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  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPT)</title>
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  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPT)</subtitle>
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  <updated>2026-05-18T15:17:44Z</updated>
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    <title>Alta população de plantas aumenta os danos por geadas em Aveia-preta.</title>
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      <name>RODRIGUES, O.</name>
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    <updated>2026-05-10T17:09:44Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Alta população de plantas aumenta os danos por geadas em Aveia-preta.
Autoria: RODRIGUES, O.; MACHADO, J. R. de A.; COSTENARO, E. R.; WESCHENFELDER, P. M. P.
Conteúdo: A aveia é o cereal forrageiro anual mais cultivado no mundo. Nos estados do Sul do Brasil, a cultura da aveia compõe predominantemente os sistemas de produção, como planta de cobertura antecedendo o cultivo de soja/milho ou como forragem para produção de leite/carne. Nestes ambientes, a aveia-preta está sujeita a danos de geadas na primavera, reduzindo sua produtividade com reflexos negativos nestes sistemas em que participa. Nesta condição, produtores de aveia-preta, tem minimizado a perda potencial por geada estabelecendo seu cultivo mais tarde ou selecionando cultivares que floresçam após a janela de maior risco de geada ter passado. Contudo, com o reflexo do aquecimento global, acelerando o desenvolvimento das culturas e anulando parcialmente a “possível redução de risco de geada” esperada pelo aquecimento, torna-se oportuna a adoção de técnicas de mitigação para fazer frente a essa nova realidade. Neste cenário, a densidade de sementes, uma vez que pode alterar a estrutura das plantas, modificando as características osmóticas do tecido, pode ser usada como ferramenta para a mitigação dos efeitos danosos da geada na cultura da aveia-preta. Considerando resultados escassos de pesquisas de arranjo de plantas, para a resposta das culturas a estresses abióticos, o objetivo deste trabalho foi de avaliar a produção de biomassa de aveia-preta sob diferentes densidades de semeadura, com foco nos efeitos de um evento de geada natural, no ano de 2021. Os resultados, independente dos genótipos estudados apontam que a densidade de 200 pl/m2, além de implicar em redução nos custos de sementes para implantação, comparativamente às altas densidades (300 e 400 pl/m2), melhora a resistência das plantas aos danos provocados por geadas, repercutindo positivamente na produção de biomassa.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Resistência a Phytophthora sojae em genótipos de soja da Embrapa, em 2025.</title>
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      <name>BERTAGNOLLI, P. F.</name>
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      <name>MELO, C. L. P. de</name>
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    <updated>2026-03-15T17:57:15Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resistência a Phytophthora sojae em genótipos de soja da Embrapa, em 2025.
Autoria: COSTAMILAN, L. M.; BERTAGNOLLI, P. F.; MELO, C. L. P. de; CLEBSCH, C. C.
Conteúdo: A podridão radicular de Phytophthora em soja, causada por Phytophthora sojae, ocorre principalmente no Sul do Brasil, levando à morte de plantas. O controle da doença é baseado em resistência genética. Os objetivos deste trabalho foram identificar genótipos de soja da Embrapa resistentes à doença pela ação de genes Rps (resistência completa) e níveis de resistência parcial. Os testes foram realizados em casa de vegetação na Embrapa Trigo, em Passo Fundo, RS, em 2025. Linhagens em pré-seleção (total de 2.046) e linhagens avançadas e cultivares (total de 57) foram testadas pelo método do palito de dente colonizado pelo micélio do patógeno, para resistência completa, e pela camada de micélio, para resistência parcial. Na pré-seleção, 78% das linhagens foram resistentes. Na caracterização de linhagens avançadas e cultivares da Embrapa Trigo, 19 apresentaram o gene Rps1a e/ou Rps1c; 19 genótipos apresentaram o gene Rps1k, e cinco genótipos não apresentaram resistência completa. Entre os genótipos da Embrapa Soja, em três foram postulados Rps1a e/ou Rps1c, em oito, o Rps1k, em dois, o Rps3a, e em um, o Rps3b. Vinte e três genótipos destacaram-se pela ocorrência de resistência completa, conferida pelos genes Rps1a, Rps1c, Rps1k, Rps3a ou Rps3b, associada a elevados níveis de resistência parcial.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Giberela nos genótipos da coleção do Ensaio Estadual de Cultivares de Trigo, em 2024.</title>
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    <updated>2026-02-23T03:18:04Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Giberela nos genótipos da coleção do Ensaio Estadual de Cultivares de Trigo, em 2024.
