<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATSA)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/503" />
  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATSA)</subtitle>
  <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/item/503</id>
  <updated>2026-04-06T23:07:18Z</updated>
  <dc:date>2026-04-06T23:07:18Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Reação de cultivares de videira ao oídio em clima tropical Semiárido.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183153" />
    <author>
      <name>BARBOSA, M. A. G.</name>
    </author>
    <author>
      <name>BATISTA, D. da C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>RIBEIRO JUNIOR, P. M.</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1183153</id>
    <updated>2025-12-29T02:52:26Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reação de cultivares de videira ao oídio em clima tropical Semiárido.
Autoria: BARBOSA, M. A. G.; BATISTA, D. da C.; RIBEIRO JUNIOR, P. M.
Conteúdo: O oídio da videira (Erysiphe necator Schwein) é uma das princi- pais doenças da videira (Vitis spp.) no Submédio do Vale do São Francisco, causando sérios prejuízos aos produtores, caso medidas de controle não sejam adotadas. Nessa região, o período de maior favorabilidade à doença ocorre no segundo semestre do ano devido à ocorrência de temperaturas mais amenas e baixa precipitação pluviométrica. Diante disso, o presente trabalho objetivou avaliar a reação de 16 cultivares de videira (BRS Cora, BRS Magna, BRS Isis, BRS Núbia, BRS Vitória, BRS Linda, Isabel Precoce, Niágara Rosada, Brasil, Benitaka, Itália, Sugraone, Itália Muscat, Red Globe, Crimson Seedless e Thompson Seedless) ao oídio, entre uvas de mesa e para processamento. O experimento foi realizado em campo experimental, no município de Petrolina, PE, em plantas conduzidas em sistema de latada, sob infecção natural, no período de setembro a outubro de 2018. Foram realizadas avaliações semanais da severidade e da incidência do oídio nas folhas e foi calculada a área abaixo da curva do progresso da severidade (AACPS) e da incidência (AACPI) da doença. Todas as cultivares avaliadas apresentaram sintomas de oídio nas folhas. As cultivares BRS Cora, BRS Magna, Isabel Precoce e Niágara Rosada se destacaram com maior nível de resistência, pois apresentaram menores AACPS e AACPI. As cultivares Red Globe, Thompson Seedless, Crimson Seedless e BRS Linda apresentaram maiores índices da doença, confirmando maior suscetibilidade ao oídio.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Características produtivas de acessos de cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) no Submédio do Vale do São Francisco em segundo ciclo de produção.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178561" />
    <author>
      <name>FERREIRA, J. C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MADEIRA, N. R.</name>
    </author>
    <author>
      <name>RESENDE, G. M. de</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178561</id>
    <updated>2025-09-07T19:50:55Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características produtivas de acessos de cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) no Submédio do Vale do São Francisco em segundo ciclo de produção.
Autoria: FERREIRA, J. C.; MADEIRA, N. R.; RESENDE, G. M. de
Conteúdo: O cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) é uma cultura que pode con- tribuir na segurança alimentar de países em desenvolvimento como o Brasil. Os estudos foram realizados com o objetivo de avaliar o comportamento produtivo de acessos de cará-do-ar nas condições do Submédio do Vale do São Francisco, na rebrota de segundo ciclo de produção. O experimento foi conduzido no Campo Experimental de Bebedouro, no município de Petrolina, PE, de 5 de dezembro de 2023 a 4 de setembro de 2024. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com seis acessos (Cb1, Cb2, Cb3, Cb4, Cp e Cr) e quatro repetições. No segundo ano de produção (rebrota), os acessos Cb4 e Cb2 apresentaram as maiores produtividades (10,75 e 10,70 t/ha) sem diferirem entre si. Nos demais tratamentos, as produtivida- des ficaram entre 7,70 e 9,50 t/ha. A maior massa fresca de tubérculos foi obtida pelo acesso Cb4, com 111,75 g/tubérculo, e nos demais acessos, sem apresentar diferenças significativas mutuamente, oscilou entre 89,25 g (Cr) e 95,50 g (Cp). Os acessos Cb3 (3,22 kg/planta) e Cb4 (3,25 kg/planta), sem diferirem entre si, foram os que obtiveram as maiores produções de tubércu- los por planta. O número de tubérculos por planta variou entre 22,82 e 33,32, observando-se que os acessos Cp (22,82 tubérculos/planta) e Cb1 (23,97 tubérculos/planta) apresentaram menores valores.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Estabelecimento e organogênese in vitro de Cryptanthus bahianus</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178408" />
    <author>
      <name>RIBEIRO, J. M.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MELO, N. F. de</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178408</id>
    <updated>2025-08-31T20:26:31Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estabelecimento e organogênese in vitro de Cryptanthus bahianus
