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  <title>DSpace Coleção: Sistema de Produção (CNPSA)</title>
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  <subtitle>Sistema de Produção (CNPSA)</subtitle>
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    <title>Sistema de produção de leitões baseado em planejamento, gestão e padrões operacionais.</title>
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    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sistema de produção de leitões baseado em planejamento, gestão e padrões operacionais.
Autoria: VILAS-BOAS, J.; AMARAL, A. L. do; MORES, N.; TREMÉA, S. L.; MIELE, M.; SANTOS FILHO, J. I. dos</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Recomendações técnicas para a produção, abate, processamento e comercialização de frangos de corte coloniais.</title>
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    <updated>2026-06-21T15:57:20Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Recomendações técnicas para a produção, abate, processamento e comercialização de frangos de corte coloniais.
Autoria: FIGUEIREDO, E. A. P. de; SCHMIDT, G. S.; ÁVILA, V. S.; JAENISCH, F. R. F.; PAIVA, D. P. de
Conteúdo: A produção de frangos de corte coloniais no Brasil está relacionada com a agricultura familiar. Nessas condições ela representa muitas vezes a viabilidade econômica das propriedades rurais, dos assentamentos da reforma agrária e de alguns pequenos municípios em vários estados brasileiros. Ela caracteriza-se por uma criação tecnificada onde se busca melhorar o desempenho das aves via melhoria das linhagens ou raças utilizadas, melhoria na alimentação, no manejo e nos cuidados sanitários para se auferir uma produção sistematizada e contínua, com a qualidade necessária para o abastecimento dos canais de comercialização, obedecendo toda a legislação sobre comercialização de alimentos de origem animal. Está normatizada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio do Ofício Circular DOI/DIPOA n.7/99 de 19 de maio de 1999, (Brasil, 1999).</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Produção de suínos em família, sem uso preventivo de antimicrobiano e privilegiando o bem-estar animal.</title>
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    <updated>2026-07-03T10:18:59Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Produção de suínos em família, sem uso preventivo de antimicrobiano e privilegiando o bem-estar animal.
Autoria: MORES, N.; AMARAL, A. L. do; LIMA, G. J. M. M. de; DALLA COSTA, O. A.; COLDEBELLA, A.; MIELE, M.; SANDI, A. J.; OLIVEIRA, P. A. V. de
Conteúdo: Atualmente, o Brasil se destaca como o quarto maior produtor mundial de suínos e quarto maior exportador de carne suína. O aumento significativo da produção veio acompanhado por maior concentração de suínos em rebanhos cada vez maiores. Consequentemente, também aumentaram os problemas sanitários relacionados a doenças multifatoriais, incluindo as doenças respiratórias. Uns dos principais fatores que mais contribuem para o aumento dessas enfermidades são a densidade animal e a mistura de leitões de diferentes leitegadas/origens nos crechários e nas terminações. As perdas econômicas causadas pelas doenças multifatoriais se devem ao aumento nos gastos com medicamentos, à piora nos índices zootécnicos e às condenações de carcaças nos abatedouros. Dentre as doenças multifatoriais dos suínos, destacam-se as doenças respiratórias, as quais atualmente estão se manifestando como uma síndrome denominada ?Complexo Doença Respiratória dos Suínos? (PRDC), por resultarem da combinação de dois ou mais agentes infecciosos e fatores de risco presentes nos sistemas criatórios (FABLET et al., 2012; HANSEN et al., 2010). Em muitos países, o vírus da Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS) é o principal componente infeccioso deste complexo (FABLET et al., 2012), porém no Brasil este agente ainda não foi diagnosticado. Em nossas criações, a imunodepressão e as lesões causadas pelo vírus influenza (IAV) e o circovírus suíno tipo 2 (PCV2), ambos de ocorrência enzoótica no Brasil, quando associados a patógenos bacterianos e a presença de fatores de risco, ocasionam doença respiratória complexa compatível com PRDC (MORÉS et al., 2011; MORÉS e MORÉS, 2012).</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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