificou-se que, de modo geral, houve aumento de até 150% no número de visitas, com consequente incremento na produtividade (&gt; 14%), na qualidade dos frutos (» 50%), com consequente ganho financeiro (até R$10.000,00/ha). No subprojeto Plano de manejo de polinizadores para a cultura do meloeiro foi feito um diagnóstico nas áreas estudadas que mostrou diferenças nas características das áreas produtivas, perfil do produtor e uso de técnicas no manejo da cultura, indicando que ações específicas devem ser feitas para cada região no que se refere ao manejo de polinizadores. Finalizando, foi elaborado o Plano de Manejo de Polinizadores do Meloeiro, com base nas informações geradas e nas discussões com a equipe e parceiros, sendo ações agrupadas nos tópicos: Manejo do Cultivo, Manejo do Polinizador, Capacitação e Treinamento de produtores, técnicos e apicultores, Sensibilização dos Agentes da Cadeia Produtiva e Ações Complementares. Para cada item foram descritas ações necessárias para que os serviços de polinização no meloeiro possam expressar todo seu potencial.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Plano anual de trabalho - PAT.</title>
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      <name>EMBRAPA. Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido.</name>
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    <updated>2025-07-03T18:54:50Z</updated>
    <published>1997-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Plano anual de trabalho - PAT.
Autoria: EMBRAPA. Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido.
Conteúdo: Síntese do PAT; Objetivos e metas globais; Programação técnica e administrativa; Metas físicas previstas; Programação de cursos e eventos; Acordos/convênios de cooperação técnica e/ou financeira; Quadro de recursos humanos; Atividades de consultoria; Acompanhamento gerencial PAT - 1996; Metas físicas; Cursos e eventos realizados; Investimentos realizados - BIRD III; Indicadores e metas físicas usados no sistema de avaliação das unidades.</summary>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo de áreas individuais de algaroba: relatório final.</title>
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    <updated>2025-06-08T18:28:28Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo de áreas individuais de algaroba: relatório final.
Editor(es): LIMA, P. C. F.
Conteúdo: O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas no projeto "Manejo de Áreas Individuais de Algarobeira", que teve por objetivo coletar subsídios para elaboração de um plano de manejo para as áreas invadidas com a algarobeira (Prosopis juliflora (SW) DC) no Nordeste, visando a redução do seu avanço na região, através do uso racional de seus produtos, como forragem para os animais, lenha, carvão e alimentação humana. Atingindo estes objetivos, por certo, se alcançará a conservação do bioma caatinga. Dezoito áreas de invasão, com mais de 10 ha ocupados pela espécie foram georeferenciadas e levantados para análise da estrutura de vegetação. Os dados de altitude, latitude e longitude, foram digitalizados e organizados em mapas. Foi quantificado o número de espécies arbóreas/arbustivas, e analisada a estrutura vertical e horizontal do povoamento, estando os mesmos localizados nos municípios de Manoel Vitorino, Juazeiro e Jaguarari, na Bahia; em Afrânio, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Pamamirim, Iguaraci e Inajá, em Pernambuco; São João do Piauí, no Piauí; e Monteiro e Taperoá, na Paraíba. Por local, foram lançadas aleatoriamente, cerca de 25 a 30 parcelas de 8m x 50m (400 rrr'), levantando-se todas as plantas com Diâmetro a Altura do Peito (DAP) igualou acima de 3cm, sendo as herbáceas apenas citadas como presentes. Foram levantadas 186 espécies e 56 famílias entre arbóreas, arbustivas, herbáceas e trepadeiras, sendo identificadas 108 espécies, 68 gêneros e 32 famílias botânicas para as arbóreas/arbustivas com DAP superior a 3cm. Dentre as nativas, a catingueira verdadeira (Caesalpinea pyramidalis TuI.) e o juazeiro (Ziziphus joazeiro Mart.), foram as que apresentaram maior freqüência. A algarobeira foi a espécie mais abundante nas localidades inventaria das, sendo maior nos locais situados no estado de Pemambuco. As nativas foram as menos abundantes, confirmando que no processo de regeneração da algarobeira, há redução da biodiversidade vegetal. Quanto a produtividade de vagens da algarobeira, os valores encontrados confirmam os Citados na literatura, estando os mesmos variando de 2 a 8 tlha/ano. Para o carvão, foi observado que 1,075 st de lenha (436,5kg de lenha), rendem cerca de 163kg de carvão. Quanto a qualidade, não foram encontrados diferenças entre o carvão produzido em fornos de alvenaria e trincheira feitos por agricultores, e o carvão produzido em laboratório, feito pela ESALQ. Quanto a organização da produção e comércio da algaroba foram aplicados questionários junto a fazendeiros, lideres rurais e industrias na região, sendo que a análise ficou enfocada à região do Submédio São Francisco. Com os dados levantados elaborou-se um Plano de Manejo a fim de evitar o avanço da algarobeira no bioma. Além dos trabalhos de invasão, foram desenvolvidos com os bolsistas, pesquisa sobre fatores que influenciam a germinação das sementes, como a temperatura, substrato, salinidade e tempo de armazenamento. Foram estudadas algumas espécies nativas e exóticas comuns na região, como: Moringa (Moringa oleifera Lam), São João (Senna macranthera (Collad.) H. S. Irwin &amp; Barneby), Coroa de Frade (Melocactus bahiensis Br. et. R. Werdem), Algaroba (Prosopis juliflora (SW) DC), Canafistula (Senna spectabilis (DC) Irwin &amp; Bameby), Xiquexique (Pilosocereus gounelli (Weber) Byl. et. Rowl), Mororó iBauhinia cheilantha (Bong.) Steud), Mulungu (Erythrina vellutina Wild), Pau Ferro (Caesalpineaferrea Mart. ex. Tul), Mandacaru (Cereusjamacaru D. C.), Catingueira Rasteira (Caesalpinea microphylla Mart.), Muquém (Peppigia procera C. Presl.), Umbu (Spondias tuberosa Arruda), Neem (Azadirachta indica A. Juss.), Eucalipto (Eucalyptus camaldulensis Dehnh) e Pinha (Annona squamosa L.). Há necessidade de maior conhecimento dos processos fisiológicos das espécies nativas da região, pois são escassos as informações existentes. Os resultados encontrados para as espécies estudadas evidenciam a necessidade de estudos referentes a variação de temperatura na germinação das sementes, bem como de insetos associados a sementes que prejudicam a viabilidade das mesmas. Objetivos do Projeto; Atividades desenvolvidas e resultados alcançados; Divulgação do Projeto; Outras atividades; Produção científica; Discussão geral; Conclusões gerais; Anexos.</summary>
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