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  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPS)</title>
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  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPS)</subtitle>
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    <title>Mapas de suscetibilidade e vulnerabilidade do solo à erosão hídrica do Brasil.</title>
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    <updated>2025-11-30T18:42:07Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Mapas de suscetibilidade e vulnerabilidade do solo à erosão hídrica do Brasil.
Autoria: FERRAZ, R. P. D.; SIMÕES, M.; COELHO, M. R.; LUMBRERAS, J. F.; BACA, J. F. M.; FREITAS, P. L. de; LIMA, E. de P.; DART, R. de O.; KUCHLER, P. C.; ALMEIDA, M. B. F. de
Conteúdo: Visando subsidiar a formulação e implementação de políticas públicas direcionadas ao desenvolvimento rural sustentável, a Embrapa Solos gerou os mapas de suscetibilidade e de vulnerabilidade do solo à erosão hídrica do Brasil na escala de 1:500.000. Este último foi elaborado a partir da integração do mapa de suscetibilidade do solo à erosão hídrica do Brasil com o mapa integrado de uso e cobertura da terra do Brasil (coleção 5.0 do Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso da Terra do Brasil - MapBiomas; acrescida da classe de pastagens degradadas disponibilizadas pelo LAPIG/UFG). Por sua vez, o mapa de suscetibilidade do solo foi elaborado a partir da integração dos seguintes mapas temáticos intermediários, também gerados no escopo deste trabalho: (i) erodibilidade do solo; (ii) erosividade da chuva; (iii) classes de declividade (MDT/SRTM). O presente trabalho tem como objetivo apresentar o desenvolvimento metodológico dos modelos/mapas de suscetibilidade e de vulnerabilidade do solo à erosão hídrica do Brasil. A modelagem baseou-se nas integrações temáticas supracitadas e no conhecimento especializado a fim de produzir mapas com cinco classes ordinais de suscetibilidade e vulnerabilidade dos solos à erosão hídrica, a saber: muito baixa, baixa, média, alta e muito alta. Todo o processamento foi realizado por meio da plataforma do Google Earth Engine de computação paralela em nuvem. Os modelos/mapas temáticos gerados demonstraram ser conceitualmente embasados e cartograficamente consistentes na escala de trabalho adotada. As informações geradas a partir dos modelos espaciais aqui apresentados permitem subsidiar ações de planejamento e gestão no meio rural, assim como a proposição de políticas públicas com foco no desenvolvimento rural sustentável.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Níveis de referência do carbono orgânico no solo sob vegetação natural do estado de Mato Grosso do Sul.</title>
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    <updated>2026-01-12T00:39:34Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Níveis de referência do carbono orgânico no solo sob vegetação natural do estado de Mato Grosso do Sul.
Autoria: FONTANA, A.; ARCO, M. A. de L.; VIVIAN, A. M.; MENEZES, A. R. de; SANTOS, B. V.; CLEMENTE, E. de P.
Conteúdo: A determinação do teor de carbono orgânico (C org) no solo está de forma direta relacionada à avaliação da quantidade de matéria orgânica do solo (MOS), uma vez que o C org representa a maior parte da MOS. Por esse motivo, os níveis de referência de C org no solo são uma ferramenta de monitoramento da evolução, assim como de orientação para a definição do manejo e cultivo das terras. A obtenção e adoção de níveis de C org por classe de textura do solo, nas diferentes camadas e nos diferentes biomas, representa uma forma mais detalhada para aferição. Nesse sentido, os níveis de referência de C org podem ser aplicados como orientadores no estado de Mato Grosso do Sul, que tem por aspiração se tornar “Estado Carbono Neutro” até o ano de 2030. Com os teores de referência de C org, será possível avaliar a qualidade dos solos agrícolas ao estabelecer uma relação de causa-efeito das práticas de cultivo e manejo ao componente orgânico do solo, bem como definir padrões regionais com potencial de incremento de MOS.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Infiltração e condução da água em solos do estado do Rio de Janeiro.</title>
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    <updated>2025-10-01T16:50:53Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Infiltração e condução da água em solos do estado do Rio de Janeiro.
