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  <title>DSpace Coleção: Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATSA)</title>
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  <subtitle>Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (CPATSA)</subtitle>
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  <updated>2026-07-08T20:45:11Z</updated>
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    <title>Abortamento de botões florais em cruzamentos interespecíficos de Psidium spp.</title>
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      <name>RIBEIRO, J. M.</name>
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      <name>MELO, N. F. de</name>
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      <name>SANTOS, C. A. F.</name>
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    <updated>2026-07-07T14:53:03Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Abortamento de botões florais em cruzamentos interespecíficos de Psidium spp.
Autoria: RIBEIRO, J. M.; MELO, N. F. de; SANTOS, C. A. F.
Conteúdo: A goiabeira (Psidium guajava L.) é uma importante cultura para o agronegócio brasileiro, destacando-se a região Nordeste, especificamente o estado de Pernambuco, como maior produtor nacional. Entretanto, a infecção pelo nematoide Meloidogyne enterolobii tem prejudicado a produção da cultura, inviabilizando áreas de cultivo. O cruzamento interespecífico entre goiabeiras e araçazeiros pode gerar híbridos com resistência ao patógeno, porém, a técnica resulta em baixos índices de pegamento de fruto. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo avaliar estratégias para o controle do abortamento de botões florais em cruzamentos interespecíficos de Psidium spp. Para tal propósito, após a emasculação, os botões florais foram borrifados com diferentes soluções, sendo elas: água; ácido giberélico (GA3) a 400 ppm; ácido ascórbico a 100, 200 e 300 ppm; e polivinilpirrolido na (PVP) a 100, 200 e 300 ppm. Os resultados mostraram que a aplicação da solução de GA3 prolongou a retenção do botão floral quando comparada com a borrifação com água. Da mesma forma, a aplicação das soluções de 200 ppm de ácido ascórbico e PVP aumentou a permanência dos botões após os cruzamentos. Concluiu-se que a borrifação de botões florais emas- culados de Psidium spp. com as soluções de GA3 a 400 ppm e 200 ppm de ácido ascórbico e PVP aumenta o tempo de retenção dos botões florais após os cruzamentos interespecíficos e que a temperatura ambiente interfere no abortamento dos seus botões florais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Reação de cultivares de videira ao oídio em clima tropical Semiárido.</title>
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      <name>BARBOSA, M. A. G.</name>
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      <name>BATISTA, D. da C.</name>
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      <name>RIBEIRO JUNIOR, P. M.</name>
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    <updated>2025-12-29T02:52:26Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reação de cultivares de videira ao oídio em clima tropical Semiárido.
Autoria: BARBOSA, M. A. G.; BATISTA, D. da C.; RIBEIRO JUNIOR, P. M.
Conteúdo: O oídio da videira (Erysiphe necator Schwein) é uma das princi- pais doenças da videira (Vitis spp.) no Submédio do Vale do São Francisco, causando sérios prejuízos aos produtores, caso medidas de controle não sejam adotadas. Nessa região, o período de maior favorabilidade à doença ocorre no segundo semestre do ano devido à ocorrência de temperaturas mais amenas e baixa precipitação pluviométrica. Diante disso, o presente trabalho objetivou avaliar a reação de 16 cultivares de videira (BRS Cora, BRS Magna, BRS Isis, BRS Núbia, BRS Vitória, BRS Linda, Isabel Precoce, Niágara Rosada, Brasil, Benitaka, Itália, Sugraone, Itália Muscat, Red Globe, Crimson Seedless e Thompson Seedless) ao oídio, entre uvas de mesa e para processamento. O experimento foi realizado em campo experimental, no município de Petrolina, PE, em plantas conduzidas em sistema de latada, sob infecção natural, no período de setembro a outubro de 2018. Foram realizadas avaliações semanais da severidade e da incidência do oídio nas folhas e foi calculada a área abaixo da curva do progresso da severidade (AACPS) e da incidência (AACPI) da doença. Todas as cultivares avaliadas apresentaram sintomas de oídio nas folhas. As cultivares BRS Cora, BRS Magna, Isabel Precoce e Niágara Rosada se destacaram com maior nível de resistência, pois apresentaram menores AACPS e AACPI. As cultivares Red Globe, Thompson Seedless, Crimson Seedless e BRS Linda apresentaram maiores índices da doença, confirmando maior suscetibilidade ao oídio.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características produtivas de acessos de cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) no Submédio do Vale do São Francisco em segundo ciclo de produção.</title>
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      <name>FERREIRA, J. C.</name>
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      <name>MADEIRA, N. R.</name>
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      <name>RESENDE, G. M. de</name>
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    <updated>2025-09-07T19:50:55Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características produtivas de acessos de cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) no Submédio do Vale do São Francisco em segundo ciclo de produção.
