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  <title>DSpace Coleção: Artigo de divulgação na mídia (CPATSA)</title>
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  <subtitle>Artigo de divulgação na mídia (CPATSA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-03T23:08:10Z</updated>
  <dc:date>2026-04-03T23:08:10Z</dc:date>
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    <title>A desertificação em solos arenosos no Brasil.</title>
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      <name>REATTO, A.</name>
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      <name>MARTINS, E. de S.</name>
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      <name>CORREIA, J. R.</name>
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      <name>CUNHA, T. J. F.</name>
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    <updated>2025-08-17T17:59:13Z</updated>
    <published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A desertificação em solos arenosos no Brasil.
Autoria: REATTO, A.; SPERA, S. T.; MARTINS, E. de S.; CORREIA, J. R.; CUNHA, T. J. F.
Conteúdo: Solos arenosos são aqueles que contêm 85% ou mais de fração areia e são enquadrados nas classes de textura areia e areia franca. Areias Quartzosas ou Neossolo Quartzarênico, conforme a nova classificação brasileira de solos, é a principal classe de solos arenosos do Brasil, correspondendo a cerca de 11% da área do país e 15% da área do Cerrado. As Areias Quartzosas ocorrem em sua maior extensão na região de domínio do Cerrado. Esses solos são originados de materiais resultantes da decomposição de arenitos, quartzitos e depósitos sedimentares recentes, continentais e costeiros. Por serem predominantemente arenosas e com baixa capacidade de reter água, as Areias Quartzosas apresentam pouca água disponível, ou seja, apenas uma pequena quantidade de água fica armazenada no solo para ser utilizada pelas plantas. São solos pobr</summary>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Do projeto à política: a proposta EMBRAPA/EMBRATER de 1982 na trajetória da convivência com o Semiárido.</title>
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      <name>BARBOSA, A. G.</name>
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    <updated>2025-06-15T17:57:27Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Do projeto à política: a proposta EMBRAPA/EMBRATER de 1982 na trajetória da convivência com o Semiárido.
Autoria: BARBOSA, A. G.
Conteúdo: Este artigo se inscreve nas comemorações dos 50 anos da Embrapa Semiárido como uma contribuição à memória crítica da presença da instituição no território nordestino. A partir da revisão da proposta elaborada por EMBRAPA e EMBRATER em 1982, busca-se compreender seu papel como marco técnico e institucional na trajetória das políticas públicas voltadas ao Semiárido brasileiro. Longe de constituir um documento isolado ou alheio aos processos históricos mais amplos, essa proposta antecipou diretrizes que seriam, anos mais tarde, apropriadas, reinterpretadas e resignificadas por redes sociotécnicas, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, pelo próprio Estado brasileiro e pela Embrapa em seus ciclos institucionais mais recentes. A análise aqui apresentada integra um esforço maior de reconstrução crítica da história das políticas públicas para o Semiárido, estabelecendo conexões entre a proposta de 1982 e outros três documentos fundamentais para a compreensão das transformações paradigmáticas na região. O plano do GTDN (1959), formulado sob a liderança de Celso Furtado, introduz a noção de planejamento regional a partir de uma lógica desenvolvimentista e centralizadora; o documento do Fórum Nordeste (1993), construído no contexto da redemocratização, propõe uma ruptura epistêmica com a lógica do combate à seca e valoriza os saberes locais; já a Declaração do Semiárido (1999), marco fundacional da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), afirma a convivência com o Semiárido como projeto político-pedagógico ancorado no protagonismo das populações rurais. A comparação entre essas formulações revela não apenas continuidades e rupturas, mas sobretudo as disputas de sentido que marcaram quatro décadas de elaboração de políticas públicas para o Semiárido. Mais do que reconstituir uma trajetória institucional linear, este artigo propõe uma leitura situada das múltiplas vozes, tensionamentos e alianças que, ao longo do tempo, contribuíram para transformar o modo como se concebe a ciência, o território e a própria política na região semiárida do Brasil.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Agreste Pernambucano desponta como a mais nova região para a produção de vinhos finos no Brasil.</title>
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      <name>LEAO, P. C. de S.</name>
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      <name>SILVA, M. M. da</name>
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    <updated>2025-03-16T02:37:59Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Agreste Pernambucano desponta como a mais nova região para a produção de vinhos finos no Brasil.