Autoria: LIMA, M. I. P. M.; CASTRO, R. L. de; PIRES, J. L. F.; CAIERAO, E.; SCHEEREN, P. L.; CLEBSCH, C. C.; SILVA, R. A. da
Conteúdo: Epidemia de giberela em trigo é favorecida por precipitação pluvial frequente e intensa. O objetivo do trabalho foi avaliar a intensidade de ocorrência de giberela nas 30 cultivares de trigo que constituíram a coleção adicional do Ensaio Estadual de Cultivares de Trigo (EECT) em Passo Fundo, RS, em 2024. Para tanto, essa coleção foi semeada em área distinta, da Embrapa Trigo, em 7 de junho de 2024, em parcelas únicas, cada uma com 5 linhas de 5 m de comprimento e espaçamento de 0,20 m entre linhas, e sem controle químico de doenças. Cem espigas foram coletadas no estádio de grão em massa e determinada a incidência, severidade e o índice de giberela. Outras 100 espigas foram obtidas no ponto de colheita, trilhadas e, em amostra de 1.000 grãos, quantificado o percentual com sintomas de giberela. As temperaturas mínimas, médias e máximas em setembro, outubro e novembro foram registradas. A precipitação pluvial em setembro, outubro e novembro e os dias com precipitação pluvial ≥ a 5 mm foram considerados. O total de dias com precipitação ≥ a 5 mm foi de 19 e a precipitação, de 143,9, 218,5 e 73,9 mm em setembro, outubro e novembro, respectivamente. Nos três meses as médias das temperaturas mínima, média e máxima foram ligeiramente superiores à temperatura normal. A incidência variou de 34 (ROOS 90) a 99% (TBIO Motriz) e desvio padrão de 15,74%. A severidade, de 3,22 (ROOS 90) a 25.61% (TBIO Ponteiro) e desvio padrão de 5,33%. O ID variou de 1,09 (ROOS 90) a 24,33 (TBIO Ponteiro), com desvio padrão de 6,08. O percentual de grãos com sintomas variou de 3,30 (ROOS 90) a 24,33% (TBIO Ponteiro), com desvio padrão de 7,63%. A correlação entre incidência e severidade foi de 87,71%, entre a incidência e grãos giberelados de 18,15%, entre severidade e grãos giberelados de 25,58% e do índice de giberela e grãos com sintomas de giberela de 23,67%. Considerando o índice de giberela e a porcentagem de grãos com sintomas, a cultivar ROOS 90 se destacou com os menores valores, em 2024. A ocorrência de giberela foi considerada moderada na coleção de cultivares do Ensaio Estadual de Cultivares de Trigo, sem controle para doenças em 2024, em Passo Fundo, RS.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Oídio de trigo: avaliação de genótipos do programa de melhoramento genético da Embrapa em 2025.</title>
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      <name>CAIERAO, E.</name>
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      <name>CASTRO, R. L. de</name>
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    <updated>2025-12-21T23:30:35Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Oídio de trigo: avaliação de genótipos do programa de melhoramento genético da Embrapa em 2025.
Autoria: COSTAMILAN, L. M.; SCHEEREN, P. L.; CAIERAO, E.; CASTRO, R. L. de
Conteúdo: O oídio (Blumeria graminis) de trigo (Triticum aestivum) é uma das principais doenças da cultura no Sul do Brasil. A resistência genética é o melhor meio de controle desta doença, reduzindo a necessidade de aplicação de fungicidas e a quantidade de inóculo do patógeno. O objetivo deste trabalho foi avaliar a reação de genótipos de trigo ao oídio nos ensaios organizados pela Embrapa Trigo, em 2025. As avaliações ocorreram em Passo Fundo, RS, nos ambientes de casa de vegetação (inoculação artificial, com inóculo coletado em Passo Fundo) e de campo (infecção natural). Foram avaliados 108 genótipos, destacando-se, pela resistência, as linhagens em Valor de Cultivo e Uso PF 190028, PF 200109, PF 200116, PF 200123, PF 200255, PF 210015, PF 210182, PF 210193, PF 210196, PF 210297 e PF 220125. Entre 30 cultivares comerciais, podem ser consideradas resistentes como planta adulta: BRS TR271, ORS Absoluto, ORS Guardião, ORS Senna, TBIO Aton e TBIO Ponteiro. O isolado de B. graminis utilizado apresentou a fórmula de virulência Pm1, Pm2, Pm3a, Pm3b, Pm3f, Pm5a, Pm17, Pm1,2,9 e Pm2,4b,8, sendo que a resistência conferida pelos genes Pm4a e Pm4b tem se mostrado eficiente há vários anos.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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