Autoria: FERREIRA, J. C.; MADEIRA, N. R.; RESENDE, G. M. de
Conteúdo: O cará-do-ar (Dioscorea bulbifera L.) é uma cultura que pode con- tribuir na segurança alimentar de países em desenvolvimento como o Brasil. Os estudos foram realizados com o objetivo de avaliar o comportamento produtivo de acessos de cará-do-ar nas condições do Submédio do Vale do São Francisco, na rebrota de segundo ciclo de produção. O experimento foi conduzido no Campo Experimental de Bebedouro, no município de Petrolina, PE, de 5 de dezembro de 2023 a 4 de setembro de 2024. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com seis acessos (Cb1, Cb2, Cb3, Cb4, Cp e Cr) e quatro repetições. No segundo ano de produção (rebrota), os acessos Cb4 e Cb2 apresentaram as maiores produtividades (10,75 e 10,70 t/ha) sem diferirem entre si. Nos demais tratamentos, as produtivida- des ficaram entre 7,70 e 9,50 t/ha. A maior massa fresca de tubérculos foi obtida pelo acesso Cb4, com 111,75 g/tubérculo, e nos demais acessos, sem apresentar diferenças significativas mutuamente, oscilou entre 89,25 g (Cr) e 95,50 g (Cp). Os acessos Cb3 (3,22 kg/planta) e Cb4 (3,25 kg/planta), sem diferirem entre si, foram os que obtiveram as maiores produções de tubércu- los por planta. O número de tubérculos por planta variou entre 22,82 e 33,32, observando-se que os acessos Cp (22,82 tubérculos/planta) e Cb1 (23,97 tubérculos/planta) apresentaram menores valores.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estabelecimento e organogênese in vitro de Cryptanthus bahianus</title>
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      <name>RIBEIRO, J. M.</name>
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      <name>MELO, N. F. de</name>
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    <updated>2025-08-31T20:26:31Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estabelecimento e organogênese in vitro de Cryptanthus bahianus
Autoria: RIBEIRO, J. M.; MELO, N. F. de
Conteúdo: Com o objetivo de estabelecer e multiplicar Cryptanthus bahianus in vitro, foram testados diferentes tipos de tratamento prévio das plantas ma- trizes, composições de meio de cultura e tipos de explantes. Os tratamentos prévios das plantas matrizes consistiram da aplicação de cloridrato de kasu- gamicina e mancozebe, ambos na concentração de 1%, das seguintes manei- ras: 1) uma aplicação de cloridrato de kasugamicina na semana da instalação dos experimentos; 2) uma aplicação semanal de cloridrato de kasugamicina, 1 mês antes da instalação dos experimentos e 3) duas aplicações semanais de mancozebe, 2 meses antes da instalação do experimento. Os meios testados para a proliferação das gemas foram meio MS 1) sem reguladores vegetais, 2) adicionado de 2,5 mg L-1 de BAP e 3) adicionado de 1,5 mg L-1 de BAP. Para a organogênese direta, empregou-se o meio MS adicionado de 4,95 mg L-1 de BAP. Para a indução de organogênese indireta, via calogênese, os meios testados foram meio MS 1) adicionado de 1,105 mg L-1 de 2,4-D e 2) contendo 0,2 mg L-1 de AIB e 0,02 mg L-1 de BAP. Os tipos de explantes testados foram 1) base da folha, 2) meio da folha, 3) talo, 4) raízes e 5) gemas presentes nas axilas das folhas. Os resultados mostraram que o tratamento prévio das plan- tas matrizes com cloridrato de kasugamicina, na concentração 1%, pode ser realizado para a redução da contaminação no estabelecimento in vitro desta espécie; o meio MS adicionado de 1,105 mg L-1 de 2,4-D induz a calogênese e o meio MS adicionado de 1,5 mg L-1 de BAP induz a brotações em calos obtidos a partir de tecidos de base de folhas de C. bahianus.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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