Autoria: RIBEIRO, J. M.; MELO, N. F. de
Conteúdo: Com o objetivo de estabelecer e multiplicar Cryptanthus bahianus in vitro, foram testados diferentes tipos de tratamento prévio das plantas ma- trizes, composições de meio de cultura e tipos de explantes. Os tratamentos prévios das plantas matrizes consistiram da aplicação de cloridrato de kasu- gamicina e mancozebe, ambos na concentração de 1%, das seguintes manei- ras: 1) uma aplicação de cloridrato de kasugamicina na semana da instalação dos experimentos; 2) uma aplicação semanal de cloridrato de kasugamicina, 1 mês antes da instalação dos experimentos e 3) duas aplicações semanais de mancozebe, 2 meses antes da instalação do experimento. Os meios testados para a proliferação das gemas foram meio MS 1) sem reguladores vegetais, 2) adicionado de 2,5 mg L-1 de BAP e 3) adicionado de 1,5 mg L-1 de BAP. Para a organogênese direta, empregou-se o meio MS adicionado de 4,95 mg L-1 de BAP. Para a indução de organogênese indireta, via calogênese, os meios testados foram meio MS 1) adicionado de 1,105 mg L-1 de 2,4-D e 2) contendo 0,2 mg L-1 de AIB e 0,02 mg L-1 de BAP. Os tipos de explantes testados foram 1) base da folha, 2) meio da folha, 3) talo, 4) raízes e 5) gemas presentes nas axilas das folhas. Os resultados mostraram que o tratamento prévio das plan- tas matrizes com cloridrato de kasugamicina, na concentração 1%, pode ser realizado para a redução da contaminação no estabelecimento in vitro desta espécie; o meio MS adicionado de 1,105 mg L-1 de 2,4-D induz a calogênese e o meio MS adicionado de 1,5 mg L-1 de BAP induz a brotações em calos obtidos a partir de tecidos de base de folhas de C. bahianus.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Zoneamento agroecológico do município de Bonito - MS.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178385" />
    <author>
      <name>CHAGAS, C. da S.</name>
    </author>
    <author>
      <name>CARVALHO JUNIOR, W. de</name>
    </author>
    <author>
      <name>BHERING, S. B.</name>
    </author>
    <author>
      <name>AMARAL, F. C. S. do</name>
    </author>
    <author>
      <name>PEREIRA, N. R.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SILVA, E. F. da</name>
    </author>
    <author>
      <name>ZARONI, M. J.</name>
    </author>
    <author>
      <name>CUNHA, T. J. F.</name>
    </author>
    <author>
      <name>GONCALVES, A. O.</name>
    </author>
    <author>
      <name>AGLIO, M. L. D.</name>
    </author>
    <author>
      <name>DANIEL FILHO, A. C. B.</name>
    </author>
    <author>
      <name>LOPES, C. H. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>EARP, C. G. de S.</name>
    </author>
    <author>
      <name>VARGAS, S. P.</name>
    </author>
    <author>
      <name>FEVRIER, P. V. R.</name>
    </author>
    <author>
      <name>PINHEIRO, T. D.</name>
    </author>
    <author>
      <name>FERNANDES, T. G.</name>
    </author>
    <author>
      <name>RODRIGUES, R. S.</name>
    </author>
    <id>https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1178385</id>
    <updated>2025-08-31T20:26:46Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Zoneamento agroecológico do município de Bonito - MS.
Autoria: CHAGAS, C. da S.; CARVALHO JUNIOR, W. de; BHERING, S. B.; AMARAL, F. C. S. do; PEREIRA, N. R.; SILVA, E. F. da; ZARONI, M. J.; CUNHA, T. J. F.; GONCALVES, A. O.; AGLIO, M. L. D.; DANIEL FILHO, A. C. B.; LOPES, C. H. L.; EARP, C. G. de S.; VARGAS, S. P.; FEVRIER, P. V. R.; PINHEIRO, T. D.; FERNANDES, T. G.; RODRIGUES, R. S.
Conteúdo: A Embrapa Solos em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo - SEPROTUR realizou o Zoneamento Agroecológico do Estado do Mato Grosso do Sul - Fase I - com objetivo de contribuir na indicação de áreas passíveis de exploração agrícola sustentável. No desenvolvimento desse trabalho foram considerados aspectos legais, restrições ambientais, potencial das culturas, aspectos do clima, de geomorfologia e dos solos. Esses parâmetros estão integrados em ambiente de sistema de informação geográfica com apoio de algebra de mapas, no intuito de avaliar a adequabilidade de uso das terras e apresentar uma proposição de planejamento de uso e ocupação das terras. Os resultados desse trabalho foram consolidados por município e dão origem a esse boletim de pesquisa. As terras indicadas para o uso com lavouras somam cerca de 280.000 ha, correspondendo a aproximadamente 66,5% da área total do município, enquanto que as recomendadas equivalem a 22,7% e as áreas recomendadas para pastagem especial ou cultivo de arroz correspondem a aproximadamente 8% da área do município que corresponde a algo como 40.000 hectares. Nestas unidades é fundamental avaliar-se criteriosamente a utilização de pastagens nestas terras quando essas ainda se encontram sob cobertura vegetal, visto que, praticamente 50% destas terras ainda permanecem com vegetação natural em seus diversos graus de conservação. As terras recomendadas para conservação dos recursos naturais e/ou recuperação ambiental somam quase 30.000 ha, as quais constituem áreas de alta fragilidade ambiental e/ou apresentam restrições legais de uso como áreas de preservação permanente.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