Autoria: LEAO, P. C. de S.; SILVA, M. M. da
Conteúdo: A região Nordeste do Brasil caracteriza-se pela produção de uvas em condições semiáridas tropicais, destacando-se como a segunda maior região produtora do país. A produção está concentrada nos estados de Pernambuco e Bahia com médias de produtividade de 42,5 t/ha e 29,5 t/ha, respectivamente. A uva gera mais de 3 bilhões de reais em valor da produção no Brasil, sendo que aproximadamente dois terços deste total, 2 bilhões de reais, originam-se no Vale do Submédio São Francisco e mantém sua trajetória de crescimento de área, saindo de 8,5 mil ha em 2013 para 11,1 mil ha em 2022, um aumento de 30,58% (IBGE, 2023). A uva destaca-se também como uma das principais frutas na pauta de exportações do país, no ano de 2022 foram exportadas cerca de 73,2 mil toneladas, resultando em uma receita de US$ 178,3 milhões (COMEXTAT, 2023). Além da uva de mesa, a produção de vinhos é uma realidade no semiárido brasileiro desde a década de 1980 e obteve em 2022 o selo de indicação de procedência (IP), sendo esta, a primeira IP para vinhos tropicais no mundo. Entretanto, nos últimos anos tem-se observado o crescimento da vitivinicultura com foco no enoturismo entre pequenos e médios empreendimentos de diferentes municípios no interior do Nordeste, associando a valorização das paisagens naturais, cultura, gastronomia e artes locais. Várias iniciativas estão em curso e surgem como novas alternativas econômicas para as tradicionais atividades agropecuárias em cada território. Atualmente, já estão em fase inicial de estabelecimento empreendimentos vitivinícolas nos municípios de Garanhuns, Flores, Buíque, Bonito, Camocim de São Félix e Gravatá, no Estado de Pernambuco. Alguns destes abertos ao público com a vinificação em suas cantinas, a exemplo de Garanhuns e Flores, e outros com o vinhedo instalado (Buíque, Camocim de São Félix e Gravatá). Além do Estado de Pernambuco, iniciativas semelhantes estão ocorrendo em São José do Mipibu, a 30 km de Natal, Souza e Bananeiras na Paraíba, além dos projetos mais avançados na Chapada Diamantina, em Mucugê e Morro do Chapéu, na Bahia, onde a produção de vinhos associada ao enoturismo já são realidade. Tais empreendimentos têm em comum a sua localização estratégica, em regiões turísticas, ou com microclima de altitude e atrativos naturais, festivais, paisagens e gastronomia.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Antracnose da mangueira: a doença que mancha o labor .</title>
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      <name>BATISTA, D. da C.</name>
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    <updated>2025-07-04T17:54:21Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Antracnose da mangueira: a doença que mancha o labor .
Autoria: BATISTA, D. da C.
Conteúdo: A antracnose é considerada mundialmente uma doença comum e responsável por prejuízos na produção e qualidade da manga. De origem fúngica, essa doença pode ser causada por diferentes espécies de Colletotrichum, a exemplo de C. siamense, C. gloeosporioides, C. acutatum, C. fructicola, C. karstii, C. asianum, C. tropicale, entre outras. Infecções ocorrem principalmente em folhas jovens, ramos jovens, inflo- rescências, frutos jovens e em desenvolvimento, causando pequenas lesões necróticas e circulares que coalescem ou expandem com o Antracnose da mangueira: a doença que mancha o labor tempo tomando grande parte do órgão afetado (Figura 1). É comum que, em manga infectada ainda verde, a doença permaneça quiescente ou imperceptível a olho nu, surgindo os sintomas com o amadurecimento da fruta, gerando perdas no armazenamento, transporte e comercialização. A disseminação da doença ocorre de forma mais grave na presença de água livre decorrente de chuvas frequentes, porém umidade relativa alta, presença de orvalho ou irrigação que molhe a planta também favorecem a doença. A temperatura influencia a velocidade da infecção e a severidade da doença, particularmente aquelas próximas a 28 o C são ideais. Assim, molhamento e temperatura favoráveis, principalmente, durante o florescimento, são críticos para a ocorrência de epidemias e perdas econômicas devido à antracnose.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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