Autoria: MARTINS, A. L. da S.; TEIXEIRA, W. G.; OTTONI, M. V.; REIS, A. M. H. dos; PIMENTEL, L. G.; LIMA, M. M. da G. de
Conteúdo: Informações sobre a taxa de infiltração básica de água no solo (TIB), da condutividade hidráulica saturada avaliada no campo (Kfs) e da condutividade hidráulica saturada avaliada em laboratório (Kslab) são necessárias para avaliação dos processos de escoamento superficial, estimativas das taxas de recarga de aquíferos e mananciais superficiais, planejamento dos sistemas de irrigação e modelagem hidrológica do solo, entre outros fins. O principal objetivo deste trabalho foi organizar um banco de dados e disponibilizar as informações de Kfs, Kslab e TIB (em mm h-1) de ocorrência em solos do Estado do Rio de Janeiro. Os dados foram obtidos através de um levantamento bibliográfico a partir de artigos, teses, dissertações, comunicados técnicos e anais de congressos, que originaram um banco de dados (BD-RJ) do grupo de trabalho (GT) de Propriedades Hidráulicas dos Solos Brasileiros (advindo da parceria entre o Serviço Geológico do Brasil e a Embrapa Solos) vinculado à Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. Informações sobre a localização dos pontos de avaliação, coordenadas geográficas, métodos de medição, classes de solos, grupamentos texturais e uso e cobertura da terra foram identificadas e descritos de forma padronizada no BD-RJ. No total, o BD-RJ é constituído de 804 pontos amostrais e de 1.037 dados de avaliações distribuídos entre os parâmetros Kfs, Kslab e TIB nos municípios fluminenses de Campos dos Goytacazes, Casimiro de Abreu, Itaboraí, São José de Ubá, Seropédica e Silva Jardim. Os estudos realizados foram publicados entre os anos de 1983 e 2013. Os valores mínimo e máximo variaram de 0,2 mm h-1 a 1073 mm h-1 para Kfs, de 0 a 748 mm h-1 para Kslab e de 0,3 a 562 mm h-1 para TIB.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Erosividade da chuva do Brasil.</title>
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      <name>XAVIER, J. P. de S.</name>
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      <name>BARROS, A. H. C.</name>
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      <name>SILVA, B. B. da</name>
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    <updated>2025-03-16T01:57:06Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Erosividade da chuva do Brasil.
Autoria: LIMA, E. de P.; XAVIER, J. P. de S.; BARROS, A. H. C.; SILVA, B. B. da
Conteúdo: O estudo e conhecimento da erosividade da chuva é crucial para o planejamento e o manejo adequado do solo. Neste estudo foram empregadas 68 equações para calcular o índice de erosividade da chuva - EI30, utilizando dados de precipitação mensal e anual. No total, foram utilizadas 3.659 estações pluviométricas distribuídas em todo território brasileiro, sendo 3.294 da rede de Zoneamento Agrícola do Risco Climático (Zarc) e 365 do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). A distribuição espacial das equações foi realizada por meio de polígonos de Thiessen, delimitando as áreas de influência de cada equação. A técnica geoestatística de krigagem ordinária foi utilizada para interpolar os valores estimados de erosividade, tanto mensais quanto anual. Os resultados mostraram que a maior parte do país apresenta índice de erosividade da chuva classificada como forte ou muito forte, sendo o período crítico entre os meses de novembro e abril. Esses índices de erosividade ocorrem nas áreas de maior concentração das atividades agropecuárias do país. A erosão hídrica causa perda de solo, nutrientes, água, matéria orgânica e insumos, reduzindo a produtividade das culturas. Nesse sentido, essas informações são fundamentais para o direcionamento de medidas para conservação do solo, visando minimizar os efeitos negativos da erosão hídrica na agricultura</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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