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  <title>DSpace Coleção: Circular Técnica (CPATSA)</title>
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  <subtitle>Circular Técnica (CPATSA)</subtitle>
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    <title>Atributos físicos e químicos de solos em áreas de barragens subterrâneas no agreste e no planalto da Borborema, Estado da Paraíba.</title>
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    <updated>2025-08-17T17:59:04Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Atributos físicos e químicos de solos em áreas de barragens subterrâneas no agreste e no planalto da Borborema, Estado da Paraíba.
Autoria: SILVA, M. S. L. da; OLIVEIRA NETO, M. B. de; FERREIRA, G. B.; MOREIRA, M. M.; MENDES, A. M. S.; CUNHA, T. J. F.; SANTOS, J. C. P. dos; PARAHYBA, R. da B. V.; ANJOS, J. B. dos; MATIAS, J. A. B.; ROCHAS, J. C.
Conteúdo: A ocorrência periódica de secas e seus efeitos negativos constituem um forte entrave ao desenvolvimento socioeconômico da região semiárida do Nordeste do Brasil. Em estudo realizado pela Embrapa, o Nordeste foi compartimentado em 20 grandes Unidades de Paisagens (UPs), que agrupam 172 Unidades Geoambientais (UGs), as quais demandam políticas públicas e tecnologias bastante diferenciadas (SILVA et al., 2000). Grande parte destas UPs está inserida na região semiárida, especialmente a UP da Depressão Sertaneja que se caracteriza, principalmente, pela predominância de rochas cristalinas; relevo pouco movimentado, com ocorrência de elevações residuais do tipo inselbergues com altitude de 500 a 800 m; clima seco, com baixas precipitações pluviométricas e altas temperaturas; solos rasos e pedregosos. Nesses ambientes há ocorrência de rios e riachos com áreas de baixios e várzeas, onde predominam Neossolos Flúvicos que por suas características de textura, profundidade e posição na paisagem apresentam potencial para construção de barragens subterrâneas O presente trabalho fez uma avaliação da qualidade física e química do solo de quatro barragens subterrâneas, em duas regiões fisiográficas do Estado da Paraíba, visando fornecer informações que contribuirão para o melhor uso e manejo, consequentemente obtenção de melhores produções.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Controle biológico aplicado da mosca-da-fruta Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) com uso de parasitoides.</title>
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      <name>PARANHOS, B. A. G.</name>
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    <updated>2025-03-16T02:34:53Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle biológico aplicado da mosca-da-fruta Ceratitis capitata (Diptera: Tephritidae) com uso de parasitoides.
Autoria: PARANHOS, B. A. G.; GAVA, C. A. T.; COSTA-LIMA, T. C. da
Conteúdo: A fruticultura no Submédio do Vale do Rio São Francisco faz com que a região apresente um dos maiores produtos interno bruto (PIB) agrícola do Brasil. A grande diversidade de espécies frutíferas cultivadas durante todo o ano nesta região, favorece a proliferação de C. capitata, espécie quarentenária para alguns países, os quais impõe barreiras fitos- sanitárias como ocorre em relação às exportações de mangas e uvas frescas para os Estados Unidos (Mapa-IN 20) (Paranhos et al., 2009). O Submédio do Vale do São Francisco compreende, hoje, uma área de cerca de 85 mil hectares de frutíferas (IBGE, 2020), grande parte com a produção de manga, uva, goiaba e acerola, além de outras frutíferas que também são hospedeiras de C. capitata. Por demandas de mercado, busca-se alta qualidade dos frutos produzidos e redução no uso de agrotóxicos e, neste caso, o controle biológico por meio de parasitoides constitui uma das ferramentas fundamentais no controle das moscas-da-fruta, em diversas partes do mundo. Considerando-se a importância do controle biológico como método de controle na fruticultura no Submédio do Vale do São Francisco, o objetivo deste trabalho é mostrar a eficácia e o potencial uso dos parasitoides Fopius arisanus (Sonan, 1932) e Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead, 1905) (Hymenoptera: Braconidae), de forma a recomendá-los como bioagentes no controle de C. capitata. A substituição da aplicação de inseticidas convencionais pelo uso de inimigos naturais para o controle de populações de moscas-da-fruta contribui com o atendimento da meta 2.4 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 da Organização das Nações Unidas (ONU), que preconiza a estruturação de sistemas sustentáveis de produção de alimentos e a implementação de práticas agrícolas resilientes, que aumentem a produtividade e a produção (Nações Unidas, 2023).</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cultivares de videira para elaboração de vinhos finos no Agreste pernambucano.</title>
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      <name>SANTOS, J. P. de O.</name>
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    <updated>2025-03-16T02:28:48Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Cultivares de videira para elaboração de vinhos finos no Agreste pernambucano.
Autoria: LEAO, P. C. de S.; BIASOTO, A. C. T.; SILVA, M. M. da; BADJI, C. A.; BARROS, A. P. A.; SANTOS, J. P. de O.
Conteúdo: O estudo coordenado pela Embrapa Semiárido no período 2013–2017 teve como um de seus objetivos identificar cultivares de videira com potencial para produção de vinhos em três microrregiões do Nordeste, onde a vitivinicultura ainda não é uma atividade tradicional: Agreste de Pernambuco, Serra de Martins, no Rio Grande do Norte, e Chapada Diamantina, na Bahia. A cidade de Garanhuns, PE foi selecionada por estar localizada a 230 quilômetros do Recife, PE, latitude 08° 58’ S e longitude 36° 30’ W com 823 m de altitude (Instituto Nacional de Meteorologia, 2024), pertencendo à Mesorregião do Agreste Meridional. Além disso, destaca-se como um importante polo de turismo, especialmente nos meses de inverno. A publicação apresenta: Principais características das cultivares de videira recomendadas para elaboração de vinhos brancos: Muscat Blanc à Petits Grains ou Moscato Branco; Principais características das cultivares de videira recomendadas para elaboração de vinhos tintos: Syrah, Merlot, Cabernet Sauvignon e Malbec; Recomendações de manejo.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Produção de fermentado de acerola.</title>
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      <name>BIASOTO, A. C. T.</name>
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      <name>SOUZA, F. de F.</name>
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      <name>DEON, M. D. I.</name>
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      <name>RYBKA, A. C. P.</name>
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    <updated>2025-03-16T01:50:53Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Produção de fermentado de acerola.
Autoria: BIASOTO, A. C. T.; FREITAS, S. T. de; SOUZA, F. de F.; DEON, M. D. I.; RYBKA, A. C. P.
Conteúdo: Neste trabalho é apresentado um novo método para a elaboração do fermentado de acerola, recomendando-se a uma cultivar e descrevendo-se todas as etapas do processo para a elaboração do produto em escala comercial.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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